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Seminário recebe representante da ONU e debate atenção à saúde dos adolescentes

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Com o tema “Direito da gestante adolescente e paternidade responsável: desafios para a saúde”, a representante da ONU para o Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Anna Cunha, participou nesta quarta-feira (3) do I Seminário de Qualificação da Atenção à Saúde do Adolescente. O encontro é promovido pela Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) e voltado para profissionais da saúde, da assistência social e da justiça de todo o Paraná.

Realizado pela Divisão de Atenção à Saúde da Criança e do Adolescente da Sesa, o seminário busca qualificar os profissionais e gestores para o acolhimento dos adolescentes, ampliar ações de promoção, prevenção, atenção a agravos e reabilitação da saúde, além de proporcionar ferramentas para as equipes atuarem nas unidades de atendimento. 

O evento iniciou nesta terça-feira e segue até quinta (4), em Curitiba, e tem a parceria do Ministério da Saúde e da Universidade Federal do Paraná (UFPR), com o apoio e participação da Secretaria de Estado da Justiça e Cidadania e do Ministério Público do Paraná. 

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Anna Cunha reforçou que ações direcionadas para a promoção da saúde do adolescente são fundamentais no fortalecimento dos direitos desses jovens. “É fundamental esse encontro para a qualificação dos profissionais que de alguma forma lidarão com a saúde e assistência aos adolescentes. Importante ter essa sensibilidade, pois vivem uma fase de transição. Os profissionais precisam estar preparados para lidar com eles”, ressaltou.

A palestrante destacou, ainda, os números do Paraná referentes à gravidez na adolescência, que é de 11,1% do total de gestações, ficando abaixo da média nacional, que é de 14%. “A cada três gestações na adolescência, duas não foram planejadas, por isso a necessidade de uma rede de apoio e a importância em se trabalhar com a saúde sexual e reprodutiva”, reforçou a represente da ONU.

“Nossas equipes da Atenção Primária não medem esforços para atender de forma humanizada e resolutiva os adolescentes. É uma fase em que precisam de apoio e de muitas mudanças físicas e psicológicas. Reunir pessoas para debater o tema e traçar estratégias nesse sentido podem fazer a diferença na vida de cada um deles”, ressaltou o secretário estadual da Saúde, Beto Preto. 

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Além desta palestra, também foram abordados temas sobre adolescência saudável, que tratou do acompanhamento do crescimento e desenvolvimento dos jovens; a imunização do adolescente, sobre desafios da cobertura vacinal, e prevenção do suicídio.

Fonte: Governo PR

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Escolas estaduais do Paraná que ofertam tempo integral recebem mais 3 mil kits de robótica

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Mais 100 escolas estaduais de todas as regiões do Paraná que ofertam educação em tempo integral estão recebendo do Governo do Estado, ao longo deste mês, 3 mil kits de robótica. Com essa entrega, chega a 23 mil o número de kits distribuídos às unidades paranaenses desde 2021.

“Com essa nova remessa, reforçamos mais uma vez que na rede estadual a inovação. A programação e a robótica estão lado a lado com o conteúdo pedagógico”, diz o secretário estadual da Educação, Roni Miranda. “É exatamente isso que temos buscado nas mais de 2 mil escolas da rede do Estado. É muito bom saber que os alunos que passam mais tempo na escola podem desenvolver mais e mais habilidades”.

O investimento nessa nova leva de kits foi de R$ 1,8 milhão, com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), destinados ao programa Escola em Tempo Integral, uma parceria do Ministério da Educação com a Secretaria da Educação do Paraná.

Entre os componentes eletrônicos estão  adaptadores de Wi-Fi, pilhas, baterias, displays, fitas de led, minisensores e resistores. Uma série de circuitos eletrônicos de comandos e peças que são utilizadas durante as aulas de Programação, Pensamento Computacional e Robótica, todas inseridas na grade curricular das escolas estaduais.

INVESTIMENTOS – Atualmente, mais de 160 mil alunos da rede têm acesso a práticas de robótica. O componente de programação chega a cerca de 500 mil estudantes de escolas estaduais. Os números foram alcançados após os investimentos de mais de R$ 30 milhões na compra dos kits – 2.577 unidades em 2021 e 18.380 no ano seguinte.

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Foi por meio do aprendizado nas aulas de Robótica que um grupo de alunos do Ensino Fundamental do Colégio Estadual Vereador José Balan, de Umuarama, construiu um protótipo de robô autônomo para auxílio no combate ao Aedes aegypti em sala de aula. A iniciativa dos estudantes é um exemplo de como a introdução da tecnologia no processo de ensino e aprendizagem na rede estadual de ensino faz a diferença na formação dos jovens, estimulando a inovação e o empreendedorismo.  

Outro robô, desenvolvido por alunos do município de Toledo, na região Oeste do Paraná, auxilia na locomoção de pessoas com deficiência visual. Participaram deste projeto alunos do Ensino Médio do Colégio Estadual Cívico Militar Frentino Sackser, sob o olhar atento do professor de Robótica Willian Joel Monteiro.

A ideia foi justamente construir um protótipo inicial de robô-guia utilizando sensores ultrassônicos, que fazem parte do kit de robótica para a detecção de barreiras, e um módulo player mini fornecendo feedback auditivo para informar o usuário sobre a presença e localização de obstáculos de forma precisa e intuitiva.

“Esse protótipo visa proporcionar uma solução acessível e complementar às ferramentas tradicionais, como bengalas e cães-guia, com potencial para aprimorar a autonomia e segurança dos deficientes visuais”, aponta o docente.

OUTROS EXEMPLOS – O forte investimento da Secretaria da Educação do Paraná na área da robótica tem angariado bons resultados  para os alunos da rede estadual, que ganham destaque ao se classificarem em competições nacionais, como as de luta de robôs construídos por estudantes. Caso da equipe de robótica do Colégio Estadual Pedro Boaretto Neto, de Cascavel, que participou, em julho do ano passado, da Campus Party, um dos maiores eventos de tecnologia e inovação do mundo, realizado em São Paulo.

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Um grupo de Maringá, no Noroeste, utilizou os conhecimentos da matéria de Pensamento Computacional para transportar a escola para dentro de um jogo de computador, em que a instituição se tornou um cenário distópico para uma luta contra zumbis, que supostamente, pretendiam atacar o ambiente escolar. 

REVOLUÇÃO TECNOLÓGICA – Com a conexão de internet por fibra ótica na maior parte das escolas paranaenses, ampliou-se não apenas o ensino da Robótica e Programação, mas também o uso dos recursos digitais educacionais, como o Redação Paraná, que desenvolve a escrita nos  gêneros textuais e temas atuais; o Leia Paraná, de leitura digital com mais de 300 mil títulos lidos em 2024.

Outros recursos são o Matemática Paraná, com 30 milhões de atividades realizadas; o Inglês Paraná, com mais de 6 milhões de atividades concluídas; o Desafio Paraná e a Prova Paraná Digital, que neste ano chegou a  230 mil estudantes dos 8º e 9º anos com quase sete milhões de questões respondidas.

Fonte: Governo PR

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