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Para manter eficiência, Portos do Paraná amplia investimentos em gestão de pessoas

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A Portos do Paraná investiu R$ 1,4 milhão em treinamento e desenvolvimento para profissionais de todas as áreas da empresa pública nos últimos quatro anos. A retomada nas ações de qualificação do quadro técnico vai ao encontro do Planejamento Estratégico da empresa pública, que insere os colaboradores entre as prioridades nos objetivos para os próximos cinco anos.

“Para manter a eficiência de um porto é fundamental que o quadro técnico seja permanentemente qualificado. É isso que fazemos nos portos paranaenses: cada vez mais investimos no treinamento e desenvolvimento dos nossos colaboradores em busca da excelência”, diz o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

De 2019 a 2022, foram feitas mais de 40 ações de aprendizagem incluindo cursos, treinamentos, congressos, visitas técnicas e curso de pós-graduação. Nesse período, dois em cada três funcionários participaram de, ao menos, uma ação promovida pela empresa pública – o equivalente a 66% do corpo de técnico.

Entre as qualificações oferecidas, estão treinamentos específicos da área portuária e de gestão: Segurança Portuária (Isps Code); Segurança do Trabalho (NRs); Desenvolvimento de Pessoas (Educação Corporativa); Gestão de Resíduos; entre outros.

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Outro ponto destaque é a obra de reformulação da sala de treinamento para melhor atender às demandas de capacitação e a parceria com o Senac Empresas, de Paranaguá, além de outras instituições de ensino.

Além disso, com o intuito de nortear o autodesenvolvimento dos colaboradores, foram criadas as Trilhas de Aprendizagem. Nelas são sugeridas opções qualificações para que cada empregado desenvolva as competências técnicas e comportamentais que necessita dentro de sua área de atuação.

PÓS-GRADUAÇÃO – Os portos paranaenses também oferecem aos colaboradores que atuam na área de gestão uma capacitação internacional em Logística e Gestão Portuária, realizada em grande parte online, com aulas presenciais em Brasília e na Espanha.

O curso máster é oferecido por meio de convênio entre Ministério da Infraestrutura, Fundación Valenciaport e Universidade Politécnica de Valência, da Espanha. Desde 2019, 14 colaboradores realizaram a capacitação: três formados, quatro em fase final do curso e sete em andamento.

CONCURSO – Visando a manutenção do quadro próprio, a Portos do Paraná fez uma série de admissões de funcionários nos últimos quatro anos. Ao todo, 63 novos colaboradores ingressaram nos quadros da empresa pública ao serem nomeados via concurso público realizado em 2017.

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Fonte: Governo do Paraná

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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