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TI na prática: alunos do Talento Tech fazem visita imersiva na Smart City Expo Curitiba

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Os alunos do Talento Tech marcaram presença na Smart City Expo Curitiba 2025, maior evento de cidades inteligentes das Américas. Ao todo 120 alunos matriculados no programa estadual de qualificação profissional em Tecnologia da Informação participaram de um dia de visita à feira de inovação em conjunto com 40 assistentes do programa, entre professores, assistente e coordenadores.

O secretário da Inovação, Alex Canziani acompanhou os alunos na passagem pelo stand do Governo do Estado, o Smart Paraná, onde estão sendo realizadas apresentações de projetos e investimentos nas áreas de inovação, tecnologia, empreendedorismo e governança.

“Foi uma alegria enorme poder ver de perto o entusiasmo desses jovens com o programa, com as oportunidades que estão sendo geradas e todo o futuro que eles vão poder construir com essa formação que estão recebendo. Com certeza é uma iniciativa que está transformando não só a vida desses jovens, como das suas cidades e consequentemente do Paraná”, disse.

Desenvolvido de forma conjunta pelas secretarias da Inovação, Modernização e Transformação Digital (SEI), Planejamento (SEPL), Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Educação (Seed), Fundação Araucária e Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), o programa Talento Tech conta com um investimento de R$ 62 milhões e tem como objetivo capacitar jovens para atuar no setor de tecnologia, promovendo formação gratuita e conexão com o mercado de trabalho.

Moradores de Tunas do Paraná, cidade com pouco mais de 6.300 habitantes segundo o último censo do IBGE, o trio de amigos Dhyan Carlo (16 anos) Fellipe Amaral (17 anos) e Samuel de Souza Burkner (19 anos) estão no último módulo do curso do Talento Tech, que consiste na criação de um projeto em conjunto com as empresas parcerias do programa.

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Para Fellipe, o Talento Tech se tornou um importante instrumento para agregar na sua formação profissional. “Esse último ano no Talento Tech foi muito legal porque no começo eu não entendia muito sobre essas coisas de programação, códigos e linguagens, e agora eu consigo ter mais noção de como funcionam essas tecnologias”, disse.

Samuel conta sobre a experiência positiva de participar da feira e ver na prática tudo que havia estudado durante o curso. “Foi bem legal poder participar das palestras, ver produtos que usam inteligência artificial e outras coisas que a gente viu nos últimos módulos sendo aplicados, então foi um aprendizado bem interessante poder ver pessoalmente o que vimos antes na teoria”, afirmou.

Próximo do final do curso, Dhyan reflete sobre como usar seus conhecimentos para trazer benefícios para sua comunidade. “A base é o estudo, é isso que vai fazer a nossa mente se abrir e pensamos no que vamos poder fazer pela sociedade, o que a gente vai desenvolver para melhorar a vida das pessoas”, disse.

Dhyan conta ainda que já está com a cabeça pensando no futuro. “Eu tenho certeza que tudo que aprendi vai dar um grande salto para a minha vida, como pensar na faculdade que vou fazer, ou já engrenar em um emprego quando terminar o curso. Toda essa experiência vai ser muito importante para que lá na frente eu me torne um profissional melhor”, finalizou.

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A professora da UEPG e coordenadora do programa, Paola Scortegagna, explica que a ideia de levar os alunos para o Smart City foi possibilitar um contato maior com tecnologias que vêm sendo criadas que impactam diretamente o cotidiano de pessoas ao redor do mundo.

“Embora exista o acesso à informação, esses jovens muitas vezes por estarem em cidades com uma infraestrutura menor não conhecem esse universo da tecnologia de perto. É uma forma deles verem o mundo por si mesmos, com os próprios pés. Trouxemos alunos dos mais diversos lugares, do Norte, do Oeste, alguns ficaram viajaram mais de oito horas, porque viram o potencial que isso traz para a formação deles”, disse

Durante a duração do programa serão 1.000 alunos por ano qualificados no curso, sendo 500 do ensino médio e 500 do ensino superior. O objetivo é formar 3.000 jovens até o final dos três anos do programa de qualificação. Participam do Talento Tech estudantes dos 50 municípios com as menores classificações no Índice Ipardes de Desempenho Municipal (IPDM).

Fonte: Governo PR

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Escolas do Paraná que ofertam tempo integral recebem mais 3 mil kits de robótica

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Mais 100 escolas estaduais de todas as regiões do Paraná que ofertam educação em tempo integral estão recebendo do Governo do Estado, ao longo deste mês, 3 mil kits de robótica. Com essa entrega, chega a 23 mil o número de kits distribuídos às unidades paranaenses desde 2021.

“Com essa nova remessa, reforçamos mais uma vez que na rede estadual a inovação. A programação e a robótica estão lado a lado com o conteúdo pedagógico”, diz o secretário estadual da Educação, Roni Miranda. “É exatamente isso que temos buscado nas mais de 2 mil escolas da rede do Estado. É muito bom saber que os alunos que passam mais tempo na escola podem desenvolver mais e mais habilidades”.

O investimento nessa nova leva de kits foi de R$ 1,8 milhão, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), destinados ao programa Escola em Tempo Integral, uma parceria do Ministério da Educação com a Secretaria da Educação do Paraná.

Entre os componentes eletrônicos estão  adaptadores de Wi-Fi, pilhas, baterias, displays, fitas de led, minisensores e resistores. Uma série de circuitos eletrônicos de comandos e peças que são utilizadas durante as aulas de Programação, Pensamento Computacional e Robótica, todas inseridas na grade curricular das escolas estaduais.

INVESTIMENTOS – Atualmente, mais de 160 mil alunos da rede têm acesso a práticas de robótica. O componente de programação chega a cerca de 500 mil estudantes de escolas estaduais. Os números foram alcançados após os investimentos de mais de R$ 30 milhões na compra dos kits – 2.577 unidades em 2021 e 18.380 no ano seguinte.

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Foi por meio do aprendizado nas aulas de Robótica que um grupo de alunos do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Vereador José Balan, de Umuarama, construiu um protótipo de robô autônomo para auxílio no combate ao Aedes aegypti em sala de aula. A iniciativa dos estudantes é um exemplo de como a introdução da tecnologia no processo de ensino e aprendizagem na rede estadual de ensino faz a diferença na formação dos jovens, estimulando a inovação e o empreendedorismo.  

Outro robô, desenvolvido por alunos do município de Toledo, na região Oeste do Paraná, auxilia na locomoção de pessoas com deficiência visual. Participaram deste projeto alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Cívico Militar Frentino Sackser, sob o olhar atento do professor de Robótica Willian Joel Monteiro.

A ideia foi justamente construir um protótipo inicial de robô-guia utilizando sensores ultrassônicos, que fazem parte do kit de robótica para a detecção de barreiras, e um módulo player mini fornecendo feedback auditivo para informar o usuário sobre a presença e localização de obstáculos de forma precisa e intuitiva.

“Esse protótipo visa proporcionar uma solução acessível e complementar às ferramentas tradicionais, como bengalas e cães-guia, com potencial para aprimorar a autonomia e segurança dos deficientes visuais”, aponta o docente.

OUTROS EXEMPLOS – O forte investimento da Secretaria da Educação do Paraná na área da robótica tem angariado bons resultados  para os alunos da rede estadual, que ganham destaque ao se classificarem em competições nacionais, como as de luta de robôs construídos por estudantes. Caso da equipe de robótica do Colégio Estadual Pedro Boaretto Neto, de Cascavel, que participou, em julho do ano passado, da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo, realizado em São Paulo.

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Um grupo de Maringá, no Noroeste, utilizou os conhecimentos da matéria de Pensamento Computacional para transportar a escola para dentro de um jogo de computador, em que a instituição se tornou um cenário distópico para uma luta contra zumbis, que supostamente, pretendiam atacar o ambiente escolar. 

REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA – Com a conexão de internet por fibra ótica na maior parte das escolas paranaenses, ampliou-se não apenas o ensino da Robótica e Programação, mas também o uso dos recursos digitais educacionais, como o Redação Paraná, que desenvolve a escrita nos  gêneros textuais e temas atuais; o Leia Paraná, de leitura digital com mais de 300 mil títulos lidos em 2024.

Outros recursos são o Matemática Paraná, com 30 milhões de atividades realizadas; o Inglês Paraná, com mais de 6 milhões de atividades concluídas; o Desafio Paraná e a Prova Paraná Digital, que neste ano chegou a  230 mil estudantes dos 8º e 9º anos com quase sete milhões de questões respondidas.

Fonte: Governo PR

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