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Adão Litro viabiliza recursos para reformas em colégios estaduais de São Jorge d’Oeste e Dois Vizinhos

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O deputado estadual Adão Litro (PSD) esteve nesta segunda-feira (18) no Colégio Estadual Padre José de Anchieta, em São Jorge d’Oeste, para assinatura de obra emergencial na unidade, que foi bastante danificada devido às chuvas de granizo que atingiram a região.

“Estivemos visitando o colégio no dia 5 de outubro junto com o chefe de núcleo de Educação, Dirsio Ferreira, e me comprometi em viabilizar os recursos para reforma da unidade. Hoje tenho a alegria de assinar o contrato para as obras, que já estão acontecendo”, disse o deputado.

Adão Litro destacou que, logo após a visita, entrou em contato com o deputado federal Paulo Litro (PSD) e realizou reunião com a presidente do   Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional (Fundepar), Eliane Teruel, que em conjunto com o governador Ratinho Junior, ajudaram a viabilizar recurso no valor de R$ 179.429,67 para recuperação da unidade.

Por ser um recurso emergencial as obras já estão em andamento, inclusive com a realização total da troca da cobertura do ginásio, e devem ser finalizadas nos próximos dias.

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“Quero agradecer ao governador Ratinho e toda sua equipe pela celeridade na liberação deste importante recurso, que irá garantir a estrutura adequada paraa o desenvolvimento das atividades letivas”, destacou Adão Litro.

Dois Vizinhos

O deputado Adão Litro também participou junto com o prefeito de Dois Vizinhos, Carlinhos Turatto, da assinatura de convênio para realização de reforma na Escola Estadual José de Anchieta. Serão destinados R$ 195 mil para recuperação da cobertura da unidade, que também foi castigada pelas fortes chuvas de granizo.

“Uma Educação forte necessita de estrutura adequada. Infelizmente o sudoeste sofreu com as chuvas esse ano, mas junto com o Governo do Estado, estamos buscando soluções para recuperar as unidades e aprimorar a estrutura disponibilizada para a população”, disse Adão Litro.

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Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

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Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

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“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

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“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

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