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Novo ambulatório especializado agiliza fila para cirurgias no Hospital Regional de Ivaiporã

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O Hospital Regional de Ivaiporã, uma das unidades próprias da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), iniciou nesta semana os atendimentos para os serviços cirúrgicos dos pacientes da região do Vale do Ivaí. Com o novo ambulatório especializado agora em funcionamento para consultas pré-cirúrgicas, a unidade hospitalar passa agora por uma nova etapa, ampliando a oferta dos serviços aos pacientes dos municípios da região.

Já foram atendidos pacientes dos municípios de Santa Maria do Oeste, Lidianópolis, Jardim Alegre, São João do Ivaí, Rio Branco do Ivaí, Cruzmaltina, Manoel Ribas, Arapuã, Ariranha do Ivaí, Mato Rico, Rosário do Ivaí e Ivaiporã. Sessenta pessoas passaram pelas avaliações médicas, em sua maioria na especialidade de ginecologia. Grande parte dos encaminhamentos cirúrgicos foi para histerectomia, laqueadura e colpoperineo.

As consultas ambulatoriais são realizadas previamente às cirurgias e são necessárias para a constatação dos procedimentos e encaminhamento médico. O início da agenda para as cirurgias, nas três salas do centro cirúrgico, está previsto para o mês de setembro. Estão previstos ainda neste mês mais 340 consultas para cirurgias urológica, geral, otorrinolaringologia, ortopedia e vascular, com exame de ecodoppler. 

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A modelagem de gestão pela Fundação Estatal de Atenção à Saúde (Funeas), que atualmente administra o hospital, foi implantada em janeiro. Desde então foram cumpridas as etapas administrativas obrigatórias e legais.

“A ampliação destes serviços foi uma determinação do governador Ratinho Junior, que está avançando no processo de ampliação de serviços e descentralização da saúde, possibilitando a redução das filas de espera. Desde o início do ano estamos agilizando o processo burocrático, exigências legais que precisam ser cumpridas, para efetivar o quanto antes os atendimentos à população”, enfatizou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

O hospital está localizado no município-sede da 22ª Regional de Saúde, que abrange 16 municípios e uma população estimada em 144 mil habitantes. A unidade faz atendimentos à população da região nas áreas de clínica médica, e conta com 20 leitos de enfermaria e 10 UTIs geral de média complexidade. Também são realizados atendimentos em cardiologia, ultrassonografia, cirurgia geral, contanto ainda com um corpo clínico de infectologista, nefrologista e anestesiologista.

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Para os pacientes internados são disponibilizados exames laboratoriais, ultrassonografia, eletrocardiograma, tomografia e raios-x, além de hemodiálise beira leito.

“O hospital é uma importante unidade que atende pacientes da região desde maio de 2020, e que agora está ampliando as ações”, ressaltou Marcello Machado, diretor-presidente da Funeas.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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