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Separtec+ aprova planejamento estratégico até 2030

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O Planejamento Estratégico do Sistema Estadual de Ambientes Promotores de Inovação (Separtec+) 2024-2030 foi aprovado na X Reunião Ordinária do Conselho Estadual de Parques Tecnológicos, realizada nesta segunda-feira (29). O encontro contou com a participação de mais de 60 pessoas entre representantes das instituições que acompanharam presencial ou remotamente.

Entre as ações aprovadas estão a nova oferta do curso de especialização em Gestão de Ambientes Promotores de Inovação (GAPI), credenciamento de novos ambientes de inovação, promoção e realização de eventos na área.

O planejamento foi desenvolvido de forma coletiva para impulsionar os ambientes de inovação localizados no Paraná. De acordo com o secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, os ambientes de inovação credenciados pelo Separtec demonstram um novo posicionamento do Governo do Estado em relação aos incentivos às pesquisas e à inovação.

“Eu denomino de virada conceitual. O Separtec deixou de ser, estritamente, um sistema que olha para parques tecnológicos e passou a olhar para ambientes promotores de inovação, de forma mais ampla”, explicou o secretário.

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Com a abrangência de atuação, a nomenclatura do Sistema foi alterada. Os conselheiros aprovaram a alteração de Sistema Estadual de Parques Tecnológicos do Paraná (Separtec) para Sistema de Ambientes Promotores de Inovação (Separtec+).

Os 188 ambientes credenciados estão localizados em 42 cidades paranaenses e são qualificados em 10 categorias: aceleradoras; agências de inovação; centros de inovação; espaços maker; hubs de inovação; incubadoras; pré-incubadoras; e parques tecnológicos em operação, em implantação e em planejamento.

Está prevista a abertura de um novo edital para credenciamento de novos ambientes ainda no primeiro semestre de 2024.

Outra ação deve ser a abertura de uma nova turma do curso de especialização em Gestão de Ambientes Promotores de Inovação (GAPI), no segundo semestre de 2024. O curso aborda temas ligados ao ecossistema da inovação, e é voltado para a qualificação de servidores públicos. Esta será a segunda turma do curso, a primeira edição finaliza em maio de 2024 com a formação de mais de 100 especialistas.

Outros assuntos como os registros de patentes no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), financiamento por instituições privadas, atração e retenção de empresas também foram abordados durante a reunião.

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CONSELHO – O Conselho Estadual dos Parques Tecnológicos foi instituído pelo Decreto nº 5145/2016. É presidido pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e formado por representantes do governo e de instituições representativas da sociedade. Está estruturado em sete câmaras técnicas: Universidade & Empresa, Marco Legal, Gestão & Governança, Fomento e Financiamento, Mobilização e Marketing, Transformação Digital E-Gov e Internacionalização.

Fonte: Governo PR

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Portos do Paraná realiza oficina de coleta e despolpa do açaí juçara em comunidade no Litoral

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Moradores da no Litoral do Paraná, participaram nesta quarta-feira (02) da 2ª Oficina de Coleta, Higienização e Despolpa de Juçara, fruta semelhante ao açaí amazônico. A iniciativa da Portos do Paraná busca estimular uma nova fonte de renda para as comunidades locais, predominantemente compostas por pescadores, além de promover a preservação da palmeira juçara, espécie ameaçada de extinção.​

“Com o conhecimento da despolpa dos frutos, é possível uma mudança cultural, possibilitando renda às comunidades e incentivando o plantio das sementes”, destacou o diretor de Meio Ambiente da Portos do Paraná, João Paulo Santana.​

A oficina integra o Programa de Educação Ambiental (PEA) da Autoridade Portuária e surgiu como uma demanda dos próprios moradores. “No Sul do Brasil basicamente não temos a cultura do aproveitamento deste fruto. Já no Norte, é muito comum. Estamos trazendo a oficina para estimular esta nova opção”, explicou o coordenador de Sustentabilidade da Portos do Paraná, Pedro Pisacco Pereira Cordeiro. “A sementinha roxa produz um açaí de excelente qualidade”.​

O Instituto Juçara de Agroecologia conduziu as atividades teóricas e práticas. “A coleta da juçara no Litoral é feita entre março e maio. É neste período que a palmeira vai frutificar e os cachos com os frutos vão amadurecer”, comentou o vice-presidente do Instituto, Rafael Serafim da Luz.​

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O fruto da juçara é semelhante ao açaí da Amazônia, porém, a palmeira nativa das áreas litorâneas de Mata Atlântica, Euterpe edulis, difere das palmeiras que produzem o açaí tradicional da região Norte do país. O “açaí juçara” é rico em antocianina, um antioxidante que confere a coloração roxa escura, muito semelhante ao açaí amazônico. Além do fruto, a palmeira também é conhecida por produzir o palmito juçara.​

O fruto é extremamente rico em ferro e cálcio, elementos que complementam muito bem a alimentação. “É uma planta que se desenvolve super bem, de fácil manejo. E a gente vê na casa das pessoas, faz parte da paisagem dos caiçaras”, pontuou Serafim da Luz.​

SELEÇÃO DE GRÃOS – A merendeira Adi Fátima Lourenço possui algumas palmeiras no quintal de casa, uma das quais foi utilizada durante a oficina. “A gente se criou subindo nos pés de juçara, mas não sabia fazer os sucos. E essa oficina vai ajudar na renda mesmo. Dá pra fazer bolo, pão. É um diferencial que as pessoas sempre estão procurando”, comentou Adi.​

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Durante a coleta e higienização, ocorre a seleção dos grãos maduros e sadios, que passam por um processo de lavagem com água sanitária para a esterilização das bactérias. Após o enxágue, eles são encaminhados para a despolpadeira, que remove os caroços, sementes ou cascas, resultando em um líquido engrossado e peneirado.​

CURSOS E OFICINAS –  Pelo Programa de Educação Ambiental, a Portos do Paraná realizou, desde 2019, dezenas de oficinas de capacitação e cursos profissionalizantes gratuitos para comunidades litorâneas do Estado.

As iniciativas buscam promover, além de práticas permaculturais, a educação ambiental, a organização comunitária e a valorização ambiental, ao mesmo tempo em que apresentam possibilidades de geração de renda para os membros das comunidades.

Entre os temas abordados estão comunicação e atendimento e introdução à maquiagem para jovens, em parceria com o Senac. As mulheres das comunidades de Piaçaguera e do Valadares também puderam participar dos cursos de corte e costura.

Fonte: Governo PR

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