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Portuários do Paraná usarão game “Hacker Rangers” para aprender sobre cyber segurança

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A Portos do Paraná inova mais uma vez e lança, internamente, na próxima segunda-feira (6), o game “Hacker Rangers”. A opção é uma forma intuitiva e inovadora de capacitar e conscientizar os servidores sobre os perigos da internet.

A partir da próxima semana, o “start” da primeira temporada será dado com a disponibilização dos primeiros conteúdos. No decorrer do game, serão divulgados os melhores colocados nos rankings semanais e mensais. Ao final da primeira temporada, os três primeiros colocados serão agraciados com recompensas, que ainda estão sendo definidas. A competição vai até 29 de abril. 

Destinada à participação de todos os servidores e estagiários, a competição visa fortalecer a educação e cultura de cyber segurança na organização. Pela plataforma, serão disponibilizados vídeos e quizzes sobre diversos assuntos inerentes à segurança dos dados e da informação.

“Tratar de segurança cibernética é fundamental em todo o mundo corporativo. O game traz aos empregados da Portos do Paraná uma forma de aprender, que já vem sendo utilizada em outras grandes empresas”, afirma o diretor-presidente Luiz Fernando Garcia.

Segundo o executivo, o jogo online permite que os colaboradores tenham mais acesso às informações. “É uma maneira moderna e acessível de informar. Pode ser feita no computador da mesa de trabalho ou mesmo pelo celular ou tablete. E ainda há o reconhecimento dos que se destacam”, explica.

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De acordo com o coordenador de Gerência de Tecnologia da empresa pública, Rodrigo Vanhoni, levar treinamentos periódicos aos funcionários é uma obrigação legal, exigida pela Comissão Nacional de Segurança Pública nos Portos, Terminais e Vias Navegáveis (Conportos), mas isso não precisa ser algo maçante ou complicado. Pelo contrário, segundo o especialista, pode ser simples e intuitivo.

“Nada melhor do que promover treinamentos de uma forma leve, através de um jogo, em que a pessoa aprende conceitos, começando pelos mais simples e, conforme o jogo evolui, começam a avançar no assunto”, diz Vanhoni. O importante, segundo ele, é que a metodologia do jogo é direcionada ao aprendizado. “Somente depois que o conteúdo foi exposto, através de vídeos curtos ou material de leitura, é que a pessoa vai ter condições de entender a pergunta e ser capaz de responder”, detalha.

O treinamento constante sobre o tema é importante porque os portos, em qualquer lugar do mundo, são ambientes que requerem atenção constante sobre a segurança, incluindo a cibernética. “Queremos evitar coisas que a gente ainda vê como senhas anotadas em post it, compartilhamento de senha, compartilhamento de pen drives externos ou envio de arquivos de forma inadequada. O nosso objetivo com esse game é conscientizar os funcionários”, aponta.

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O agente portuário Vinícius Cordeiro, da Coordenadoria de Compliance, ressalta que o game irá ajudar a todos não apenas a ter uma atuação segura na Portos do Paraná, mas também na vida pessoal. “As pessoas terão um embasamento sobre o que são dados pessoais e como eles devem ser tratados na empresa e fora dela. A Hackers Rangers vai apresentar essas informações de uma maneira fácil de ser administrada”, explica.

A ferramenta de treinamento faz parte da preocupação da Portos do Paraná em manter seus funcionários em constante desenvolvimento. “Acaba sendo uma forma de as pessoas terem acesso a temas referentes à segurança de dados de uma forma dinâmica. Nesse contexto, a plataforma vai ajudar no desenvolvimento do nosso pessoal e vai suprir a necessidade de treinamento em temas como LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), segurança de dados, entre outros”, destaca Henrique Pires, coordenador de Desenvolvimento de Pessoal.

Fonte: Governo do Paraná

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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