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Projeto apoiado pelo BRDE ajuda a recuperar dependentes químicos na Lapa

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Por meio de incentivos fiscais, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) apoiou o projeto de inclusão digital do Cerene – Centro de Recuperação Nova Esperança, da Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba, ao longo de 2023. A organização atua para reabilitação de dependentes de álcool e outras drogas e busca reinserir as pessoas na sociedade, dando a elas oportunidades de educação, lazer, tratamento psicológico, atendimento médico e até mesmo de empreendedorismo.

Acessando o portal do BRDE, a instituição se habilitou para os incentivos fiscais, requerendo recursos via Fundo Municipal da Criança e do Adolescente. Com os recursos repassados, foi criada uma sala de informática na sede da ONG, onde os residentes recebem aulas e aprendem a mexer em computadores.

Serão ministradas aulas de informática básica e intermediária para até 30 adolescentes num período de 12 meses, duas vezes por semana. Também serão adquiridos equipamentos de informática como computadores completos, Smart TV 60, impressora e estabilizador. Um professor de informática será contratado dar aulas e um voluntário do Cerene atuará como monitor. 

O próximo objetivo da entidade é finalizar as obras da cancha de areia, a fim de dar mais opções de lazer e esporte para seus residentes e já em janeiro, realizar um campeonato de beach tennis no novo espaço. Além disso, o centro também deseja fazer melhorias nos espaços de lazer destinados aos adolescentes acolhidos, como a cobertura da área e também a perfuração de um poço artesiano. Ainda no médio prazo, a meta é iniciar um curso de marcenaria, sendo mais uma atividade disponível para quem vive no espaço. 

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Fundado em 1989, na cidade de Blumenau (SC), o Cerene surgiu dentro da Missão Evangélica União Cristã. Atualmente, além da Lapa, a ONG também está em Palhoça, São Bento do Sul e Ituporanga, todas em Santa Catarina. Atualmente há 34 vagas para adultos e oito para adolescentes.

“Alguns deles nunca tiveram acesso aos ensinamentos básicos para o uso de um computador, e isso só foi possível graças ao BRDE. Tem sido muito gratificante essa experiência”, explica Paulo Parnoff, coordenador do Cerene na Lapa. “Aqui sempre priorizamos projetos que possam trazer um melhor ambiente para nossos residentes”.

Segundo o diretor-financeiro do BRDE, Wilson Bley Lipski, esse é o propósito do banco: provocar transformação social. “Esse é um projeto de resgate da humanização”, afirmou.

APOIO COM INCENTIVOS – Em 2023, o banco fará um aporte de R$ 5,9 milhões para apoiar cerca de 150 projetos nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina (regiões de sua atuação). Eles beneficiarão públicos de todas as idades com ações de assistência social, educação, cultura, esporte e saúde. Nos últimos cinco anos, o montante aplicado pelo BRDE na região Sul, nessa área, já ultrapassa a marca de R$ 22,8 milhões. 

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Todos os anos, o banco recebe inscrições, exclusivamente em meio eletrônico, de projetos que já tiveram aprovação oficial para captar recursos por meio dos seguintes mecanismos: Lei Federal de Incentivo à Cultura/Lei do Audiovisual, Lei Federal de Incentivo ao Esporte, Fundo da Infância e da Adolescência, Fundo Nacional do Idoso, Pronon e Pronas. 

“Uma sociedade funciona melhor em rede, com conexões entre entidades, governos e pessoas. Estimular o desenvolvimento da região Sul e apoiar projetos sociais são práticas que ajudam a dar mais visibilidade para questões fundamentais da nossa sociedade”, destacou o diretor administrativo do BRDE, João Biral Junior.

Fonte: Governo PR

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Casa Fácil Paraná: 99 famílias de Maringá recebem as chaves em novo residencial

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A Cohapar entregou nesta sexta-feira (03) os imóveis para mais 99 famílias do Residencial Parque do Japão, em Maringá. Dentre os beneficiários, 64 deles receberam subsídio do Programa Casa Fácil para custeio do valor de entrada dos apartamentos. A obra de mais de R$ 19,6 milhões de investimentos é resultado da união entre Governo do Estado, Caixa Econômica Federal e Tecnológica Construções Civis Ltda.

O aporte de R$ 960 mil em recursos estaduais foi concedido para o atendimento do público com renda de até quatro salários mínimos e enquadrado aos critérios estabelecidos pelo programa. Os compradores também conseguem acessar outras vantagens, como descontos variáveis através do Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, e têm a possibilidade de usar o FGTS para redução do montante devido.

O Residencial Parque do Japão fica no Jardim Industrial, próximo a escolas, creche, mercado e demais conveniências, além ter fácil acesso ao centro de Maringá. Os apartamentos são divididos em duas torres, com um elevador em cada, de pavimento térreo e mais sete andares.

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Com quatro modelos diferentes de plantas arquitetônicas, de metragens entre 44,35 m² a 53,37 m², eles possuem dois dormitórios, sala, banheiro, cozinha com área de serviço integrada, sacada com churrasqueira e uma vaga de garagem. O empreendimento também dispõe de unidades com uma suíte.

Os imóveis são entregues com piso laminado na sala e quartos, revestimento cerâmico nas áreas molhadas, louças e bancada de granito no banheiro e tanque de mármore sintético. O condomínio oferece sistema de segurança com guarita e diversos espaços comuns de lazer, que incluem duas áreas gourmet com churrasqueira, piscinas adulto e infantil, academia, miniquadra de esportes e playground.

Com os incentivos governamentais, os financiamentos junto à Caixa Econômica Federal apresentam taxas de juros menores e valores de prestações mais acessíveis. Os novos proprietários pagarão parcelas a partir de R$ 800 mensais e os contratos podem ser liquidados no prazo de até 30 anos.

SONHO POSSÍVEL – Há vários anos na busca para ter um imóvel, a comerciante Érica Eliane da Silva, 47, viu o sonho se tornar concreto graças ao incentivo do Governo do Estado. Ela e a filha Isabela viviam em imóvel alugado, pagando R$ 1.800 mensais. Com a ajuda do Casa Fácil, o apartamento próprio custará bem menos e vai aliviar consideravelmente o orçamento no fim do mês.

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“Fazia bastante tempo que almejava por isso. Graças a Deus e com a ajuda da Cohapar eu consegui realizar esse sonho. Se não fosse esse subsídio, seria mais difícil. Com o apartamento vou pagar muito menos, uma prestação de R$ 1.000, e será meu”, frisou.

O recurso estadual também foi crucial para viabilizar a mudança de vida da agente de viagens Jéssica Sanches Nascimento, 30 anos, e do marido, Jorge Neto. Hoje eles deixam a residência cedida pelos familiares para morarem no próprio cantinho.

“O subsídio foi bastante importante, pois abaixou o valor do imóvel para gente conseguir o financiamento de acordo com a nossa renda mensal”, ponderou. “Foi muito tempo querendo esse apartamento, sonhando com ele. Agora são muitos planos”.

Fonte: Governo PR

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