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Assinado convênio no valor de R$ 21 milhões para reforma e implantação de UTIs no Hospital Pró-Vida de Dois Vizinhos

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Foi assinado nesta quarta-feira (14) o convênio entre o Governo do Estado e o Hospital Pró-Vida de Dois Vizinhos no valor de R$ 21,3 milhões, viabilizados pelos deputados Paulo e Adão Litro, para realização de obras de reforma, ampliação e implantação de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A liberação dos recursos já havia sido anunciada na abertura da Expovizinhos, no dia 23 de novembro, pelo governador em exercício Darci Piana e agora, com a assinatura do convênio, serão realizados os procedimentos para licitação e execução das obras.

“Essa obra é a realização de um sonho para Dois Vizinhos. Quero agradecer o governador Ratinho Junior e o secretário Beto Preto, que não mediram esforços para nos ajudar a conquistar esse investimento histórico para a Saúde do município”, disse Paulo Litro.

Além dos novos leitos de UTI, a reforma e ampliação vai qualificar a estrutura existente e oferecer para a região um novo centro obstétrico, com leitos pré-parto; centro de imagens com equipamentos de raio-X e tomografia; farmácia e salas de apoio para a guarda de equipamentos. O pronto-socorro do hospital também será ampliado.

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“O Hospital Pró-Vida é uma referência e sua ampliação irá beneficiar toda a região. É o maior investimento da história da Saúde de Dois Vizinhos e que se tornou possível devido ao diálogo, comprometimento e união de esforços do Governo do Estado, Legislativo, Prefeitura e equipe do Hospital”, disse Adão Litro.

O prefeito Carlinhos Turatto reforçou a importância da união pelo desenvolvimento da região. “Temos um governo do Estado municipalista liderado pelo Ratinho Junior e deputados que trabalham em parceria com a Prefeitura para tornar um grande investimento desse uma realidade para Dois Vizinhos.”

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Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

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Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

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“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

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“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

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