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Residencial com 272 apartamentos muda a vida de famílias de Londrina

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Bruno Siqueira Miranda, que trabalha como porteiro, e a esposa Nicole Miranda, ambos de 30 anos, são proprietários de um dos 272 apartamentos do Residencial Évora, de Londrina, entregue pelo Governo do Estado neste sábado (25). O casal  também está entre as 254 famílias que receberam subsídios dentro do programa Casa Fácil Paraná, da Cohapar.

“Foi uma benção, uma peça chave na nossa história e para a realização do sonho da casa própria afirmou após receber as chaves da nova residência”, disse Bruno na solenidade de entrega, com a presença do presidente da Cohapar, Jorge Lange.

Foram destinados R$ 4,1 milhões para ajudar essas famílias no custeio do valor de entrada das moradias. “O programa Casa Fácil é o apoio do Governo do Estado para ajudar as famílias paranaenses a conquistarem a moradia própria, ganhando mais segurança e conforto. É um programa de cidadania”, afirmou o presidente da Cohapar.

Com quase R$ 59 milhões em investimento total, a obra é resultado de trabalho conjunto entre Governo do Estado, por meio da Cohapar, da Caixa Econômica Federal, Blendi Empreendimentos e Construtora Prestes.

A aplicação de recursos através do Casa Fácil foi destinado ao público com renda familiar de até quatro salários mínimos e que se enquadrasse nos demais critérios estabelecidos no programa. As vantagens do projeto incluem também descontos variáveis por meio do Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, e a possibilidade de utilizar o FGTS para abater o saldo devedor.

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Os apartamentos possuem plantas com metragens de 46,97m² e 48,96m², divididos em dois quartos, sala, banheiro, cozinha, área de serviço e vaga de garagem. O residencial dispõe de estrutura completa de lazer, equipado com salão gourmet, quadra poliesportiva, churrasqueiras, quiosque, bicicletário, piscina com vestiário, pomar, horta, espaço pet, praça e áreas de recreação.

As unidades, comercializadas a partir de R$ 245 mil, são financiadas pela Caixa em até 30 anos, com taxa de juros reduzida e prestações mais acessíveis que o preço do aluguel praticado no município. O empreendimento conta com localização privilegiada e infraestrutura já consolidada na região, garantindo ainda mais qualidade de vida aos novos moradores.

MUDANÇA DE VIDA – A entrega dessas chaves representa mais que uma conquista, mas a verdadeira mudança de vida para a família de Bruno Miranda, da esposa Nicole e das quatro filhas Helena, Manuela, Ana Laura e da Aurora, que está a caminho. Para eles, que moram em um único cômodo, o momento, afirmam, é de gratidão.

“Esse apartamento é uma promessa de Deus em nossa vida há muitos anos. Mudamos de São Paulo para cá há dois anos e com sete meses no Paraná conquistamos nossa casa. Dá vontade de chorar, porque é muita emoção, não temos palavras para explicar tudo o que estamos sentindo”, disse a esposa.

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O casal criou um perfil nas redes sociais para contar toda a trajetória até chegar na realização desse sonho. “Esse apartamento é o nosso sonho, que estava guardado, foi gerado e hoje ele está nascendo. E agora vamos contar como vai ser a evolução. Vamos deixar ele do jeito que a gente sempre quis. O plano agora é ser muito feliz aqui”, comemorou Nicole.

VALOR DE ENTRADA – Em sua primeira etapa, o Casa Fácil Paraná facilitou o acesso à moradia para 32 mil famílias paranaenses. A nova fase do programa, já anunciada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, prevê o atendimento de mais 40 mil famílias. Os interessados podem consultar a lista de empreendimentos disponíveis em cada município e fazer o cadastro no site da Cohapar.

Fonte: Governo PR

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Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

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Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

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Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

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LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

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