PARANÁ
Parque Universitário da UENP celebra um ano de atividades com mais de 10 mil visitações
Publicado em
30 de junho de 2023por
Itajuba TadeuO Parque Universitário de Ciência, Cultura e Inovação da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) completou um ano de existência nesta sexta-feira (30), consolidando-se como um dos principais espaços de esporte, cultura e lazer de Jacarezinho e região. Pelo menos 10 mil pessoas visitaram o local nesse período.
De acordo com o reitor da UENP, Fábio Antonio Néia Martini, o parque trouxe à universidade uma mudança na realidade das ações de cultura. “Este equipamento cultural trouxe à população carente atividades e oficinas. A UENP caminha sempre com a perspectiva de figurar como uma instituição promotora de cultura, que tem esse compromisso da guarda da memória cultural do Norte. Além disso, o parque é um espaço onde desenvolveremos toda a inovação da nossa região com a Ageuni”, destaca.
Atualmente, o parque conta com o Museu de Arte e Cultura Popular, o Galpão Cultural Romano Nunes “Cabelo” e o Centro de Documentação Histórica, que são instrumentos importantes para a valorização da arte e cultura da região Norte. O espaço possui também pista de MTB XCO, pista de corrida Cross Country, o Bosque UENP Sustentável e dois projetos em execução: o Inventário Cultural do Norte do Paraná e o Serviço de Atendimento ao Artista e Trabalhador da Cultura.
No Parque Universitário de Ciência, crianças e adolescentes têm oportunidade de participar das atividades culturais no Galpão Cultural, como as oficinas permanentes da Prefeitura de Jacarezinho de pintura, capoeira, teatro, balé, karatê, yoga e percussão carnavalesca, e as aulas ofertadas pelo projeto Musicou: canto coral, violão, percussão e iniciação musical.
“O Parque Universitário, de maneira geral, é o primeiro equipamento cultural que a universidade tem e que acolhe outros equipamentos, importante para consolidar as nossas ações”, acentua James Rios, diretor de Cultura da UENP.
O Museu recebeu mais de mil visitantes neste primeiro ano, dentre alunos da rede pública e também estudantes do curso de História da UENP. Atualmente, o Galpão Cultural tem 226 inscritos nas 12 oficinas (yoga, capoeira, violão, pintura e desenho, balé, teatro, percussão carnavalesca, canto, coral e percussão) promovidas pelo Parque Universitário em parceria com empresas privadas e a Prefeitura de Jacarezinho.
O Centro de Documentação possui seis acervos: Arquivo IBGE; Coleção Celso Antônio Rossi; Acervo Fazenda das Antas; Acervo Antônio José da Costa Lima; Coleção de Mapas Históricos e Periódicos de Jacarezinho.
EVENTOS – Neste primeiro ano, o parque realizou festivais culturais, como o Festival Afro Parque, parte da VIII Mostra Afro; o I Festival Cultural, realizado na programação de inauguração; e a I Feirinha da Cultura, que reuniu todos projetos culturais da cidade. O espaço ainda foi palco de mostras teatrais, como o Encena e o Conexão Encena.
Entre os eventos que movimentaram o Parque Universitário nos últimos meses também estiveram as exposições “Minha terra que delícia, quantos carnavais”, “Mostra de arte popular”, “Arte em papelão”, “Malungueiras” e Mostra Afro. Também aconteceram lançamentos de documentários, espetáculos, workshops, o 37º Salão de Artes Plásticas de Jacarezinho, o 1º Treino Solidário de Corrida Cross Country e Competição de XCO, o 1º Pôr do Sol no Parque; o 1º Fórum dos Trabalhadores da Cultura do Norte do Paraná; e o Balaio Cultural com o IFPR, entre outros.
Serviço:
O Parque Universitário está localizado na Avenida Marciano de Barros, 700, no bairro Estação, em Jacarezinho, e fica aberto para visitas de segunda a sexta-feira, das 6h às 20h. Já o horário de funcionamento do Museu de Arte e Cultura Popular é das 8h às 12h e das 13h às 18h. Para se inscrever nas oficinas, entre em contato pelo site https://linktr.ee/parqueuenp.
Fonte: Governo PR
PARANÁ
Ajuda ao bisavô: aluna de escola estadual é premiada na maior feira de ciências do Brasil
Published
22 minutos agoon
4 de abril de 2025By

O ano era 2020 e a estudante Fernanda Jank, à época com 10 anos, começou um projeto escolar para ajudar o bisavô, produtor de bananas em Laranjeiras do Sul, no Centro-Oeste do Estado. Cinco anos depois, completados dia 28 de março de 2025, a inovação criada pela estudante foi premiada na maior feira de ciências do Brasil, em São Paulo – a Febrace 2025
No laboratório do Colégio Estadual Jardim Porto Alegre, em Toledo, no Oeste, Fernanda identificou extratos vegetais capazes de controlar pragas que causam danos aos bananais. Além de mais eficientes e acessíveis, os produtos biológicos se mostraram menos agressivos ao meio ambiente e à saúde humana em relação a agroquímicos tradicionais.
Destacada em feiras locais e regionais, a pesquisa da estudante chegou à 23ª edição da Feira Brasileira de Ciência e Engenharia (Febrace), considerada o principal evento da área no Brasil. O projeto conquistou o segundo lugar na categoria Ciências Biológicas e ainda faturou o Prêmio Inovação ASV, promovido por uma empresa privada.
“Fiquei realmente muito feliz, porque eram 53 trabalhos concorrendo só na minha categoria. Normalmente são 15 ou 20, então eu não esperava ganhar. É muito gratificante saber que todos esses resultados que tivemos realmente estão dando frutos”, celebrou a jovem, hoje com 15 anos.
Além de certificados, troféus e kits de produtos, Fernanda recebeu uma credencial para participar da Mostra Internacional de Ciência e Tecnologia (Mostratec), a ser realizada em outubro, no Rio Grande do Sul. A feira, que reúne projetos de diferentes países, é um dos principais eventos científicos do mundo.
INSPIRAÇÃO FAMILIAR – Em 2020, Fernanda ingressou na rede estadual de educação por meio do Colégio Estadual Jardim Porto Alegre, em Toledo, onde estuda até hoje. No mesmo ano, a jovem entrou para o Clube de Ciências da escola, que deu base à ideia para uma pesquisa científica sobre um problema familiar: como ajudar o bisavô, Atilho Gonçalves, a cuidar da plantação de bananas de forma mais eficaz, barata e sustentável?
“Meu bisavô é um pequeno produtor de bananas e acaba não tendo condições de pagar por agroquímicos que controlam as doenças que atacam a cultura. Eu decidi desenvolver alguma alternativa que fosse acessível para ele, sem prejudicar a saúde e o meio ambiente”, relatou Fernanda. Aos 92 anos, o agricultor mantém uma produção de bananas em Laranjeiras do Sul, de onde tira o sustento diário.
O que parecia um grande desafio para uma estudante do Ensino Fundamental se tornou um projeto de pesquisa robusto, que já dura meia década. Orientada pelos agentes educacionais Dionéia Schauren e Leandro Miglioretto, que coordenam o Clube de Ciências da escola, a jovem identificou produtos vegetais capazes de impedir a podridão da banana, comumente causada pelo fungo Colletotrichum musae. Foram usados extratos de espécies vegetais como guaco, flamboyant e alfavaca.
Na última fase do projeto, que rendeu a premiação na Febrace, Fernanda testou a aplicação dos extratos diretamente na fruta, e os resultados foram animadores. “Os extratos vegetais acabaram sendo ainda mais eficazes que os próprios agroquímicos para controlar a podridão da banana. E também não prejudicam a água, o solo e a saúde humana”, comentou a estudante. Os próximos passos incluem aprimorar os extratos vegetais e testá-los em plantações reais, como a do bisavô de Fernanda.
Para a estudante, além do auxílio à família e do reconhecimento nacional em feiras científicas, o projeto significa um direcionamento para a futura carreira profissional. Ciências biológicas, pesquisa e tecnologia devem acompanhar a trajetória da jovem até o mercado de trabalho. “Futuramente, pretendo estudar Biologia ou Medicina Veterinária. São duas áreas que eu amo e em que realmente acho que me encaixo muito bem”, revelou.
CIÊNCIA E TECNOLOGIA – Além da inovação proposta por Fernanda, um projeto desenvolvido pelas estudantes Beatriz dos Santos e Fernanda Lucas representou o Colégio Estadual Jardim Porto Alegre na feira. Também sob orientação de Schauren e Miglioretto, as jovens pesquisaram o uso de extratos vegetais como aceleradores de germinação e enraizamento para orquídeas no cultivo in vitro.
Conforme a diretora, Iara Elisa Schneider, a participação dupla na maior feira de ciências do país reflete o incentivo à iniciação científica no colégio. “Isso é fruto da abertura dada pela direção para a formação científica do aluno, do incentivo aos professores para aliarem teoria com prática, da disponibilização de recursos para os nossos laboratórios e do entendimento de que o conhecimento ultrapassa os muros da escola”, observou.
“O diferencial da escola pública é que somos pessoas muito determinadas. E o colégio sempre nos ajudou e nos apoiou bastante para a participação nas feiras”, completou Fernanda. O colégio atende cerca de 570 estudantes em período integral. Na instituição, são ofertadas turmas dos anos finais do Ensino Fundamental, Ensino Médio e Ensino Médio Técnico.
CLUBES DE CIÊNCIA – Ao todo, a rede estadual de educação do Paraná somou sete projetos classificados à final da Febrace. Considerando também institutos federais, colégios da Polícia Militar e redes privadas, o Estado teve 19 iniciativas entre os 300 finalistas.
Os projetos classificados à final foram selecionados pelo Comitê de Pré-Avaliação e de Seleção da Febrace ou receberam credenciais por meio de outros eventos científicos. Ao todo, a feira recebeu mais de 2,7 mil inscrições de todo o país, enviadas por alunos do 8º e do 9º anos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio de escolas públicas e privadas.
As iniciativas finalistas foram expostas ao público na última semana, no câmpus da Universidade de São Paulo (USP). O Paraná teve concorrentes nas categorias de Ciências Biológicas, Ciências Exatas, Ciências Humanas e Engenharias. As iniciativas abordaram temas variados como farmacologia, microbiologia, botânica, física, geografia e engenharia aeroespacial.
Conforme o secretário estadual da Educação, Roni Miranda, o incentivo ao ensino de robótica, programação e iniciação científica nas escolas da rede estadual de ensino explica o protagonismo dos estudantes paranaenses em eventos como a Febrace.
“Ver estudantes engajados em pesquisa e iniciação científica desde cedo, com iniciativas inovadoras em áreas do conhecimento tão diversas, é motivo de orgulho para todos que trabalhamos com a educação do Paraná. Isso mostra que os investimentos em inovação e tecnologia na rede estadual têm surtido efeito para a formação de jovens protagonistas, conscientes e criativos”, destacou.
Desde o ano passado, o Governo do Estado mantém a Rede de Clubes de Ciências, que reúne cerca de 6 mil estudantes de escolas estaduais em, ao menos, 200 unidades. Nestes espaços, os alunos têm contato direto com o conhecimento científico e tecnológico e consolidam conceitos abordados em sala de aula. Além disso, cerca de 15 mil estudantes com altas habilidades ou superdotação são atendidos em mais de 300 salas de recursos multifuncionais nas escolas estaduais.
Fonte: Governo PR

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