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Universidades estaduais do Paraná voltam a se destacar em ranking global de sustentabilidade

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As universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG) e do Oeste do Paraná (Unioeste) estão novamente entre as principais instituições de ensino superior, em relação aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). A informação foi divulgada nesta quinta-feira (1º) no Impact Rankings 2023 da Times Higher Education (THE), revista vinculada ao jornal britânico The Times.

O ranking avaliou 47 universidades brasileiras, entre 1.519 instituições de 112 países de todos os continentes. A classificação se baseia em dados enviados pelas instituições, conforme indicadores estabelecidos para cada objetivo. O estudo apresenta uma classificação geral por país e um agrupamento por ODS.

A UEL figura em 10º lugar nacional e na posição global 1201-1500. Em relação aos ODS, a instituição ocupa lugar de destaque nos ODS 4 – Educação de Qualidade; 5 – Igualdade de Gênero; 7 – Energia Limpa; e 17 – Parcerias.

A reitora da UEL, Marta Regina Gimenez Favaro, explica que a universidade desenvolve ações de sustentabilidade que promovem o envolvimento de toda a comunidade acadêmica. “Estamos falando de uma universidade que se preocupa com os ODS e que os coloca em prática efetivamente. É um trabalho que tem sido feito de forma cuidadosa, de forma respeitosa, compromissada e competente por todos aqueles que promovem as ações através de projetos de pesquisa, extensão, pelas ações de serviço à sociedade, pelos nossos projetos de ensino”, disse.

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Marta destaca o compromisso da universidade com a Agenda 2030. “Recentemente foi lançado o Portal de Sustentabilidade da Universidade Estadual de Londrina, por enquanto estamos com 120 projetos alinhados com os ODS. Isso reforça o compromisso da universidade em responder a essa demanda mundial de respeito e de ação em relação ao que foi estabelecido na agenda 2030”, completou.

A UEM está classificada na 11ª colocação entre as universidades brasileiras, seguida pela Unioeste e a UEPG, que ocupam a 19ª e a 32ª posições, respectivamente. As três instituições apresentaram alto desempenho em relação aos seguintes ODS: 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável; 4 – Educação de Qualidade; 5 – Igualdade de Gênero; 6 – Água Potável e Saneamento; 7 – Energia Limpa; 8 – Trabalho e Crescimento Econômico; 16 – Justiça; 17 – Parcerias.

Além das estaduais, o ranking também destaca a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

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ODS – Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável fazem parte da chamada Agenda 2030, um pacto global assinado durante a Cúpula das Nações Unidas, em 2015, pelos 193 países membros. Essa agenda é composta por 17 objetivos que se desdobram em 169 metas, com foco em superar os principais desafios para o crescimento sustentável global até o ano de 2030.

COMPROMISSO – O Governo do Estado do Paraná, por meio do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico e Social (Cedes), vem priorizando o planejamento, execução e monitoramento de políticas públicas voltadas para o desenvolvimento sustentável do Paraná. O intuito é ampliar, cada vez mais, o retorno social das ações governamentais, a partir da implementação e interiorização dos ODS.

Fonte: Governo PR

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Decreto isenta de ICMS biogás, biometano e combustível sustentável de avião no Paraná

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior assinou nesta segunda-feira (05) o Decreto nº 9.817 que concede isenção sobre o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) em operações para aquisições de bens destinados à fabricação de combustível sustentável de aviação (SAF, na sigla em inglês), biometano, biogás, metanol e CO2. 

Além disso, o decreto também concede a isenção do ICMS na aquisição de máquinas, equipamentos, aparelhos e componentes para geração de energia a partir do biogás, como bombas de ar ou de vácuo, compressores de ar ou de outros gases e ventiladores; coifas aspirantes, contadores de gases. As duas medidas buscam tornar o Paraná mais competitivo na atração de negócios em energia renovável, alavancando o desenvolvimento estadual.

O decreto internaliza os convênios 161/2024 e 151/2021, aprovados pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) durante o Encontro Nacional dos Secretários da Fazenda em dezembro. Com a regulamentação, as isenções já estão em vigor. 

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De acordo com o secretário estadual da Fazenda, Norberto Ortigara, a ideia é justamente estimular investimentos em combustíveis sustentáveis no Paraná, colocando o Estado em posição de destaque no cenário nacional. “Queremos consolidar o Paraná como uma referência e um polo na produção de novas energia e incentivos fiscais, como a isenção do ICMS, são formas de pavimentar esse caminho, estimulando investimentos no setor”, explica.

Um dos objetivos da iniciativa, aponta Ortigara, está em tornar o biometano economicamente viável. “O Paraná já é o maior produtor de proteína animal do Brasil, então queremos aproveitar o potencial que já existe aqui para fomentar a cadeira de biogás e biometano. Temos potencial para sermos uma Arábia Saudita do combustível renovável”, diz. “É usar dejetos de animais para gerar energia e, com as novas isenções, facilitamos o caminho para tornar o Estado ainda mais sustentável”.

SUSTENTABILIDADE – Os esforços do Paraná em se tornar referência na produção de combustíveis sustentáveis a partir do reaproveitamento do potencial agrícola não se limita apenas à isenção do ICMS. Embora a medida assinada pelo governador estimule ainda mais o setor, o Estado já aposta na geração de energia renovável também por meio de outros programas, como o Paraná Energia Rural Renovável (RenovaPR).

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Executado pelo IDR-Paraná, ele incentiva os produtores rurais a produzir sua própria energia ou combustível. O Estado também subsidia os juros dos empréstimos usados pelos produtores para a implantação de projetos de energia renovável, por meio do Banco do Agricultor Paranaense.

Segundo levantamento do Centro Internacional de Energias Renováveis (Cibiogás), o Paraná lidera com folga o número de plantas de biogás na região Sul, com 426 unidades instaladas, 348 delas da agropecuária. Em Santa Catarina são 126 plantas e no Rio Grande do Sul 84. O Paraná foi responsável com 53% do volume de geração de biogás na região no ano passado, com 461 milhões de metros cúbicos normais. .

Fonte: Governo PR

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