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Uma das provas mais antigas do País, Rally da Graciosa abre o Campeonato Brasileiro de 2024

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O 37º Rally da Graciosa será realizado nesta semana, de quinta-feira a sábado (13 a 15), abrindo a edição 2024 do campeonato brasileiro deste esporte. A prova, que é uma das mais antigas do Brasil, terá neste ano grande parte do trajeto original, nas estradas de Antonina, Morretes e Quatro Barras, incluindo a subida da Serra da Graciosa, um dos trechos mais especiais do certame.

O evento faz parte dos Jogos de Aventura e Natureza (JANs), promovidos pelo Governo do Estado e realizados pela Secretaria do Esporte (SEES). Os JANs integram a prática esportiva, o turismo e a preservação ambiental em um evento itinerante, gerando impactos positivos tanto para a comunidade esportiva quanto para a economia local.

A organização do campeonato espera em torno de 20 carros na competição, que é dividida em três categorias: Rally 5 para carros de produção 4×2; Rally 4 para carros 4×2 preparados; e Rally 2 para carros com tração integral. Entre as duplas, além dos atuais campeões brasileiros, Federico Ensslin / Martin Villete, grandes nomes são aguardados, inclusive a estreia do novo carro da Evandro Carbonera / Jean Paulo Klein, um Hyundai HB20 turbo.  

“O Rally da Graciosa é um dos mais tradicionais do país e vai atrair bons competidores, grandes pilotos para o nosso Litoral, um fim de semana de muita emoção e aventura pela estrada histórica da Graciosa”, afirma o diretor de inovação da SEES, Tiago Campos.

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Ele observa que, além de ser uma prova de asfalto, o que não é muito comum nas etapas de rally no Brasil, o evento da Graciosa terá uma programação diferenciada para atender aos diversos públicos envolvidos. A competição será realizada sexta e sábado, 14 e 15 de junho, mas as atividades começam na quinta-feira, dia 13, com a largada promocional na Estação Ferroviária de Antonina.

PÚBLICO – Para o público, a organização disponibilizou um mapa com os pontos mais interessantes para assistir de perto e, para quem quiser acompanhar de perto a famosa SS Graciosa, a viação Graciosa traz uma inovação: haverá um transporte 3 horas antes da largada, partindo do portal da Serra da Graciosa e do trevo de São João da Graciosa, com parada em todos os recantos da serra. Dessa forma menos carros serão estacionados em locais proibidos durante a competição.

O 37º Rally da Graciosa é válido como 1ª etapa do Campeonato Brasileiro de Rally, 3ª e 4ª etapa do Campeonato Paranaense de Rally de Velocidade e conta com apoio da Peugeot Le Lac, Viação Graciosa, Restaurante Gusso, Secretaria de Esportes do Paraná, Viaje Paraná, Secretaria de Turismo de Antonina, prefeituras de Antonina, de Morretes e de Quatro Barras. Mais informações em www.rallydagraciosa.com.br

Confira a programação:

Quinta-feira – 13 de junho de 2024

              17h: Exposição dos carros – Praça Carlos Cavalcanti – Antonina

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             19h: Largada Promocional – Estação Ferroviária de Antonina

Sexta-feira – 14 de junho de 2024

            09h: Início do Shakedown (treino oficial) – Acesso secundário de Morretes

           11h: Encerramento do Shakedown

·         12h: Briefing

·         13h50: Saída do primeiro carro do Parque de Apoio

·         14h23: SS1 Graciosa

·         15h01: SS2 Dom Pedro 1

·         15h39: SS3 Dom Pedro 2

·         17h09: Entrada do primeiro carro no parque fechado – Campo de Futebol do Vasquinho

Sábado – 15 de junho de 2024

·         08h25 Saída do primeiro carro do parque de serviços

·         08h58 SS4 Antonina – São João 1

·         09h36 SS5 Antonina – São João 2

·         10h14 SS6 Antonina – São João 3

·         11h04: Parque de Serviços B

·         12h42: SS7 Guaraqueçaba

·         13h17: SS8 Cacatu

·         13h55: Parque de Serviços C

·         15h33: SS9 São João – Antonina 1

·         16h11: SS10 São João – Antonina 2

·         16h49: SS11 São João – Antonina 3 (Power Stage)

·         17h09: Chegada do primeiro carro no parque fechado (Ponta da Pita)

·         18h00: Premiação (Ponta da Pita)

Serviço:

37º Rally da Graciosa

Data: quinta-feira a sábado (13, 14 e 15)

Largada: Antonina

Organização: RPMC – Rallye & Pista Motor Clube

Informações: www.rallydagraciosa.com.br

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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