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Paraná conquista 15 medalhas de ouro nas Paralimpíadas Escolares 2023

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Os atletas paranaenses conquistaram 15 medalhas de ouro, 16 de prata e 13 de bronze nas Paralimpíadas Escolares 2023, realizada em São Paulo e encerrada neste domingo (03). A etapa nacional da competição, disputada por crianças e jovens, é realizada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e reuniu nesta edição 1,8 mil atletas das 27 unidades federativas, disputando 13 modalidades.

Formada por 100 pessoas, entre atletas e comissão técnica, a delegação paranaense disputou nas modalidades de basquete (4 atletas), bocha (1 atleta), badminton (2 atletas), tênis de mesa (4 atletas), atletismo (37 atletas) e natação (18 atletas). As 44 medalhas vieram em cinco modalidades.

Margarete Gasperin, chefe da delegação, disse que o Paraná está no caminho certo, com o número de participantes aumentando a cada ano, por meio do trabalho dos professores. “A natação, por exemplo: em 2022 participamos com seis atletas e neste ano tivemos 18 nadadores. Em outras modalidades, como bocha, tênis de mesa e badminton, conseguiram medalhas neste ano”, disse.

As Paralimpíadas Escolares tiveram a sua primeira edição em 2009. Talentos do paradesporto brasileiro já passaram pela competição, como os velocistas Alan Fonteles, ouro em Londres 2012, Verônica Hipólito, prata no Rio 2016, Petrúcio Ferreira, recordista mundial nos 100m (classe T47), o nadador Talisson Glock, prata no Rio 2016, o jogador de goalball Leomon Moreno, prata no Jogos de Londres e bronze no Rio 2016, a mesatenista Bruna Alexandre, bronze no Rio 2016, entre outros.

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Confira a lista parcial das conquistas dos paranaenses:

Atletismo (6 ouros, 10 pratas e 5 bronzes)

Joana Cristina Ferreira de Souza de Oliveira (2 pratas e 1 bronze)

Renata Bonifácio (3 ouros)

Pedro Angelo (1 ouro e 2 pratas)

Talissom Júlio (1 prata)

Thayná (1 ouro e 1 prata)

Stefane Moreira dos Passos (1 bronze)

Stéfany Oliveira da Silva (1 bronze)

Mateus José Paixão de Souza (1 Prata) 

Maria Gabriele Vicente Alves (1 ouro, 1 prata e 1 bronze)

Juan Pablo da Silva (1 bronze)

Celso Henrique Alves Fernandes (2 pratas)

Badminton (3 ouros e 1 bronze)

Pamela Regina Guerli Ribeiro (2 ouros)

Carlos Eduardo Alves da Silva (1 ouro e 1 bronze)

Natação (5 ouros, 5 pratas e 4 bronzes) 

Emanuele Victoria Sá de Araújo (5 ouros)

Ana Cristina de Freitas (3 pratas)

Rafael Borges Lima  (1 bronze)

Bianca Lubian (1 prata e 3 bronzes)

José (1 prata)

Bocha (1 ouro)

Luan Gabriel Rega Rodrigues (1 ouro)

Tênis de Mesa (1 prata e 3 bronzes)

Julia Raissa Couto (1 prata e 1 bronze)

Allan Gabriel Dantas Santana (2 bronzes)

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GINÁSIO DO TARUMÃ  Outro destaque do fim de semana do Esporte no Paraná foram as finais da Liga Metropolitana de Handebol, disputadas no Ginásio do Tarumã, um dos principais espaços esportivos pertencente ao Governo do Paraná. Após 9 meses de competição, o torneio conheceu os campeões nos naipes masculino e feminino.

Na primeira decisão do feminino, São José dos Pinhais bateu Campo Largo por 28 a 21, coroando o trabalho da equipe, que chegou em ambas as finais. No masculino, São José dos Pinhais acabou derrotado pelos agora tricampeões da Escola Paranaense de Handebol. O placar foi 29 a 13.

O Tarumã vai encerrar o ano com 58 eventos esportivos de finais de semana, com público total atendido acima de 100 mil pessoas entre dirigentes, público em geral e atletas.

Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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