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Paraná completa integração com governo federal e está pronto para atender a Nova Lei de Licitações

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A partir do dia 1º de abril (sábado), estados, municípios e o Distrito Federal terão que adequar os processos de compras públicas a partir do que prevê a Lei Federal 14.133/2021, que traz novas regras para as licitações. A Nova Lei de Licitações entrou em vigor na data de publicação, mas os entes federativos tiveram dois anos para promover os ajustes necessários.

A adequação mais complexa prevê a integração dos sistemas estaduais de Compras Públicas com o Portal Nacional de Contratações Públicas, criado pela nova regulamentação. O Paraná concluiu esta etapa neste domingo (26) e está pronto para atender a nova lei.

O Estado será protagonista, mais uma vez, desse processo em nível nacional. O Paraná já havia sido o primeiro a regulamentar a lei em seu território, com o decreto 10.086/2022, assinado pelo governado Carlos Massa Ratinho Junior. 

O trabalho de integração foi realizado pela Secretaria da Administração e da Previdência, por meio do Departamento de Logística para Contratações Públicas, em parceria com a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná – Celepar.

Embora o prazo de transição esteja chegando ao fim no próximo sábado, o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos divulgou uma portaria no final de fevereiro que possibilita o período de adequação por mais um ano, com novos marcos temporais. Mas, como o Paraná já está preparado, a nova lei passa a reger as compras públicas do Estado já em 2023.

“Foi um processo intenso, minucioso e celebramos a conclusão dessa integração com o Portal Nacional. Agora, em um único local, os cidadãos terão acesso a todos as compras públicas que acontecem no País. Como o sistema de licitações do Paraná já era completo e acompanhou a modernização da legislação, a integração aconteceu de maneira ágil. Saímos na frente de outros estados”, explica o secretário da Administração e da Previdência, Elisandro Frigo.

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“A regulamentação em tempo recorde, trabalho da Procuradoria-Geral do Estado e SEAP, foi fundamental para que já começássemos a planejar e a executar as mudanças necessárias e segue sendo referência para os outros estados do Brasil. O decreto estadual interpreta os mais de 190 artigos da lei e atende as especificidades do Paraná, criando um Caderno de Instruções sobre licitações. Isso traz segurança jurídica e garante a lisura de todas as compras públicas”, salienta.

NOVIDADES – Além do Portal Nacional de Compras Públicas, o Paraná já está preparado para atender os demais pontos da Nova Lei de Licitações, que modificam modalidades e prazos, e reforçam o Princípio de Planejamento como base para qualquer processo de compra pública. Agora será obrigatório, por parte da administração pública, a apresentação de estudo técnico preliminar, matriz de risco e que o objeto da licitação esteja previsto no Plano de Contratações Anual do Estado (PCA-E) independente do porte da licitação.

Outros pontos positivos são a digitalização total do processo, garantindo mais transparência e adesão ao novo momento da sociedade e a implementação de uma nova modalidade, chamada diálogo competitivo, na qual a administração conversa com empresas para encontrar alternativas mais viáveis para um determinado objetivo. 

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O texto também prevê que sustentabilidade deve ser um critério observado. Entre os dispositivos estão menor impacto sobre fauna, flora, ar, solo e água; preferência para matérias-primas de origem local; maior vida útil e menor custo de manutenção; respeito às normas de resíduos sólidos; entre outros.

Equidade (empresas com maior participação de mulheres) e controle interno contra a corrupção também são novidades, mas nos critérios de desempate.  

CAPACITAÇÃO – Outro ponto que fez o Paraná assumir a dianteira na adequação as novas regras, foi o entendimento de que em paralelo aos ajustes de sistemas, seria preciso capacitar os servidores públicos sobre a nova lei. A Procuradoria-Geral do Estado, responsável pelo decreto de regulamentação, em parceria com a Escola de Gestão, já capacitou mais de 1.800 servidores e pregoeiros.

O curso é gratuito e está disponível na plataforma da Escola de Gestão. Além de servidores públicos, a capacitação pode ajudar empresas a entenderem a nova lei.

WEBINAR – Na próxima quinta-feira (30), a Secretaria da Administração e da Previdência promove um webinar sobre a integração do sistema de Compras Públicas do Paraná com o Portal Nacional de Compras Públicas. O webinar terá transmissão ao vivo, a partir das 9h30 horas, no canal do YouYube da Escola de Gestão do Paraná. Acesse aqui.

Fonte: Governo PR

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Ceasa doará alimentos sem padrão de comercialização para o Zoológico de Curitiba

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A Ceasa Paraná firmou com a Prefeitura de Curitiba uma iniciativa para contribuir com a alimentação de animais silvestres atendidos pelo Departamento de Pesquisa e Conservação da Fauna. A partir de agora, semanalmente serão doadas frutas, legumes e verduras que já não atendem mais aos padrões de comercialização e nem de consumo humano, mas que ainda são adequadas para a alimentação animal.

A estimativa é que cerca de 5 toneladas de alimentos por mês sejam destinadas à causa, totalizando um investimento de R$ 19.950,00.

“Para nós da Ceasa é uma honra poder ajudar nessa iniciativa. É muito importante contribuir para melhorar a alimentação dos animais que já é muito boa. E melhor ainda fazendo isso com eficiência administrativa, diminuindo gastos para a prefeitura”, afirmou o diretor-presidente do Ceasa, Éder Bublitz.

A Ceasa Paraná já envia doações para outros locais, como o Criadouro da Onça Pintada. Essa nova parceria reafirma o compromisso da Ceasa Paraná com a sustentabilidade e o bem-estar animal, garantindo que alimentos que seriam descartados cumpram uma função essencial na preservação da fauna.

“É mais uma importante parceria, dentre tantas que temos com o governo do Estado. O zoológico é um patrimônio de Curitiba e esse trabalho em conjunto garante alimentação de qualidade para diversas espécies”, complementa o prefeito de Curitiba, Eduardo Pimentel.

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ZOOLÓGICO – O primeiro Zoológico de Curitiba funcionou no Passeio Público, até 1985, quando aconteceu a inauguração do zoológico atual no Parque Iguaçu, cerca de 20 km de distância do Centro de Curitiba. Ele recebe aproximadamente 650 mil visitantes por ano e é em um importante centro de lazer e conexão com a natureza por meio da contemplação.

Além de local de manutenção de animais impossibilitados de viverem livres na natureza, o espaço contribui para a conservação da fauna por oferecer condições de reprodução para animais nativos, e por servir de porto seguro para espécies de aves migratórias. Desenvolve ainda importantes trabalhos de educação ambiental e possibilita a realização de pesquisas visando a conservação da biodiversidade.

A maioria dos animais recebe alimentação duas vezes ao dia. Outros animais recebem uma vez ao dia. Os herbívoros, entre eles as lhamas, recebem alimentos como cenoura, abóbora e batata doce cortados, com ração própria, pela manhã e à tarde uma complementação de alfafa ou capim fresco.

BANCO DE ALIMENTOS – O Ceasa também lidera outra iniciativa que é referência nacional: o Banco de Alimentos Comida Boa, ideia que surgiu em abril de 2020, logo após a chegada da pandemia da Covid-19. Antes do programa, cerca de 50 toneladas eram desperdiçadas por dia por não serem comercializadas. Agora, são encaminhados para entidades sociais depois de passarem por um processo de industrialização.

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Ao todo, mais de 440 toneladas são doadas por mês, o que representa um volume anual de 5,3 mil toneladas de alimentos. Atualmente, mais de 330 entidades, como casas de longa permanência de idosos, hospitais públicos, casas de recuperação, projetos de contraturno escolar, abrigos, associações de moradores e famílias em situação de vulnerabilidade social, recebem os alimentos.

A iniciativa também conta com a participação do Departamento de Polícia Penal do Paraná (Deppen) para a ressocialização de pessoas privadas de liberdade. Elas trabalham no processamento dos alimentos e participam de atividades de capacitação em educação alimentar para, posteriormente, repassarem o conhecimento à comunidade.

A segunda destinação atinge os criadouros de animais. A alta capilaridade do programa, somada aos múltiplos benefícios propiciados, fez com que o programa Banco de Alimentos Comida Boa fosse apresentado na Organização das Nações Unidas (ONU) pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior como um exemplo de iniciativa governamental.

Fonte: Governo PR

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