NOVA AURORA

PARANÁ

Turismo rural: Estado promove oito Caminhadas da Natureza em julho

Publicado em

Para promover o turismo rural, o Governo do Estado, por meio do IDR-Paraná, promove ainda em julho oito novas Caminhadas da Natureza. Elas vão acontecer em Mandirituba (14 de julho), Ourizona (14 de julho), Cerro Azul (21 de julho), Mamborê (21 de julho), Paranaguá (21 de julho), Piraí do Sul (21 de julho), Rondon (21 de julho) e Sarandi (28 de julho).

A caminhada de Mandirituba percorre o circuito Mãe da Mata. Ela começa na Igreja Católica do Chimboveiro, tem 12 quilômetros de distância e tem 2 mil vagas disponíveis (400 pessoas já se inscreveram). O trajeto percorre propriedades de 15 famílias rurais e os tradicionais campos de camomila da cidade. Também estão previstos um café da manhã e um almoço.

Em Ourizona, a caminhada percorre o circuito da Festa do Milho, com 11 quilômetros de extensão. São 999 vagas. O trecho percorre plantações, pequenas cachoeiras e propriedades rurais da cidade, que fica nas imediações de Maringá. É necessário levar um quilo de alimento não perecível.

O dia 21 de julho terá cinco caminhadas. Em Cerro Azul, o circuito Caminhada do Bom Sucesso tem 10 quilômetros de extensão. Perto da Capital também serão realizadas a Caminhada Serra da Prata, em Paranaguá, com 11 quilômetros de extensão, com saída na Comunidade Maria Luiza, e o Circuito Cerro da Onça, em Piraí do Sul, com saída a partir do Santuário Nossa Senhora das Brotas, um dos mais suntuosos do Paraná. A caminhada tem 12 quilômetros de extensão e pode abrigar até 999 pessoas.

Leia Também:  Viaduto interditado na PR-445 pode ter uma das marginais liberadas neste sábado (28)

Em Mamborê, o Circuito do Gavião tem 10 quilômetros e pode receber até 2 mil pessoas. Os participantes passarão por trilhas e estradas e terão a possibilidade de contemplar cachoeiras e uma igreja subterrânea. Em Rondon, o Circuito Caminhos do Morango tem 13 quilômetros de extensão. Os turistas e moradores locais podem ter contato com plantações de morango e conhecer um pouco da história da agricultura familiar da cidade da região Noroeste.

Além dessas já estão confirmadas quatro caminhadas mês que vem: Engenheiro Beltrão (4 de agosto), Terra Rica (4 de agosto), Antônio Olinto (18 de agosto) e Maringá (18 de agosto). Ainda há dezenas de circuitos previstos até o fim do ano. O calendário completo dos eventos pode ser consultado AQUI. As inscrições devem ser feitas no mesmo site.

PROJETO – As Caminhadas na Natureza existem desde 2007 como uma política pública da Secretaria Estadual da Agricultura e do Abastecimento (Seab). Além de valorizar a cultura local, o turismo rural se solidifica como mais uma fonte de renda para as famílias envolvidas na atividade. Em 2023, 97 circuitos das Caminhadas da Natureza atraíram 63 mil pessoas, que injetaram cerca de R$ 1,6 milhão na economia das cidades.

Leia Também:  Governador anuncia R$ 10 milhões para nova maternidade e pavimentação em Guaratuba

De maneira geral, todas as caminhadas possuem pontos de parada, banheiros disponíveis, café da manhã com confraternização dos participantes, carros de apoio e possibilidade de almoço em algum dos pontos de parada. O IDR-Paraná e as Prefeituras ajudam a organizar os roteiros e promover os circuitos, o que ajuda a potencializar a economia de pequenas propriedades das cidades.

Fonte: Governo PR

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

PARANÁ

Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

Published

on

By

Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

Leia Também:  Mesmo com leve aumento de preços em abril, inflação acumulada desacelera no Paraná

Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

Leia Também:  Viaduto interditado na PR-445 pode ter uma das marginais liberadas neste sábado (28)

LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

PARANÁ

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA