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Regionalização da saúde: estão em andamento quase 800 obras em todas as regiões do Paraná

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O Governo do Estado tem 793 obras em andamento no Paraná para reforçar a regionalização do atendimento à saúde. São 569 reformas e ampliações e 224 novas construções de unidades para atendimento à saúde, somando mais de R$ 884 milhões em investimentos. Além disso, desde 2019, o governo estadual, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), já concluiu e entregou 350 obras, num investimento de R$ 150,5 milhões.

Uma das prioridades está nas novas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Nos últimos quatro anos foram entregues construções, reformas e ampliações de 300 UBS. Ainda seguem em andamento 679 obras nesse tipo de unidade, sendo 498 reformas e ampliações e 181 construções.

A Sesa também possui mais de 100 obras em hospitais do Estado, entre os quais sete são novos. As novas unidades são em Guaratuba, Colombo, Rio Branco do Sul, Guarapuava, São Mateus do Sul, Salto do Lontra e Pinhais, num investimento de mais de R$ 200 milhões. Algumas têm parceria com as prefeituras municipais ou com outras entidades públicas, como o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

“Estamos seguindo a estratégia da atual gestão do Estado, determinada pelo governador Ratinho Junior, de regionalizar a saúde do Paraná, investindo especialmente em obras. Por muitas vezes essas unidades são a porta de entrada do cidadão no Sistema Único de Saúde e, por isso, a melhoria nas estruturas impacta diretamente na qualidade do atendimento dos paranaenses”, afirma o secretário Beto Preto.

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Há ainda, 55 obras para outras estruturas: construções de 12 Ambulatórios Médico de Especialidades (AMEs); 18 obras em Pronto Atendimento Municipal (PAM) – sendo 8 construções e 10 reformas e ampliações; quatro Unidades Mistas de Saúde (UMS); oito reformas de Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apaes); construção de duas clínicas de fisioterapia; reforma de um consórcio regional da saúde; construção de quatro bases do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), uma base de vigilância sanitária municipal e estruturas de saúde em universidades.

Em Maringá, uma das obras de maior relevância é o Hospital da Criança. O Governo do Estado, por meio da Sesa, formalizou o repasse de R$ 124,2 milhões para a construção do hospital e R$ 6,5 milhões para a compra de equipamentos. Além disso, a Sesa deverá repassar R$ 1,5 milhão ao mês, a partir da data de abertura do hospital, para manutenção do espaço. A unidade está pronta e conta com 24 mil metros quadrados, podendo atingir 200 leitos.

“Temos um acompanhamento diário para organizar esse grande volume de obras, sempre buscando o aperfeiçoamento das unidades e a consolidação do SUS no Paraná. Esse trabalho é de grande importância para a melhoria e desenvolvimento do atendimento prestado aos paranaenses”, disse o diretor de Obras da Sesa, Adilson Silva Lino.

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AMES – Dentro da proposta de regionalização da saúde, o Governo investe mais de R$ 230 milhões nos Ambulatórios Médicos de Especialidade, que possibilitam atendimento multiprofissional, com consultas e exames de média complexidade, aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná. As estruturas serão localizadas nos municípios de Almirante Tamandaré, Cornélio Procópio, Campo Mourão, Jacarezinho, Paranavaí, Irati, Cianorte, Ivaiporã, União da Vitória e São José dos Pinhais, além da unidade universitária de Ponta Grossa e a do Litoral, em Paranaguá.

Os AMEs serão gerenciados pelos Consórcios Intermunicipais de Saúde e a proposta é atender à necessidade regional nos problemas de saúde que, devido à complexidade, não podem ser inteiramente diagnosticados ou orientados na rede básica, mas que não precisam de internação hospitalar ou atendimento emergencial.

Confira o vídeo da Secretaria de Saúde sobre as obras:

Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Estado incentiva inscrições para 2ª Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia

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Estão abertas as inscrições para a 2ª edição da Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia (Obict), competição de conhecimentos específicos na área voltada para alunos desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio ou Ensino Médio Técnico das redes públicas e privadas de todo o País.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de forma online pelo site www.obict.com.br/ ou pelo aplicativo Olímpico, disponível para os sistemas iOS e Android, até o dia 14 de abril, às 22h. As inscrições podem ser feitas pelos professores responsáveis das instituições de ensino, quanto de forma avulsa pelos alunos interessados.

Na primeira edição da Obict, o Paraná já demonstrou ser uma potência na competição. Além de ser o Estado com mais inscritos em todo o País (3.118 de 36.500 alunos), três estudantes do município de Borrazópolis, no Vale do Ivaí, conquistaram medalhas de ouro.

Para o secretário estadual da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, o Paraná tem todos os recursos para se destacar novamente na segunda edição da Olimpíada. “Vamos fazer um trabalho muito forte em conjunto com outras secretarias, principalmente a de Educação, para que nossos alunos participem ativamente da competição e que neste ano possam ter ainda mais alunos sendo premiados”.

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Os medalhistas de ouro, Gabriel Telles, João Paulo Machado Filho e Kauê dos Santos, cursam o 1º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual José de Anchieta, mas foram premiados na categoria Ensino Fundamental, pelo desempenho nas provas aplicadas em 2024, quando então estavam matriculados na Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, também em Borrazópolis.

“Os estudantes paranaenses têm se destacado em competições como a Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia, e isso é fruto de um trabalho contínuo direcionado à inovação e à inclusão de componentes curriculares como programação e robótica nas escolas paranaenses. Você que é estudante da rede estadual, inscreva-se na olimpíada, e você, professor, incentive seus estudantes a participarem. Vamos, juntos, mostrar a qualidade da educação paranaense para todo o Brasil”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.

COMO FUNCIONA – A Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia será dividida em quatro fases, sendo as duas primeiras de forma online e as duas últimas, presenciais. A primeira fase é a online e acontece entre os dias 2 e 14 de abril, com uma prova que utiliza recursos multimídia e com possibilidade de consulta. A segunda está prevista para entre os dias 21 e 27 de abril, também no formato online, mas sem possibilidade de consulta.

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A terceira etapa, marcada para 30 de maio, será presencial e aplicada em diversos polos ao redor do Brasil. A quarta e última fase também acontece de forma presencial, com data e local a serem divulgados pela organização da competição.

São quatro categorias: Júnior, para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental; Sênior, para alunos do Ensino Médio e Técnico; a categoria livre, aberta para adultos e familiares acompanharem e incentivarem os jovens, e por fim a categoria para estudantes de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, novidade da segunda edição da Obict.

A inclusão da nova categoria visa estimular desde cedo o interesse de crianças pelos estudos em ciência, tecnologia e inovação, além do espírito competitivo. Todos os alunos inscritos recebem certificados de participação, e os melhores colocados recebem uma medalha exclusiva ao final da competição.

Fonte: Governo PR

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