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Portos do Paraná implanta sistema de tratamento de esgoto alternativo na ilha de Eufrasina

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A Portos do Paraná, através do Programa de Educação Ambiental, implantou um sistema de tratamento de esgoto alternativo, com biodigestores, em dois locais na Ilha de Eufrasina, no Litoral do Estado. A solução foi instalada em parceria com a empresa júnior da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e já está em funcionamento na escola estadual e na associação de moradores da comunidade.

O pedido veio dos moradores. “Temos ouvido as 15 comunidades que vivem na área de abrangência dos portos de Paranaguá e Antonina. Junto com eles, trabalhamos em cinco linhas de atuação: fortalecimento da pesca artesanal, fortalecimento das associações, saneamento básico, apoio ao público jovem, turismo e cultura socioambiental”, destaca o diretor de Meio Ambiente da Portos do Paraná, João Paulo Santana.

Segundo o professor da UFPR Fernando Armani, supervisor da empresa júnior, o objetivo foi implantar sistemas de baixo custo e manutenção. “Focamos nisso para que sejam soluções facilmente replicadas na comunidade. Além de projetar os sistemas e implantá-los, também promovemos alguns cursos e oficinas técnicas participativas com a comunidade, para que eles atuem conosco, aprendam como é feito e agreguem conhecimento sobre o assunto”, explica.

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Também está em fase de finalização uma cartilha que vai ensinar os moradores a instalar o sistema com biodigestor. Ele é um equipamento usado para o processamento de matéria orgânica, como fezes e urina de humanos, como método alternativo ao convencional. É utilizado em vários locais do mundo por conta da tecnologia barata, eficaz e ecológica no tratamento de esgoto humano e animal. O biodigestor evita a poluição do meio ambiente com dejetos orgânicos, sobretudo das águas.

“A cartilha demonstra como dimensioná-lo, quantas pessoas esses biodigestores podem atender, sendo residência, pousada ou restaurante, e como confeccionar e fazer a instalação”, conta Armani.

Para Rosene Aparecida Passos, presidente da Associação de Moradores da Eufrasina, a iniciativa moderniza a comunidade. “É de suma importância que a gente consiga replicar como instalar esse sistema de esgoto aos moradores de outras residências. Só assim eles vão ter mais conhecimento sobre a necessidade de cuidar do nosso local e fazer da maneira correta o descarte do esgoto”, salienta.

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Devido ao aumento de alunos, a escola estadual também foi contemplada, visto que a fossa séptica que existe no local não comportava mais o aumento do fluxo. Após o fim da implantação, os sistemas de tratamento de esgoto foram apresentados aos moradores e alunos da comunidade.

PERMACULTURA – O Programa de Educação Ambiental da Portos do Paraná segue os princípios da permacultura – cuidar das pessoas, cuidar do planeta e a partilha justa da distribuição dos excedentes.

A prática consiste no planejamento de ocupações humanas sustentáveis, unindo práticas ancestrais aos conhecimentos de ciências agrárias, engenharias, arquitetura e ciências sociais, sempre sob a ótica da ecologia.

Além disso, todos os projetos ambientais e monitoramentos executados pela Portos do Paraná têm relação direta com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da ONU, do qual a empresa pública é signatária.

Fonte: Governo do Paraná

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Estado incentiva inscrições para 2ª Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia

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Estão abertas as inscrições para a 2ª edição da Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia (Obict), competição de conhecimentos específicos na área voltada para alunos desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio ou Ensino Médio Técnico das redes públicas e privadas de todo o País.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de forma online pelo site www.obict.com.br/ ou pelo aplicativo Olímpico, disponível para os sistemas iOS e Android, até o dia 14 de abril, às 22h. As inscrições podem ser feitas pelos professores responsáveis das instituições de ensino, quanto de forma avulsa pelos alunos interessados.

Na primeira edição da Obict, o Paraná já demonstrou ser uma potência na competição. Além de ser o Estado com mais inscritos em todo o País (3.118 de 36.500 alunos), três estudantes do município de Borrazópolis, no Vale do Ivaí, conquistaram medalhas de ouro.

Para o secretário estadual da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, o Paraná tem todos os recursos para se destacar novamente na segunda edição da Olimpíada. “Vamos fazer um trabalho muito forte em conjunto com outras secretarias, principalmente a de Educação, para que nossos alunos participem ativamente da competição e que neste ano possam ter ainda mais alunos sendo premiados”.

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Os medalhistas de ouro, Gabriel Telles, João Paulo Machado Filho e Kauê dos Santos, cursam o 1º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual José de Anchieta, mas foram premiados na categoria Ensino Fundamental, pelo desempenho nas provas aplicadas em 2024, quando então estavam matriculados na Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, também em Borrazópolis.

“Os estudantes paranaenses têm se destacado em competições como a Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia, e isso é fruto de um trabalho contínuo direcionado à inovação e à inclusão de componentes curriculares como programação e robótica nas escolas paranaenses. Você que é estudante da rede estadual, inscreva-se na olimpíada, e você, professor, incentive seus estudantes a participarem. Vamos, juntos, mostrar a qualidade da educação paranaense para todo o Brasil”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.

COMO FUNCIONA – A Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia será dividida em quatro fases, sendo as duas primeiras de forma online e as duas últimas, presenciais. A primeira fase é a online e acontece entre os dias 2 e 14 de abril, com uma prova que utiliza recursos multimídia e com possibilidade de consulta. A segunda está prevista para entre os dias 21 e 27 de abril, também no formato online, mas sem possibilidade de consulta.

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A terceira etapa, marcada para 30 de maio, será presencial e aplicada em diversos polos ao redor do Brasil. A quarta e última fase também acontece de forma presencial, com data e local a serem divulgados pela organização da competição.

São quatro categorias: Júnior, para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental; Sênior, para alunos do Ensino Médio e Técnico; a categoria livre, aberta para adultos e familiares acompanharem e incentivarem os jovens, e por fim a categoria para estudantes de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, novidade da segunda edição da Obict.

A inclusão da nova categoria visa estimular desde cedo o interesse de crianças pelos estudos em ciência, tecnologia e inovação, além do espírito competitivo. Todos os alunos inscritos recebem certificados de participação, e os melhores colocados recebem uma medalha exclusiva ao final da competição.

Fonte: Governo PR

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