PARANÁ
Pesquisa vai identificar preferências dos turistas na Mata Atlântica
Publicado em
17 de junho de 2024por
Itajuba TadeuConhecer as preferências dos paranaenses a respeito do turismo de natureza. Este é o principal objetivo da Pesquisa da Grande Reserva Mata Atlântica, movimento formado por empresários dos Estados do Paraná, São Paulo e Santa Catarina, em conjunto com a consultoria técnica Sprint Dados. A participação é gratuita e segue até 25 de junho clicando aqui.
Os dados ajudarão os empresários do setor de mais de 60 municípios dos três Estados a aprimorarem os produtos e serviços ofertados aos turistas ao longo dos 3 milhões de hectares de reserva do bioma. Quem participar também pode concorrer a prêmios. A Grande Reserva Mata Atlântica é o maior e mais bem preservado contínuo de Mata Atlântica do Brasil e destino de natureza.
Dentro da Rede de Portais da Grande Reserva Mata Atlântica, projeto que visa a divulgação da região como um destino turístico do país, o Paraná conta com mais de 20 atrativos de natureza registrados. “O segmento que mais está crescendo no país é o turismo ligado a grandes negócios da natureza. O Paraná é muito rico na oferta desses destinos, especialmente na Grande Reserva da Mata Atlântica, que atua com o turismo responsável, em que quem usa cuida”, destacou o secretário estadual do Turismo, Márcio Nunes.
COMO PARTICIPAR – Na pesquisa, os participantes respondem sobre seus interesses, hábitos e preferências de viagem quando o assunto é turismo de natureza no país. De acordo com Ricardo Borges, coordenador de Comunicação e Relacionamento da Grande Reserva Mata Atlântica, turistas de todo o país podem participar.
“Entender o que o turista quer e gosta ajuda os destinos a se prepararem adequadamente para atendê-lo. Além disso, o empresário passa a entender como otimizar os seus recursos, investindo no lugar certo e aumentando a satisfação do cliente com o reflexo no crescimento do seu negócio”, explica.
PRÊMIOS – Os 200 participantes da pesquisa com as respostas mais criativas para a pergunta “Na sua visão, como a Mata Atlântica contribui para o presente e um futuro mais sustentável e equilibrado?” serão premiados. A ação faz parte do concurso cultural chamado “Mata Atlântica: presente e futuro”.
Entre os prêmios estão ingressos para atividades de turismo de natureza e aventura, como trilhas, caiaque, arvorismo, passeios de barco, em reservas naturais, hospedagens em meio a natureza, experiências gastronômicas e de banho de floresta, além de cursos e desconto em produtos.
De acordo com Marcos Cruz, coordenador da Rede de Portais da Grande Reserva Mata Atlântica, o concurso também é uma forma de atrair mais participantes e divulgar os destinos. “Os prêmios do concurso foram todos doados por empresários que atuam no território da Grande Reserva, membros da Rede de Portais. Além de ser um chamariz para a pesquisa, já que os prêmios são bem atrativos, também é uma forma de divulgar o potencial turístico dessas regiões”, afirmou.
A Rede de Portais é uma plataforma colaborativa da Grande Reserva Mata Atlântica, que facilita e estimula ações em conjunto envolvendo representantes das mais diversas áreas de atuação e de diferentes regiões dos três estados do território (São Paulo, Paraná e Santa Catarina). Atualmente, a Rede conta com quase 800 membros, entre representantes de instituições públicas, empresas privadas, organizações da sociedade civil e indivíduos que atuam para divulgar e promover o desenvolvimento sustentável, sempre de forma voluntária.
O regulamento do concurso está disponível AQUI. A lista completa dos prêmios está neste link .
Fonte: Governo PR
PARANÁ
Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil
Published
25 minutos agoon
4 de abril de 2025By

Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.
Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.
Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).
Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.
“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.
“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.
Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).
“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.
HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.
Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.
Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.
Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.
LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.
“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.
PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.
Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.
Fonte: Governo PR

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