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Obras da Sanepar vão reforçar abastecimento de água em bairros de Francisco Beltrão

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A Sanepar iniciou a implantação de um novo anel de distribuição de água de Francisco Beltrão, no Sudoeste do Estado. Os investimentos de R$ 1,8 milhão vão triplicar a capacidade de transporte de água, aumentar o volume que chega aos bairros Cidade Norte, Padre Ulrico e Terra Nossa, além de otimizar o sistema de distribuição em todas as regiões da cidade.

As obras consistem no assentamento de mais uma adutora de 5,4 mil metros de extensão, com diâmetro de 400 milímetros, por onde poderão ser transportados até 900 mil litros de água por hora. A rede que existe atualmente tem capacidade para transportar 220 mil litros de água por hora.

A tubulação vai da Estação de Tratamento de Água, localizada no bairro Nova Petrópolis, até próximo a unidade do Detran no bairro Luther King. A adutora irá passar pelas ruas Antônio Carneiro Netto, Antonina, Maranhão, Guaporé, Ponta Grossa, Venezuela, Marília e Mandaguari. Os trabalhos se estenderão até maio de 2025.

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As equipes vão trabalhar nas ruas e calçadas em frente aos imóveis, com movimentação de terra e equipamentos nos trechos e, em boa parte deles, será necessário romper pavimentos. Para realizar estas obras e garantir a segurança das equipes de trabalhos e dos pedestres, as ruas poderão ser interditadas total ou parcialmente durante o dia, de quadra em quadra. À noite, ficarão liberadas. As valas serão abertas e fechadas no mesmo dia e a reposição dos pavimentos que forem rompidos será feita em até 30 dias.

A Sanepar informou à prefeitura e ao Departamento de Trânsito de Francisco Beltrão sobre a necessidade e os impactos da obra em reunião no fim de setembro. As equipes de trânsito darão suporte às equipes da Sanepar e da empreiteira contratada para que a cidade tenha o menor impacto possível durante a implantação da tubulação. Os transtornos serão temporários e visam o bem de toda a comunidade.

Informações e esclarecimentos sobre as obras podem ser obtidos na Central de Relacionamento da Sanepar em Francisco Beltrão, na Rua Antônio Carneiro Neto, 2493, bairro São Cristóvão. O horário de atendimento é das 8h às 17h, de segunda à sexta-feira. As informações também podem ser solicitadas pelo telefone 0800 200 0115 ou por mensagem no WhatsApp (41) 9544-0115.

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Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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