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Oportunidade em todo Paraná: semana começa com 22,3 mil vagas de emprego

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As Agências do Trabalhador do Paraná e postos avançados começam a semana com a oferta de   22.363  vagas de emprego com carteira assinada no Estado . A maior parte é para alimentador de linha de produção, com 5.494 oportunidades. Na sequência, aparecem as de operador de caixa, com 911 vagas, vendedor de comércio varejista, com 732, e atendente de lojas e mercados, com 670 oportunidades.

A Grande Curitiba concentra o maior volume de postos de trabalho disponíveis (​​6.176). São 513 vagas para alimentador de linha de produção, 410 para auxiliar de logística, 392 para operador de caixa, e 335 para atendentes de lojas e mercados.

Na Capital, a Agência do Trabalhador Central oferta 48 vagas para profissionais com ensino superior e técnico em diversas áreas, com destaque para as funções de vendedor de consórcio (cursando técnico em gestão comercial, vendas ou áreas afins) com 10 vagas; vigilante (curso de vigilante vigente) com 10 vagas; soldador (curso técnico de solda) com 3 vagas; e técnico elétrico (técnico em eletrônica) com 02 vagas.

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A Região de Cascavel aparece em seguida (4.825), com 1.366 oportunidades para alimentador de linha de produção, 353 para abatedor, 157 para operador de caixa e 144 para vendedor de comércio varejista. 

Nas demais regionais do Interior são destaques Londrina (2.448), Campo Mourão (1.909),  Pato Branco (1.810)  e Foz do Iguaçu (1.360). Em Londrina, as funções que lideram as ofertas de vagas são alimentador de linha de produção, com 747 vagas, operador de caixa, com 111, faxineiro, com 74, e vendedor de comércio varejista, com 69 oportunidades.

Na Região de Campo Mourão, há oferta de emprego para as funções de alimentador de linha de produção, com 695 oportunidades, magarefe, com 266, costureiro na confecção em série, com 103, e abatedor, com 70.

Na Região de Pato Branco, são ofertadas 556 vagas para alimentador de linha de produção, 129 para faxineiro, 120 para orientador educacional e 56 para magarefe.

Em Foz do Iguaçu, os destaques são para alimentador de linha de produção (533), repositor de mercadorias (109), operador de caixa (87) e abatedor (​​65) .

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ATENDIMENTO – Os interessados devem buscar orientações entrando em contato com a unidade da Agência do Trabalhador de seu município. Para evitar aglomeração, a sugestão é de que o atendimento seja feito com horário marcado. O agendamento deve ser feito AQUI.  

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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