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Tecpar inicia estruturação de laboratório para pesquisas de biogás e biometano

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O Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) está em processo de estruturação de um novo laboratório, voltado à pesquisa de biogás e biometano. Para isso, adquiriu um equipamento que realiza análises automáticas do potencial de cada insumo na geração de energia renovável.

Nesta primeira etapa, a intenção é validar metodologias com testes no aparelho, que irá realizar análise do potencial de geração de metano de biomassas diversas destinadas à produção de biogás por meio do processo de digestão anaeróbia, explica o coordenador do projeto Bill Costa, químico, com mestrado e doutorado em engenharia de materiais.

“Após a aquisição do equipamento e sua montagem em laboratório, iniciamos alguns testes experimentais com resíduos de alimentos para melhor conhecimento da operacionalização do instrumento e de manipulação das amostras de biomassa. Essas atividades têm por objetivo a elaboração de um procedimento operacional padrão e posteriormente a validação da metodologia”, destaca.

A biomassa é toda a matéria orgânica vegetal ou animal usada como fonte de energia limpa, como no caso o biogás e o biometano, biocombustíveis produzidos a partir desses materiais orgânicos. Já a digestão anaeróbia é um processo de degradação da matéria orgânica por microrganismos para a produção de energia.

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A intenção do Tecpar é, após operacionalização do laboratório – o que deve acontecer até o fim do ano –, realizar pesquisa aplicada, ou seja, atuar junto a indústrias e outros interessados que busquem a produção de biogás a partir da biomassa, com a oferta de novas soluções tecnológicas. 

“Como instituto de ciência e tecnologia, o Tecpar busca resolver problemas dos mais variados segmentos da sociedade. Com o novo laboratório, poderemos apoiar indústrias que queiram gerar sua própria energia com as soluções laboratoriais e com nossa equipe especializada”, salienta o diretor-presidente do Tecpar, Celso Kloss.

PLANO DE GOVERNO  A implantação do Laboratório de Pesquisa de Biogás e Biometano no Tecpar está em linha com as metas definidas pelo Governo do Estado ao instituto. O Tecpar tem como objetivo, até 2026, ampliar o portfólio de serviços com ensaios laboratoriais inéditos na área da saúde e do meio ambiente. Com isso, o instituto ofertará novos serviços e agregará valor às soluções disponibilizadas à sociedade.

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META DE BIOMETANO – O Governo do Paraná assinou neste ano um pacto com outras entidades federais e municipais, além do setor privado, para ampliar a implantação do biogás e biometano no meio rural. O documento foi assinado durante o Show Rural Coopavel 2024 e estabelece como principal estratégia o fortalecimento do Programa Paraná Energia Rural Renovável (RenovaPR). O documento também prevê um uso mais extenso do biometano para substituir, com menos impacto ambiental, os combustíveis automotivos tradicionais e também a lenha e o GLP.

Fonte: Governo PR

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Estado incentiva inscrições para 2ª Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia

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Estão abertas as inscrições para a 2ª edição da Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia (Obict), competição de conhecimentos específicos na área voltada para alunos desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio ou Ensino Médio Técnico das redes públicas e privadas de todo o País.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de forma online pelo site www.obict.com.br/ ou pelo aplicativo Olímpico, disponível para os sistemas iOS e Android, até o dia 14 de abril, às 22h. As inscrições podem ser feitas pelos professores responsáveis das instituições de ensino, quanto de forma avulsa pelos alunos interessados.

Na primeira edição da Obict, o Paraná já demonstrou ser uma potência na competição. Além de ser o Estado com mais inscritos em todo o País (3.118 de 36.500 alunos), três estudantes do município de Borrazópolis, no Vale do Ivaí, conquistaram medalhas de ouro.

Para o secretário estadual da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, o Paraná tem todos os recursos para se destacar novamente na segunda edição da Olimpíada. “Vamos fazer um trabalho muito forte em conjunto com outras secretarias, principalmente a de Educação, para que nossos alunos participem ativamente da competição e que neste ano possam ter ainda mais alunos sendo premiados”.

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Os medalhistas de ouro, Gabriel Telles, João Paulo Machado Filho e Kauê dos Santos, cursam o 1º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual José de Anchieta, mas foram premiados na categoria Ensino Fundamental, pelo desempenho nas provas aplicadas em 2024, quando então estavam matriculados na Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, também em Borrazópolis.

“Os estudantes paranaenses têm se destacado em competições como a Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia, e isso é fruto de um trabalho contínuo direcionado à inovação e à inclusão de componentes curriculares como programação e robótica nas escolas paranaenses. Você que é estudante da rede estadual, inscreva-se na olimpíada, e você, professor, incentive seus estudantes a participarem. Vamos, juntos, mostrar a qualidade da educação paranaense para todo o Brasil”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.

COMO FUNCIONA – A Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia será dividida em quatro fases, sendo as duas primeiras de forma online e as duas últimas, presenciais. A primeira fase é a online e acontece entre os dias 2 e 14 de abril, com uma prova que utiliza recursos multimídia e com possibilidade de consulta. A segunda está prevista para entre os dias 21 e 27 de abril, também no formato online, mas sem possibilidade de consulta.

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A terceira etapa, marcada para 30 de maio, será presencial e aplicada em diversos polos ao redor do Brasil. A quarta e última fase também acontece de forma presencial, com data e local a serem divulgados pela organização da competição.

São quatro categorias: Júnior, para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental; Sênior, para alunos do Ensino Médio e Técnico; a categoria livre, aberta para adultos e familiares acompanharem e incentivarem os jovens, e por fim a categoria para estudantes de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, novidade da segunda edição da Obict.

A inclusão da nova categoria visa estimular desde cedo o interesse de crianças pelos estudos em ciência, tecnologia e inovação, além do espírito competitivo. Todos os alunos inscritos recebem certificados de participação, e os melhores colocados recebem uma medalha exclusiva ao final da competição.

Fonte: Governo PR

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