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Zaeli expande seus pontos de vendas e agora está em um dos principais atacarejos do Brasil

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Arroz, pipocas, farofas, azeitonas e achocolatados são alguns dos produtos que estarão nas unidades do Assaí no Paraná

 A Alimentos Zaeli, empresa paranaense com mais de 50 anos no mercado, anuncia a nova parceria da marca com as unidades paranaenses do Assaí Atacadista. Desde o mês de junho, consumidores passaram a encontrar os produtos da empresa nas 11 lojas do Assaí no Estado.

 

Esta é a primeira parceria da Zaeli com uma empresa que vende no atacado e varejo. “Apesar de já estarmos nos principais varejos em todo o Brasil, celebramos a nova parceria com o Assaí, que expande nossa marca em uma das principais redes do país. E o resultado já foi acima da projeção no primeiro mês de vendas”, comemora o diretor comercial da empresa, Fábio Zago.

 

A Zaeli possui em seu portfólio mais de 500 produtos em 26 diferentes linhas, contemplando farofas e pipocas – que são os itens mais vendidos da empresa -, arroz, molhos, achocolatados, conservas, temperos e outros.

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Sobre a Zaeli

 

A Zaeli Alimentos é uma empresa paranaense com 53 anos de história, que preza pela tradição e qualidade na fabricação de seus produtos, visando oferecer uma alimentação mais equilibrada às famílias de todo o Brasil. Sua história começou em 1969 como uma empresa varejista de arroz, atuante em Umuarama (PR) e região, e crescendo posteriormente para um parque industrial, comercializando seus produtos em várias regiões do país e exportando para América, Europa e Ásia.

 

A marca de seu mascote, o  “Zaelinho”, já faz parte da família brasileira há muitos anos, presente em mais de 500 produtos nas 26 linhas de alimentos produzidos pela empresa. Atualmente, a marca conta com milhares de pontos de vendas por todo o país, atendidos por 15 centros de distribuição e com a parceria de 20 distribuidores. A Zaeli emprega quase mil pessoas e gera renda para milhares de famílias, entre colaboradores diretos e prestadores de serviço.

 

https://www.lojazaeli.com.br/

Sobre a Zaeli 

A Zaeli Alimentos é uma empresa paranaense com 53 anos de história, que preza pela tradição e qualidade na fabricação de seus produtos, visando oferecer uma alimentação mais equilibrada às famílias de todo o Brasil. Sua história começou em 1969 como uma empresa varejista de arroz, atuante em Umuarama (PR) e região, e crescendo posteriormente para um parque industrial, comercializando seus produtos em várias regiões do país e exportando para América, Europa e Ásia.

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A marca de seu mascote, o  “Zaelinho”, já faz parte da família brasileira há muitos anos, presente em mais de 500 produtos nas 26 linhas de alimentos produzidos pela empresa. Atualmente, a marca conta com milhares de pontos de vendas por todo o país, atendidos por 15 centros de distribuição e com a parceria de 20 distribuidores. A Zaeli emprega quase mil pessoas e gera renda para milhares de famílias, entre colaboradores diretos e prestadores de serviço.

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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