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PCPR prende três integrantes de organizações criminosas responsáveis por desvios de malte de cervejarias do Brasil

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu três integrantes de organizações criminosas responsáveis por desviar malte de grandes cervejarias do Brasil. Estima-se que o prejuízo à indústria nos últimos 2 anos seja superior a R$ 40 milhões. 

A ação aconteceu simultaneamente em Ponta Grossa, Umuarama, Maringá, Alto Paraná, Contenda e Lapa. A PCPR ainda conta com o apoio da Polícia Civil do Rio Grande do Sul, no cumprimento de um mandado em Passo Fundo.  

Os indivíduos ainda foram autuados em flagrante por porte ilegal de arma de fogo. Durante a ação, os policiais cumpriram 33 mandados de busca e apreenderam quantias de malte adulterados, munições, documentos, cinco armas de fogo, fichas com anotações de grandes cervejarias e R$ 6 mil. 

Além disso, sete caminhões que foram montados com peças e motores de outros veículos foram apreendidos. 

INVESTIGAÇÕES- Durante as investigações de alta complexidade, três pessoas já foram presas em flagrante. Os indivíduos desviavam o malte da empresa inicial e, antes de entregar para a indústria de destino, abatiam o produto, misturavam com palha e, posteriormente, revendiam o malte original. 

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O delegado da PCPR Cássio Conceição afirma que a investigação iniciou com o requerimento da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF), em julho do ano passado, em que relataram que maltes das grandes cervejarias estavam sendo desviados, e, posteriormente, sendo misturados com outros produtos de baixa qualidade. “Apreendemos uma quantidade de produtos em um local, provavelmente misturados. Estamos aguardando a perícia para comprovar”, completa o delegado.

Conforme apurado, os integrantes das organizações criminosas atuavam nesta prática há alguns anos e ostentavam vidas de luxo, com carros esportivos e casas de alto padrão.

O diretor da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF) Rodolpho Ramazzini conta que receberam informações dos desvios de cargas de maltes, que estariam sendo encaminhados as cervejarias e trazendo risco à saúde dos consumidores com possível contaminação. “Imediatamente, informamos à PCPR que desenvolveu uma ótima investigação. É uma ação importante para proteger as empresas nacionais e consumidores, além de desmantelar o grupo criminoso”, finaliza Ramazzini.

Fonte: Polícia Civil do Paraná

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PCPR prende 22 pessoas suspeitas de integrar organização criminosa ligada ao tráfico em Ortigueira

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu 22 pessoas suspeitas de integrar uma organização criminosa ligada ao tráfico de drogas em Ortigueira. A ação contou com o apoio da Polícia Militar do Paraná (PMPR) e foi deflagrada manhã desta sexta-feira (4) simultaneamente nas cidades de Ortigueira, Telêmaco Borba, Londrina e Foz do Iguaçu. 

Cerca de 80 policiais civis e militares participaram da operação, que também teve a atuação de cães farejadores para aumentar a eficácia das buscas.

Das prisões realizadas, dezenove foram por mandado de prisão preventiva e três ocorreram em flagrante por tráfico de drogas e posse de arma de fogo. Quatro pessoas que eram alvos de mandados de prisão não foram localizadas e são consideradas foragidas.

Conforme o delegado da PCPR João Paulo Martins, durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão, foram apreendidas armas de fogo, munições, balança de precisão e celulares, além de grande quantidade em dinheiro e porções de maconha e cocaína.

INVESTIGAÇÃO – A primeira fase da operação foi deflagrada em julho de 2024 e resultou na prisão de nove pessoas e na coleta de diversos elementos de prova que permitiram a continuidade das investigações.

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“Foi possível constatar que vários membros seguiram com as práticas delituosas. Também identificamos outros membros desta organização, sendo o grupo responsável pela distribuição de entorpecentes no município de Ortigueira”, explica.

Segundo as investigações, pessoas ligadas ao grupo agiam com violência e chegaram a praticar homicídios para intimidar e manter o monopólio do tráfico de drogas na cidade.

“O grupo só autorizava que os traficantes locais revendessem a droga para o consumidor final se fosse adquirida deles, inclusive praticaram dois homicídios por essa razão”, completa.

Fonte: PJC PR

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