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Paraná + Viagem: 660 pessoas já conheceram pontos turísticos do Estado pelo programa

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O  Paraná + Viagem, programa do Governo do Estado desenvolvido pela Secretaria do Turismo (Setu), beneficiou 660 pessoas de janeiro a novembro de 2024. São idosos, estudantes e outras pessoas que não têm condições financeiras para fazer turismo. Ao longo do mês de novembro, três novos grupos conheceram pontos turísticos de Curitiba, Foz do Iguaçu, Litoral e de outros municípios. E na primeira semana de dezembro outros seis grupos vão embarcar no passeio. 

Os grupos que viajaram em novembro partiram dos municípios de Mirador (Noroeste) e Quinta do Sol (Norte), ambas com destino ao Litoral do Paraná. Já um grupo de Santa Isabel do Ivaí, também na região Noroeste, visitou o Salto Bandeirantes, localizado em Santa Fé (Norte). Juntas, as viagens reuniram idosos e estudantes, somando 263 participantes. Confira as viagens anteriores clicando AQUI.

Márcio Nunes, secretário do Turismo do Paraná, afirma que o programa é uma referência ao unir o turismo com a responsabilidade social. “Além de fomentarmos o turismo interno, estamos também possibilitando a grupos, quem nem sempre tem essa chance, de participarem de viagens ao redor do Paraná, tendo sempre como foco o fortalecimento e divulgação dos atrativos, mas também com a inclusão dessas pessoas na cadeia produtiva do setor”, disse.

“O  Paraná + Viagem foi criado para divulgar os potenciais turísticos do Paraná, junto aos próprios paranaenses. Isso impacta na geração de emprego e renda para quem vive do turismo, movimentando a cadeia produtiva do setor e incentivando a iniciativa privada e aos empreendedores para que qualifiquem seus serviços e profissionais”, complementou o secretário.

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OPORTUNIDADE – A secretária de Assistência Social de Mirador, Andressa Patrícia Boni Travain, afirma que a viagem foi um sucesso. “Ver o sorriso no rosto de cada um  foi gratificante, porque pudemos proporcionar uma grande experiência a quem nunca tinha viajado e não conhecia a praia. Isso oferece bem-estar não somente físico, mas também também mental. Foi uma experiência marcante e inesquecível”, disse Andressa. 

Enercilia Vitorino participou do grupo de Santa Isabel do Ivaí–Santa Fé.  “É a primeira vez que viajo dessa forma e aproveitei bastante”, disse ela.  Do mesmo grupo, Cleide de Fátima Guandalim, reafirmou a importância da viagem para a terceira idade. “Em nome de todo o grupo, agradeço essa oportunidade. Não conhecíamos o município e o Salto Bandeirantes. Estamos muito felizes por essa oportunidade que foi dada à terceira idade”, disse.

PROGRAMADAS – Nesta primeira semana de dezembro, outras seis viagens estão marcadas, movimentando cerca de 290 turistas. Apenas nesta segunda feira (02) partem três grupos: de Guaporema (Noroeste) rumo a Curitiba; de Mariluz (Noroeste) rumo a Morretes e Antonina; e Brasilândia do Sul (Oeste) rumo a Guaratuba.

No dia 04 saem idosos do município de São Jorge do Patrocínio (Oeste), com destino a Curitiba, Morretes e Guaratuba. Enquanto estudantes de Brasilândia do Sul partem no dia 06 e idosos de Mirador no dia 08, ambos seguem rumo a Foz do Iguaçu, lar das Cataratas do Iguaçu – uma das Sete Maravilhas do Mundo e eleita como principal atrativo turístico do Brasil e da América do Sul pela plataforma TripAdvisor.

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MELHOR IDADE – Do total de viagens realizadas, algumas fazem parte do projeto Viaja +60, um braço do programa Paraná + Viagem, viabilizado pela Secretaria da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semipi). O foco é promover o turismo rodoviário acessível e enriquecedor para a população com mais de 60 anos, incentivando também o bem-estar, inclusão social e o desenvolvimento econômico das regiões paranaenses.

PROGRAMAS – O Paraná + Viagem integra um pacote de três programas aprovados por lei, junto com o Paraná + Infra e o Paraná + Eventos. As três leis foram propostas pelo Executivo, aprovadas pela Assembleia Legislativa e sancionadas pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior no dia 30 de novembro de 2023. 

O Paraná + Infra prevê qualificar a infraestrutura turística, melhorar a qualidade dos produtos turísticos e contribuir para a expansão do setor. Os principais objetivos incluem a consolidação de áreas e rotas turísticas, revitalização de espaços e aumento da capacidade de atendimento ao fluxo de visitantes. O programa abrange obras de construção, reforma e revitalização, aquisição de equipamentos e sinalização turística.

Já o Paraná + Eventos atua na promoção de eventos regionais e geradores de fluxo turístico, como shows, feiras e festivais gastronômicos ou folclóricos, dentre outros. Ele inclui repasse de recursos para os municípios realizarem e promoverem eventos, com o objetivo de ampliar a quantidade de viagens e roteiros internos, acarretando em um maior desenvolvimento local nos diversos setores da economia.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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