NOVA AURORA

PARANÁ

Servidores de Ponta Grossa e região têm novo local para atendimento de saúde

Publicado em

A partir da próxima segunda-feira (1°) os servidores que atuam em Ponta Grossa e na região e utilizam o Sistema de Assistência à Saúde (SAS) deverão buscar atendimento no Hospital São Camilo, localizado na Rua Siqueira Campos, 800, no bairro Uvaranas, no município da região dos Campos Gerais.

O hospital venceu a licitação para prestação de serviços e a transição de atendimentos com a Santa Casa de Misericórdia – atual prestador de serviço – vai acontecer de maneira gradual, respeitando os prazos previstos em contrato.

De imediato, o Hospital São Camilo atenderá casos de Pronto Atendimento (urgência e emergência), além dos tratamentos contínuos que não podem ser interrompidos.

Na sequência serão marcadas consultas eletivas, exames e cirurgias. Caso haja necessidade de acesso aos prontuários médicos, a solicitação e retirada de documentos deve ser realizada pelo próprio servidor ou representante legal na recepção da Santa Casa de Ponta Grossa.

As cirurgias, consultas ou demais procedimentos agendados antes do novo contrato ainda serão executados pela Santa Casa de Ponta Grossa.

Leia Também:  Com tributo a Dalton Trevisan, elenco da nova montagem do TCP inicia ensaios no Guaíra

Além dos servidores que atuam em Ponta Grossa, o Hospital São Camilo será referência para os servidores de Arapoti, Carambeí, Castro, Fernandes Pinheiro, Guamiranga, Imbaú, Imbituva, Ipiranga, Irati, Ivaí, Jaguariaíva, Ortigueira, Palmeira, Piraí do Sul, Rebouças, Reserva, Rio Azul, Sengés, São João do Triunfo, Teixeira Soares, Telêmaco Borba, Tibagi e Ventania.

OUVIDORIA – Dúvidas e reclamações podem ser encaminhadas para a Ouvidoria do SAS neste link.

SAS – O Sistema de Assistência à Saúde (SAS) é um benefício do servidor paranaense e seus dependentes legais, sem nenhuma contrapartida financeira do funcionário. O SAS assegura cobertura assistencial médico, hospitalar e ambulatorial em todo o estado. Em 2022, 156.746 pessoas foram atendidas, o que representa quase 50% das pessoas que têm direito ao benefício. Além disso, foram mais de 2,3 milhões de atendimentos realizados entre janeiro e dezembro.

Fonte: Governo PR

Leia Também:  Polícia Penal do Paraná capacita servidores como operadores de drones

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

Published

on

By

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

Leia Também:  CRAS de Nova Aurora realiza palestra para gestante em parceria com o Secretaria de Saúde

O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

Leia Também:  Defesa Civil Estadual entrega mais de 2 mil telhas a famílias afetadas por tempestades em Morretes e Antonina

A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

PARANÁ

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA