PARANÁ
Sanepar investe R$ 81 milhões em obras na RMC e aldeias indígenas de quatro cidades
Publicado em
24 de junho de 2024por
Itajuba TadeuA Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) iniciou novas operações nas áreas de tratamento de água e esgoto em Agudos do Sul e Colombo, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), além de obras de saneamento que serão realizadas em aldeias indígenas de Clevelândia, Nova Laranjeiras, São Miguel do Iguaçu e Vitorino. O investimento total por parte da Companhia é de R$ 81 milhões, com contrapartida das prefeituras que somam R$ 1,6 milhão.
Os anúncios foram realizados nesta segunda-feira (24) no Palácio Iguaçu pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior e pelo presidente da Sanepar, Wilson Bley Lipski, junto aos prefeitos dos municípios.
Somente para as cidades da RMC foram investidos R$ 79,3 milhões pela Sanepar. “Essas são obras que já aconteceram, estão finalizadas e hoje entram em operação. São estações de tratamento de esgoto e ampliação do saneamento básico, com água encanada, para melhor atender a nossa população”, destacou o governador Ratinho Junior.
RMC – Em Colombo, os investimentos por parte da Companhia em água e esgoto chegam a R$ 56,9 milhões. Foram concluídas as obras de instalação da Estação de Tratamento de Lodo (ETL) e na Estação de Tratamento de Água (ETA) Palmital, além da ampliação do Sistema de Abastecimento de Água com a implantação de novo reservatório de 3.500 metros cúbicos.
Também foram executados cerca de 35.900 metros de rede de distribuição de água, beneficiando a população dos bairros Centro, São Gabriel, Roça Grande, Arruda, Embu, Colônia Antônio Prado, Butiatumirim, Osasco, Monza e Uvaranal. Somadas as duas obras o investimento em abastecimento e tratamento de água no município chegam a R$ 31,4 milhões.
Na área de esgotamento sanitário foi ampliado o sistema, com execução de redes coletoras de esgoto na região de Embu e Santa Fé e nos bairros Arruda, Santa Tereza, Ana Rosa, Santa Cruz e São Marcos. O aporte da Sanepar foi de R$ 25,5 milhões.
Segundo o prefeito Helder Lazzarotto, as obras garantem o abastecimento da cidade mesmo em períodos de chuvas mais escassas. “Essas obras beneficiam toda a cidade. Nós já temos um grande reservatório no bairro Alto Maracanã, agora este no São Gabriel, localizado no meio da cidade, garantindo o equilíbrio do fornecimento de água”, afirmou.
Em Agudos do Sul os investimentos da Sanepar chegam a R$ 22,3 milhões, sendo R$ 13,2 milhões em tratamento de água e outros R$ 9,1 milhões em coleta e tratamento de esgoto.
No município foram melhorados o Sistema de Abastecimento de Água e implantada a ETA Ribeirão, com execução de captação superficial, estações elevatórias, adutora, reservatório, rede de distribuição de água, válvulas redutoras de pressão e bombeamento de água tratada.
Com relação ao esgotamento sanitário, o sistema foi ampliado com a construção de duas Estações Elevatórias de Esgoto, linhas de recalque, coletores e redes coletoras de esgoto. “São investimentos volumosos e que vão dar toda a possibilidade de acompanharmos o crescimento acelerado desses municípios”, disse o presidente da Sanepar, Wilson Bley.
O prefeito de Agudos do Sul, Jesse Zoellner, comemorou os investimentos. “Vamos chegar a quase 70% da área urbana com tratamento de esgoto. Isso mostra o compromisso da Sanepar e do Governo do Estado com a nossa cidade”, destacou.
COMUNIDADES INDÍGENAS — A Sanepar também está investindo R$ 1,7 milhão em obras de saneamento básico para comunidades indígenas de Clevelândia, Nova Laranjeiras, São Miguel do Iguaçu e Vitorino, beneficiando cerca de 550 famílias. As contrapartidas das prefeituras somam R$ 1,6 milhão.
De acordo com o governador, o objetivo é levar água de qualidade para as comunidades originárias, que muitas vezes estão afastadas dos centros urbanos.
“É um programa focado da Sanepar, cuidando dos povos indígenas, que muitas vezes vivem distantes da cidade, onde geralmente está toda a estrutura de saneamento”, ressaltou Ratinho Junior. “A ideia é levar a mesma qualidade de água que a Sanepar já entrega para a população nos municípios na parte urbana para as aldeias que nós temos espalhadas pelo Paraná.”
A maior parte dos recursos será investida em Nova Laranjeiras, no Centro Sul do Paraná, na terra indígena Rio das Cobras, a maior reserva do Estado, onde residem em torno de 3 mil indígenas das etnias Kaingang e Guarani.
Serão R$ 1,3 milhão destinados pela Sanepar para o fornecimento de quatro reservatórios de 5 mil litros; operacionalização de dois poços; materiais hidráulicos para redes e adutoras, sendo 13,3 mil metros de rede de distribuição de água e outros 2,3 mil metros de adutora, além do fornecimento de 270 kits de materiais para caixas d’água.
“Hoje nós auxiliamos a comunidade com caminhão-pipa. Com essa parceria, a Sanepar vai disponibilizar os recursos como bomba, poço, e o município vai entrar com a mão de obra”, explica o prefeito de Nova Laranjeiras, Fabio dos Santos. A contrapartida da prefeitura, que ficará responsável pelas obras de instalação dos reservatórios, perfuração dos poços e construção da Unidade de Tratamento, será de R$ 1 milhão.
Para São Miguel do Iguaçu, no Oeste, a Sanepar fornecerá os projetos hidráulicos, orçamentos e especificações dos itens, com investimento de R$ 82 mil. As obras deverão beneficiar 220 famílias. O município, que possui convênio com a Itaipu Binacional, fará o sistema de distribuição conforme projeto que será elaborado pela Sanepar. O investimento nesta etapa é de R$ 572 mil por parte do município e da empresa.
“Nós não tínhamos condição de fazer esse projeto. A Sanepar encampou essa iniciativa para doar ao município e, junto a Itaipu Binacional, vamos realizar esse desejo de mais de 30 anos”, celebrou o vice-prefeito de São Miguel do Iguaçu, Claudio Rodrigues.
A cidade de Clevelândia, no Centro Sul, terá R$ 174 mil investidos pela Sanepar para execução de 508 metros de redes coletoras de esgoto internas e ramais de ligação para atendimento de 23 domicílios, incluindo uma escola, na Aldeia Alto Pinhal, interligando ao Sistema de Esgotamento Sanitário da Sanepar. A prefeitura ficará responsável pela mão de obra para adequações das instalações sanitárias e aterramento de fossas existentes na aldeia. A contrapartida municipal será de R$ 20,8 mil.
Já o município de Vitorino, no Sudoeste, terá investimentos no valor de R$ 130 mil pela Companhia, com fornecimento de projetos hidráulicos, execução de 940 metros de tubulações de rede de distribuição em via pública e 240 metros de tubulações em ruas internas, interligando ao Sistema de Abastecimento de Água da Sanepar. Ao todo, 19 famílias da Aldeia Vitorino serão atendidas. A prefeitura fará a reposição de pavimentação em vias públicas, ao valor de R$ 6,6 mil.
Bley explica que os investimentos nessas cidades são frutos de um amplo diálogo entre a Sanepar, Governo do Estado, Ministério Público do Paraná (MPPR) e prefeitura.
“É uma boa parceria. Queremos chegar aos povos indígenas, levando coleta de esgoto, tratamento da água para os nossos povos originários”, comentou o presidente da Companhia. “A Sanepar investirá, somente neste ano, R$ 2 bilhões em todo o Estado. A determinação do governador é que possamos chegar a 2027 com a universalização da coleta e tratamento de esgoto”, finaliza.
PRESENÇAS — Participaram dos anúncios de investimentos da Sanepar o procurador-geral de Justiça do MPPR, Francisco Zanicotti, o procurador de Justiça, Olympio de Sá Sotto Maior Neto; os deputados estaduais Alexandre Curi e Hussein Bakri; diretores da Sanepar e lideranças locais de cada município.
Fonte: Governo PR
PARANÁ
Ajuda ao bisavô: aluna de escola estadual é premiada na maior feira de ciências do Brasil
Published
15 minutos agoon
4 de abril de 2025By

O ano era 2020 e a estudante Fernanda Jank, à época com 10 anos, começou um projeto escolar para ajudar o bisavô, produtor de bananas em Laranjeiras do Sul, no Centro-Oeste do Estado. Cinco anos depois, completados dia 28 de março de 2025, a inovação criada pela estudante foi premiada na maior feira de ciências do Brasil, em São Paulo – a Febrace 2025
No laboratório do Colégio Estadual Jardim Porto Alegre, em Toledo, no Oeste, Fernanda identificou extratos vegetais capazes de controlar pragas que causam danos aos bananais. Além de mais eficientes e acessíveis, os produtos biológicos se mostraram menos agressivos ao meio ambiente e à saúde humana em relação a agroquímicos tradicionais.
Destacada em feiras locais e regionais, a pesquisa da estudante chegou à 23ª edição da Feira Brasileira de Ciência e Engenharia (Febrace), considerada o principal evento da área no Brasil. O projeto conquistou o segundo lugar na categoria Ciências Biológicas e ainda faturou o Prêmio Inovação ASV, promovido por uma empresa privada.
“Fiquei realmente muito feliz, porque eram 53 trabalhos concorrendo só na minha categoria. Normalmente são 15 ou 20, então eu não esperava ganhar. É muito gratificante saber que todos esses resultados que tivemos realmente estão dando frutos”, celebrou a jovem, hoje com 15 anos.
Além de certificados, troféus e kits de produtos, Fernanda recebeu uma credencial para participar da Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec), a ser realizada em outubro, no Rio Grande do Sul. A feira, que reúne projetos de diferentes países, é um dos principais eventos científicos do mundo.
INSPIRAÇÃO FAMILIAR – Em 2020, Fernanda ingressou na rede estadual de educação por meio do Colégio Estadual Jardim Porto Alegre, em Toledo, onde estuda até hoje. No mesmo ano, a jovem entrou para o Clube de Ciências da escola, que deu base à ideia para uma pesquisa científica sobre um problema familiar: como ajudar o bisavô, Atilho Gonçalves, a cuidar da plantação de bananas de forma mais eficaz, barata e sustentável?
“Meu bisavô é um pequeno produtor de bananas e acaba não tendo condições de pagar por agroquímicos que controlam as doenças que atacam a cultura. Eu decidi desenvolver alguma alternativa que fosse acessível para ele, sem prejudicar a saúde e o meio ambiente”, relatou Fernanda. Aos 92 anos, o agricultor mantém uma produção de bananas em Laranjeiras do Sul, de onde tira o sustento diário.
O que parecia um grande desafio para uma estudante do Ensino Fundamental se tornou um projeto de pesquisa robusto, que já dura meia década. Orientada pelos agentes educacionais Dionéia Schauren e Leandro Miglioretto, que coordenam o Clube de Ciências da escola, a jovem identificou produtos vegetais capazes de impedir a podridão da banana, comumente causada pelo fungo Colletotrichum musae. Foram usados extratos de espécies vegetais como guaco, flamboyant e alfavaca.
Na última fase do projeto, que rendeu a premiação na Febrace, Fernanda testou a aplicação dos extratos diretamente na fruta, e os resultados foram animadores. “Os extratos vegetais acabaram sendo ainda mais eficazes que os próprios agroquímicos para controlar a podridão da banana. E também não prejudicam a água, o solo e a saúde humana”, comentou a estudante. Os próximos passos incluem aprimorar os extratos vegetais e testá-los em plantações reais, como a do bisavô de Fernanda.
Para a estudante, além do auxílio à família e do reconhecimento nacional em feiras científicas, o projeto significa um direcionamento para a futura carreira profissional. Ciências biológicas, pesquisa e tecnologia devem acompanhar a trajetória da jovem até o mercado de trabalho. “Futuramente, pretendo estudar Biologia ou Medicina Veterinária. São duas áreas que eu amo e em que realmente acho que me encaixo muito bem”, revelou.
CIÊNCIA E TECNOLOGIA – Além da inovação proposta por Fernanda, um projeto desenvolvido pelas estudantes Beatriz dos Santos e Fernanda Lucas representou o Colégio Estadual Jardim Porto Alegre na feira. Também sob orientação de Schauren e Miglioretto, as jovens pesquisaram o uso de extratos vegetais como aceleradores de germinação e enraizamento para orquídeas no cultivo in vitro.
Conforme a diretora, Iara Elisa Schneider, a participação dupla na maior feira de ciências do país reflete o incentivo à iniciação científica no colégio. “Isso é fruto da abertura dada pela direção para a formação científica do aluno, do incentivo aos professores para aliarem teoria com prática, da disponibilização de recursos para os nossos laboratórios e do entendimento de que o conhecimento ultrapassa os muros da escola”, observou.
“O diferencial da escola pública é que somos pessoas muito determinadas. E o colégio sempre nos ajudou e nos apoiou bastante para a participação nas feiras”, completou Fernanda. O colégio atende cerca de 570 estudantes em período integral. Na instituição, são ofertadas turmas dos anos finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Médio Técnico.
CLUBES DE CIÊNCIA – Ao todo, a rede estadual de educação do Paraná somou sete projetos classificados à final da Febrace. Considerando também institutos federais, colégios da Polícia Militar e redes privadas, o Estado teve 19 iniciativas entre os 300 finalistas.
Os projetos classificados à final foram selecionados pelo Comitê de Pré-Avaliação e de Seleção da Febrace ou receberam credenciais por meio de outros eventos científicos. Ao todo, a feira recebeu mais de 2,7 mil inscrições de todo o país, enviadas por alunos do 8º e do 9º anos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio de escolas públicas e privadas.
As iniciativas finalistas foram expostas ao público na última semana, no câmpus da Universidade de São Paulo (USP). O Paraná teve concorrentes nas categorias de Ciências Biológicas, Ciências Exatas, Ciências Humanas e Engenharias. As iniciativas abordaram temas variados como farmacologia, microbiologia, botânica, física, geografia e engenharia aeroespacial.
Conforme o secretário estadual da Educação, Roni Miranda, o incentivo ao ensino de robótica, programação e iniciação científica nas escolas da rede estadual de ensino explica o protagonismo dos estudantes paranaenses em eventos como a Febrace.
“Ver estudantes engajados em pesquisa e iniciação científica desde cedo, com iniciativas inovadoras em áreas do conhecimento tão diversas, é motivo de orgulho para todos que trabalhamos com a educação do Paraná. Isso mostra que os investimentos em inovação e tecnologia na rede estadual têm surtido efeito para a formação de jovens protagonistas, conscientes e criativos”, destacou.
Desde o ano passado, o Governo do Estado mantém a Rede de Clubes de Ciências, que reúne cerca de 6 mil estudantes de escolas estaduais em, ao menos, 200 unidades. Nestes espaços, os alunos têm contato direto com o conhecimento científico e tecnológico e consolidam conceitos abordados em sala de aula. Além disso, cerca de 15 mil estudantes com altas habilidades ou superdotação são atendidos em mais de 300 salas de recursos multifuncionais nas escolas estaduais.
Fonte: Governo PR

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