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Sanepar vai vistoriar tubulação da rede de água de 19 cidades da região Oeste

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Equipes técnicas contratadas pela Sanepar vão percorrer quase três mil quilômetros de rede de água, na região Oeste do Estado, à procura de vazamentos aparentes ou ocultos. O trabalho será feito com o auxílio de um aparelho chamado geofone, que serve para escutar ruídos na terra. A varredura será feita pelo menos duas vezes no mesmo trecho, o que significa um percurso total de 5,8 mil km de tubulação num período de dois anos.

As vistorias já começaram neste mês de maio na região do Bairro Maria Luiza, em Cascavel e, nos próximos dias, vão se estender para o Parque São Paulo, Jardim União, Santa Felicidade, Universitário, Sítio Recreio Paraíso, Veneza e Nova Cidade.

O trabalho pode ocorrer de forma simultânea em mais de uma região, cidade ou localidade, dependendo da necessidade ou da demanda. O objetivo da pesquisa é reduzir as perdas nos sistemas de distribuição e garantir o fornecimento de água de forma ininterrupta para todos.

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Nesta ação, serão utilizados geofones eletrônicos, que garantem mais agilidade ao trabalho. “A sensibilidade do equipamento facilita a captação dos ruídos característicos produzidos pelos vazamentos de água”, explica o gerente regional, Rodolpho Tanaka Savelli.

O aparelho se assemelha ao estetoscópio, utilizado pelos profissionais de saúde para escutar sons vasculares, respiratórios e cardíacos. Após a identificação do possível ponto de vazamento, são feitos pequenos furos no solo a fim de se certificar do ponto exato do vazamento. Na sequência, o local é demarcado com tinta branca para indicar a localização às equipes responsáveis pelo conserto.

Além das redes, serão vistoriados todos os cavaletes, registros e galerias de águas pluviais, bem como os poços de visita de esgoto. Em paralelo, haverá medição da pressão das redes. O trabalho será feito nas ruas e calçadas, por onde passam as tubulações e, eventualmente, pode-se solicitar acesso para vistoria da ligação no cavalete. O levantamento ocorre geralmente durante o dia e, se necessário, no período noturno, quando diminuem os ruídos da movimentação nas cidades, facilitando o trabalho de identificação dos vazamentos.

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A empresa contratada para este serviço é a SCS – Sociedade Civil de Saneamento, com a supervisão das equipes técnicas da Sanepar, e as equipes usam uniforme, crachá de identificação, coletes fluorescentes e um veículo caracterizado.

As cidades e sistemas que irão passar pelo monitoramento durante dois anos são Anahy; Boa Vista da Aparecida; Braganey e o distrito de Longuinópolis; Campo Bonito; Capitão Leônidas Marques e seu distrito Alto Alegre do Iguaçu; Cascavel e os distritos de Juvinópolis, Rio do Salto e São João do Oeste; Catanduvas e o distrito de Ibiracema; Céu Azul; Corbélia e seus distritos de Ouro Verde do Piquiri e Penha; Diamante do Sul; Guaraniaçu e seus distritos de Guaporé e Mato Queimado; Ibema; Iguatu; Lindoeste; Matelândia e a Vila Agro Cafeeira; Ramilândia; Santa Lúcia; Santa Tereza do Oeste e o distrito de Santa Maria; e Três Barras do Paraná e os distritos de Barra Bonita e Santo Izidoro.

Fonte: Governo PR

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Estado incentiva inscrições para 2ª Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia

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Estão abertas as inscrições para a 2ª edição da Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia (Obict), competição de conhecimentos específicos na área voltada para alunos desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio ou Ensino Médio Técnico das redes públicas e privadas de todo o País.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de forma online pelo site www.obict.com.br/ ou pelo aplicativo Olímpico, disponível para os sistemas iOS e Android, até o dia 14 de abril, às 22h. As inscrições podem ser feitas pelos professores responsáveis das instituições de ensino, quanto de forma avulsa pelos alunos interessados.

Na primeira edição da Obict, o Paraná já demonstrou ser uma potência na competição. Além de ser o Estado com mais inscritos em todo o País (3.118 de 36.500 alunos), três estudantes do município de Borrazópolis, no Vale do Ivaí, conquistaram medalhas de ouro.

Para o secretário estadual da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, o Paraná tem todos os recursos para se destacar novamente na segunda edição da Olimpíada. “Vamos fazer um trabalho muito forte em conjunto com outras secretarias, principalmente a de Educação, para que nossos alunos participem ativamente da competição e que neste ano possam ter ainda mais alunos sendo premiados”.

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Os medalhistas de ouro, Gabriel Telles, João Paulo Machado Filho e Kauê dos Santos, cursam o 1º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual José de Anchieta, mas foram premiados na categoria Ensino Fundamental, pelo desempenho nas provas aplicadas em 2024, quando então estavam matriculados na Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, também em Borrazópolis.

“Os estudantes paranaenses têm se destacado em competições como a Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia, e isso é fruto de um trabalho contínuo direcionado à inovação e à inclusão de componentes curriculares como programação e robótica nas escolas paranaenses. Você que é estudante da rede estadual, inscreva-se na olimpíada, e você, professor, incentive seus estudantes a participarem. Vamos, juntos, mostrar a qualidade da educação paranaense para todo o Brasil”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.

COMO FUNCIONA – A Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia será dividida em quatro fases, sendo as duas primeiras de forma online e as duas últimas, presenciais. A primeira fase é a online e acontece entre os dias 2 e 14 de abril, com uma prova que utiliza recursos multimídia e com possibilidade de consulta. A segunda está prevista para entre os dias 21 e 27 de abril, também no formato online, mas sem possibilidade de consulta.

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A terceira etapa, marcada para 30 de maio, será presencial e aplicada em diversos polos ao redor do Brasil. A quarta e última fase também acontece de forma presencial, com data e local a serem divulgados pela organização da competição.

São quatro categorias: Júnior, para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental; Sênior, para alunos do Ensino Médio e Técnico; a categoria livre, aberta para adultos e familiares acompanharem e incentivarem os jovens, e por fim a categoria para estudantes de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, novidade da segunda edição da Obict.

A inclusão da nova categoria visa estimular desde cedo o interesse de crianças pelos estudos em ciência, tecnologia e inovação, além do espírito competitivo. Todos os alunos inscritos recebem certificados de participação, e os melhores colocados recebem uma medalha exclusiva ao final da competição.

Fonte: Governo PR

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