PARANÁ
Projeto da UEL de atenção à saúde bucal de crianças e adolescentes completa 30 anos
Publicado em
29 de maio de 2023por
Itajuba TadeuA Universidade Estadual de Londrina (UEL) comemora nesta quinta-feira, 1° de junho, 30 anos do projeto de extensão “Promoção em Saúde Bucal Para Escolares e Comunidades”, o mais antigo e um dos mais representativos do papel da instituição na comunidade. Realizado pela Clínica Odontológica Universitária (COU), o projeto completou no ano passado três décadas de atendimento a crianças e adolescentes, mas as comemorações ficaram para este ano e contarão com a presença dos pioneiros dessa trajetória.
O projeto atua em prevenção a doenças bucais, como a cárie, periodontite e gengivite, com palestras, ações de escovação supervisionada e distribuição de kits de higiene bucal com escovas, fio e creme dental a crianças de Centros Municipais de Educação Infantil (CMEI) e alunos de escolas da Rede Municipal de Londrina. Atualmente, é coordenado pela professora Maura Sassahara Higashi e conta com a participação de 83 alunos do curso de graduação em Odontologia.
São quase 17 mil pessoas atendidas todos os meses. Para se chegar a essa marca, muito esforço, dedicação e organização foram necessários desde a sua criação, em 1992, após tratativas entre a 17ª Regional de Saúde e a diretoria da COU.
Quem conta essa história é Lirian Adriana Maria Pereira da Silva, única servidora ainda em atividade na COU que fez parte do primeiro time de técnicas em Saúde Bucal contratado para tocar a iniciativa. “O projeto surgiu justamente da necessidade de realizar a prevenção, porque começamos a fazer levantamentos e vimos que Londrina estava descoberta”, lembra.
“Na época, a 17ª Regional de Saúde começou a cobrar ações da universidade em termos de prevenção. Foi quando o professor Pedro Carlos Ferreira Tonani, já falecido, pediu o concurso para a contratação de cinco profissionais técnicos. Era uma necessidade muito grande porque havia muitas crianças com dentes cariados, precisava dessa ação de prevenção nas escolas”, conta.
Uma das lembranças dessa época é do automóvel utilizado para o transporte das servidoras – um Fusca. Com o passar dos anos, lembra a servidora, tanto o projeto como o seu meio de transporte foram evoluindo, aumentando a capacidade de atendimento na cidade de Londrina. “Vimos que o projeto nunca sofreu interrupções, sempre teve todas as exigências atendidas. Primeiro foi um fusquinha, depois passamos para uma Kombi e, hoje, temos uma van. É uma história muito legal mesmo, merece ser comemorada”, lembra a servidora.
ATENDIMENTOS – A maior parte das atividades, conta a coordenadora, é desenvolvida junto a estudantes de 27 CMEIs e 28 escolas municipais. Além destas unidades, outras 11 instituições da cidade que atuam com a Educação Especial e assistência social também recebem os graduandos da UEL para o trabalho, que envolve, também, os pais ou responsáveis e a equipe pedagógica. “O nosso público é bem amplo. Realizamos o projeto de forma periódica durante todo o ano letivo e as atividades acontecem dentro da própria escola”, explica a professora Maura.
Buscando cativar a atenção das crianças, os estudantes da Odontologia apostam em uma fórmula que dá certo, passando pela contação de histórias, apresentações de teatro e música, brincadeiras, jogos e gincanas. “Os nossos alunos trabalham com livros que são interativos e didáticos. Também trabalhamos com macro modelos e exibição de vídeos. Ao final, a criança sempre vai para a escovação supervisionada, seja coletiva ou individual”, conta.
EVENTOS – A presença do projeto na comunidade se dá, ainda, por meio da participação dos alunos em eventos promovidos pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) e, recentemente, em ações da Prefeitura de Rolândia.
“As pessoas têm a ilusão de que uma grande quantidade de pasta de dente vai melhorar, já que tem flúor, mas não é assim. Ensinamos as crianças que é preciso colocar um pouquinho de pasta e que o importante é o movimento, é a técnica da escovação. A pasta é importante porque tem o flúor, que faz bem para os dentes, mas não é somente isso que garante a escovação”, reforça Maura.
UNIVERSITÁRIOS – Em meio ao convívio com a população inserida em múltiplos contextos sociais, a participação nas atividades extensionistas é fundamental também para os estudantes de graduação, já que a atividade é capaz de enriquecer e marcar de forma positiva este momento da vida acadêmica, avalia a coordenadora. Neste sentido, ela ressalta que os graduandos da UEL acabam desenvolvendo habilidades fundamentais, como a liderança e empatia, além do compromisso com iniciativas de impacto social.
Fonte: Governo PR
PARANÁ
Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava
Published
11 horas agoon
3 de abril de 2025By

A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.
Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora.
Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.
PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas.
Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.
O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.
Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”
CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES – Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.
A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.”
Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.
Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.
“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.
Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.
Fonte: Governo PR

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