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Programa Geração Paraná Digital vai facilitar acesso de jovens ao mercado de tecnologia

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O Governo do Estado lançou há algumas meses o programa Geração Paraná Digital e nesta segunda-feira (19) houve a assinatura do termo de cooperação que abre novas oportunidades de acesso ao conhecimento e ao mercado de trabalho qualificado aos jovens de todos os municípios. Pelo acordo, que reúne órgãos públicos e instituições da iniciativa privada, serão criadas turmas para treinar estudantes do ensino médio e universitários para o desenvolvimento de softwares. A iniciativa oferece bolsa durante o período de aprendizado. 

Assinaram o documento representantes da Sedu, do Paranacidade, da Superintendência Geral de Inovação (SGI), da Fundação Araucária, da Superintendência Geral da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), da Associação dos Municípios do Paraná (AMP); da Superintendência Geral de Desenvolvimento Econômico e Social (SGDES) e da Associação das Empresas Brasileira de Tecnologia da Informação (Assespro). O objetivo principal é a criação de cursos de capacitação na área de Tecnologia da Informação (TI) para suprir parte da demanda do mercado de softwares.

Pela proposta, cada ator terá um papel importante dentro da evolução do Geração Paraná Digital. A Sedu, por meio do Paranacidade, fará a aquisição de computadores e equipamentos de informática que serão usados pelos alunos. As prefeituras ficam encarregadas de ceder espaço para os laboratórios de TI, a aquisição de mobiliário próprio e fornecer profissional para atuar como monitor da turma, enquanto a Fundação Araucária disponibilizará os recursos necessários aos pagamentos das bolsas de estudos.

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“É um projeto inovador. O resultado é que os jovens não precisarão deixar as suas cidades para exercer atividades profissionais ligadas à tecnologia. Há um amplo mercado com essas vagas de emprego e, agora, teremos as pessoas para ocupar esses postos de trabalho”, afirmou o secretário estadual do Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas (Sedu), Augustinho Zucchi.

“O trabalho do governador Ratinho Junior é por um Paraná inovador e transformador da vida das pessoas. Reunimos nesse projeto vários elementos. Um estudante precisa de tranquilidade para estudar, daí a bolsa que garante o que precisa para fazer todo o curso e aprender a nova profissão com tranquilidade”, acrescentou Zucchi.

O superintendente geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, falou que atender um mercado em franca expansão é uma injeção naquilo que dá mais resultado. “Essa iniciativa une os esforços do Governo e do setor privado, que assumiu o compromisso da contratação. Esperamos que mais e mais municípios se unam ao processo e se beneficiem dessa nova forma de qualificação”, disse.

Segundo o presidente da Fundação Araucária, Ramiro Wahrhaftig, é uma nova maneira de criar renda localmente. O processo de levar indústrias aos municípios para criar empregos com salários qualificados vem sendo substituído pelos pesquisadores de transformação digital.

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“Não é só a formação dos recursos humanos, mas uma forma dos jovens permanecerem nos seus municípios de origem e prestarem serviço para qualquer empresa do Estado, do País e do mundo. A internet permite isso. Nesse programa, os jovens terão formação qualificada para atender as necessidades do setor empresarial do Paraná, que já se comprometeu a contratar pelo menos 30% dos formados. É uma inovação”, afirmou.

A Assespro, por sua vez, ficará responsável por fornecer o conteúdo dos cursos, material didático, metodologia de aplicação e professores, além de gerenciar o encaminhamento ao mercado de trabalho. Já a AMP vai atuar no apoio aos municípios participantes. Todas as superintendências vão atuar institucionalmente para a viabilização do programa.

PRESENÇAS – Também participaram do evento a superintendente do Paranacidade, Camila Mileke Scucato; o superintendente geral de Inovação (SGI), André Telles; o presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Junior Weiller; a superintendente geral de Desenvolvimento Econômico e Social, Keli Guimarães; e o presidente da Associação das Empresas Brasileira de Tecnologia da Informação (Assespro), Lucas Ribeiro.

Fonte: Governo do Paraná

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Estado incentiva inscrições para 2ª Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia

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Estão abertas as inscrições para a 2ª edição da Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia (Obict), competição de conhecimentos específicos na área voltada para alunos desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio ou Ensino Médio Técnico das redes públicas e privadas de todo o País.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de forma online pelo site www.obict.com.br/ ou pelo aplicativo Olímpico, disponível para os sistemas iOS e Android, até o dia 14 de abril, às 22h. As inscrições podem ser feitas pelos professores responsáveis das instituições de ensino, quanto de forma avulsa pelos alunos interessados.

Na primeira edição da Obict, o Paraná já demonstrou ser uma potência na competição. Além de ser o Estado com mais inscritos em todo o País (3.118 de 36.500 alunos), três estudantes do município de Borrazópolis, no Vale do Ivaí, conquistaram medalhas de ouro.

Para o secretário estadual da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, o Paraná tem todos os recursos para se destacar novamente na segunda edição da Olimpíada. “Vamos fazer um trabalho muito forte em conjunto com outras secretarias, principalmente a de Educação, para que nossos alunos participem ativamente da competição e que neste ano possam ter ainda mais alunos sendo premiados”.

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Os medalhistas de ouro, Gabriel Telles, João Paulo Machado Filho e Kauê dos Santos, cursam o 1º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual José de Anchieta, mas foram premiados na categoria Ensino Fundamental, pelo desempenho nas provas aplicadas em 2024, quando então estavam matriculados na Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, também em Borrazópolis.

“Os estudantes paranaenses têm se destacado em competições como a Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia, e isso é fruto de um trabalho contínuo direcionado à inovação e à inclusão de componentes curriculares como programação e robótica nas escolas paranaenses. Você que é estudante da rede estadual, inscreva-se na olimpíada, e você, professor, incentive seus estudantes a participarem. Vamos, juntos, mostrar a qualidade da educação paranaense para todo o Brasil”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.

COMO FUNCIONA – A Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia será dividida em quatro fases, sendo as duas primeiras de forma online e as duas últimas, presenciais. A primeira fase é a online e acontece entre os dias 2 e 14 de abril, com uma prova que utiliza recursos multimídia e com possibilidade de consulta. A segunda está prevista para entre os dias 21 e 27 de abril, também no formato online, mas sem possibilidade de consulta.

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A terceira etapa, marcada para 30 de maio, será presencial e aplicada em diversos polos ao redor do Brasil. A quarta e última fase também acontece de forma presencial, com data e local a serem divulgados pela organização da competição.

São quatro categorias: Júnior, para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental; Sênior, para alunos do Ensino Médio e Técnico; a categoria livre, aberta para adultos e familiares acompanharem e incentivarem os jovens, e por fim a categoria para estudantes de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, novidade da segunda edição da Obict.

A inclusão da nova categoria visa estimular desde cedo o interesse de crianças pelos estudos em ciência, tecnologia e inovação, além do espírito competitivo. Todos os alunos inscritos recebem certificados de participação, e os melhores colocados recebem uma medalha exclusiva ao final da competição.

Fonte: Governo PR

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