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Orquestra Sinfônica se apresenta no dia 16 com programa do armênio Aram Khatchaturian

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A Orquestra Sinfônica do Paraná se apresentará no palco do auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão) no dia 16 de julho (domingo), às 10h30, com o programa “A Linda Música de Khatchaturian”. O concerto terá a condução do diretor musical e regente titular da OSP, Roberto Tibiriçá, e a presença do renomado violinista solista Cármelo de los Santos. Os ingressos já estão à venda na bilheteria do Teatro Guaíra e na plataforma DeuBalada.com, por R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada).

“Khatchaturian é um compositor armênio com obras extremamente melodiosas. Nós vamos apresentar, como destaque, o seu Concerto para Violino, com solos que serão executados por Cármelo de Los Santos. Será a estreia deste grande violinista brasileiro com a Orquestra Sinfônica do Paraná”, afirma Tibiriçá. 

Serão apresentadas também as obras “Valsa”, da Suíte Masquerade; “Dança do Sabre”, da Suíte Gayane Nº 3; e “Adagio de Spartacus & Phrygia”, do Balé Spartacus. “O ‘Adagio’ do Balé Spartacus é uma melodia muito bonita que já foi usada em vários filmes e novelas. Vale a pena todo mundo conhecer um pouco mais sobre a música de Aram Khatchaturian”, convida o maestro.

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CÁRMELO DE LOS SANTOS – O violinista brasileiro Cármelo de los Santos vem cativando o público nacional e internacional por seu virtuosismo e compromisso musical. Santos ganhou projeção aos 16 anos, quando foi o mais jovem vencedor do VII Prêmio Eldorado de Música, o mais importante prêmio de música erudita no Brasil. Junto à Orquestra, o violinista vai executar a obra “Allegro con fermezza Andante sostenuto-Allegro vivace”.

ARAM KHATCHATURIAN – Considerado na Armênia um herói nacional, apreciado e tocado em toda a Rússia, o compositor Aram Khatchaturian nasceu em Kodjori, na Geórgia, em 1903, e começou seus estudos musicais apenas aos 19 anos. Estudou no Conservatório de Moscou e, no ano em que finalizou os estudos, também compôs sua Primeira Sinfonia. Carrega o folclore em suas composições, mesmo durante a guerra, quando compôs a orquestra da qual “Dança do Sabre” faz parte. Faleceu em 1978, deixando seu dinamismo e virtuosidade aos 75 anos.

Programa de concerto:

– “Valsa, da Suíte Masquerade

– “Adagio de Spartacus & Phrygia”, do Balé Spartacus

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– “Dança do Sabre, da Suíte Gayane Nº 3

– “Allegro con fermezza Andante sostenuto-Allegro vivace”

Serviço:

Apresentação: 16 de julho de 2023 (domingo), às 10h30

Local: Auditório Bento Munhoz da Rocha Neto (Guairão)

Tempo de duração do espetáculo: aproximadamente uma hora e trinta minutos

Classificação: 7 anos

Ingressos: Preço único: R$ 20,00 (vinte reais) – lugares livres. Valores de meia-entrada caem pela metade.

Os ingressos já estão disponíveis na bilheteria do Teatro Guaíra (de segunda a sexta, das 10 às 19h) e na plataforma DeuBalada.com.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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