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Ouça o aúdio sobre o assunto: Abastecimento de água em Nova Aurora é pauta de reunião na Sanepar em Curitiba

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Comitiva se reuniu com chefe de gabinete do deputado Batatinha para abordar interrupção constante de abastecimento na cidade

O prefeito Pecinha, juntamente com os vereadores Rogério Petronilho, Claudinei Xavier e Reginaldo Bugliani, se reuniram nesta quarta-feira com o chefe de gabinete do Deputado Batatinha, Cleumar Farias, para discutir a preocupante crise de abastecimento de água que tem afetado a comunidade local, gerando inconvenientes e preocupações entre os moradores.

A reunião foi realizada na sede da Sanepar em Curitiba e contou com a participação do Fabrício Castilho, chefe de gabinete da presidência. Durante a reunião, os representantes da cidade apresentaram um panorama detalhado da situação atual, destacando os impactos negativos que a escassez de água tem tido na vida cotidiana dos cidadãos, afetando não apenas o consumo residencial, mas também atividades econômicas e a qualidade de vida em geral.

O chefe de gabinete do Deputado Batatinha expressou profunda preocupação com a situação. Ele destacou o compromisso do deputado com as questões de interesse público e a disposição de colaborar com a cidade para encontrar soluções eficazes para a crise de abastecimento de água.

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A partir deste encontro produtivo, um comitê de trabalho foi formado para dar seguimento às ações necessárias, se comprometendo a manter a comunidade informada sobre os progressos alcançados e a trabalhar de forma diligente para assegurar que os moradores tenham acesso a água de qualidade de maneira contínua e confiável.

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Projeto de lei que institui o mês “Abril Verde e Amarelo avança na CCJ

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Nesta quarta-feira (02/04), a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou o Projeto de Lei nº 66/2025, de autoria do deputado estadual Marcio Pacheco (PP). A proposta visa instituir o mês de abril como “Abril Verde e Amarelo” no estado, com o objetivo de promover ações de conscientização sobre a importância da defesa da propriedade privada e o enfrentamento das invasões de terras, além de incluir essa temática no Calendário Oficial de Eventos do Paraná.

O deputado Marcio Pacheco explica que o projeto tem como finalidade auxiliar os proprietários de terras a se organizarem e a estabelecerem uma comunicação mais eficaz com as forças de segurança pública. Isso, de acordo com o parlamentar, permitirá que, diante de qualquer suspeita de invasão — seja por parte do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ou de grupos indígenas, como tem sido observado em Terra Roxa, Guaíra e Palotina — as autoridades possam agir com maior rapidez. Pacheco enfatiza que o Poder Judiciário deve cumprir seu papel com a agilidade necessária para que as reintegrações de posse ocorram de forma célere.

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“Não se trata de espalhar medo, mas de afirmar que, no Paraná, não aceitamos isso. O legítimo dono da terra precisa ter voz. Discutir esse grave problema já é uma grande reação. Não podemos mais ser omissos ou coadjuvantes. Afinal, os proprietários têm total legitimidade para buscar a melhor maneira de se proteger. Isso é uma questão de gestão de crise”, destaca Pacheco.

Para o deputado, a proposta também serve como uma medida preventiva ao “Abril Vermelho”, período em que o MST realiza a Jornada Nacional de Lutas em Defesa da Reforma Agrária. Em um único dia do “Abril Vermelho” de 2024, de acordo com o parlamentar, o MST registrou 24 invasões em 11 estados, incluindo o Paraná. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA- Congresso Nacional), alerta para a possibilidade de um número recorde de invasões ocorrerem neste ano.

Além das invasões promovidas pelo MST, os agricultores paranaenses também enfrentam a ocupação de terras por povos indígenas. A Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) informa que, desde o final de 2023, nove propriedades rurais na região Oeste foram invadidas por indígenas. A reintegração de posse dessas áreas é de competência federal, o que limita a capacidade de reação do governo local.

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“A invasão de terras é crime, é ilegal e não é um método legítimo de reivindicação de direitos, pois contraria a legislação agrária vigente, que prevê instrumentos legais para a reforma agrária”, ressalta Pacheco. O deputado também destaca que essas ações geram violência, insegurança jurídica, riscos sanitários e impactos negativos na economia do Paraná.

A proposta de Pacheco segue o exemplo de um projeto similar aprovado na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, evidenciando a relevância da iniciativa em um contexto de crescente tensão fundiária.

Fonte: ALPR PR

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