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Nova subestação de energia de Capanema, no Sudoeste, entrará em operação em 2024

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Fortalecida com a entrada em operação da nova Subestação Petrópolis, em Francisco Beltrão, no final de maio, a infraestrutura elétrica do Sudoeste do Paraná vai ser beneficiada ainda neste ano com uma nova unidade – a subestação Barão de Capanema, de 138 mil volts. Prevista inicialmente para 2025, a entrega será antecipada para o final de 2024 com o andamento avançado das obras.

A subestação de Capanema integra um pacote de oito grandes obras, que também incluem a construção de uma nova subestação em Vitorino e a ampliação de seis unidades, que terão duplicada sua capacidade de fornecimento de energia: em Santo Antônio do Sudoeste, em Chopinzinho, Ampère, Planalto, Verê e Francisco Beltrão.

Ao todo, a nova subestação está recebendo R$ 59,9 milhões em investimentos, valor que inclui a construção de uma nova linha de alta tensão para conectá-la à subestação de Santo Antônio do Sudoeste.

“A Copel está empenhada em transformar o seu amplo pacote de investimentos em energia de qualidade para a população”, ressalta o presidente da companhia, Daniel Slaviero. “Essa nova subestação também vai contribuir para que o setor produtivo do Sudoeste do Paraná continue a crescer”.

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Paralelamente, a Companhia vai entregar, em 2025, uma nova subestação em Vitorino. Ela está investindo R$ 10 milhões na unidade, que vai operar em 34,5 mil volts e vai reforçar o fornecimento de energia ao município.

FORNECIMENTO DUPLICADO – Além das unidades em construção, a Copel vai concluir, ainda em 2024, a ampliação de duas subestações de 138 mil volts – uma em Chopinzinho e outra em Santo Antônio do Sudoeste – e de mais duas de 34,5 mil volts – em Ampére e Planalto.

Em 2025, no município de Francisco Beltrão, que acaba de ser beneficiado com a entrada em operação da nova subestação Petrópolis, a Companhia vai ampliar a outra unidade local, homônima ao município, que também opera em 138 mil volts. Ainda no ano que vem, a subestação de Verê, de 34,5 mil volts, terá sua capacidade duplicada.

Um número maior de subestações e linhas significa, na prática, energia de mais qualidade para a população. Conectadas, as estruturas funcionam como reforço uma da outra, o que é conhecido como um “anel elétrico”.

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“Isso significa que se uma unidade apresenta um problema, uma das outras pode ser utilizada para que a energia seja distribuída por outras fontes, garantindo o fornecimento à população”, explica Edison Ribeiro da Silva, superintendente de Engenharia de Expansão da Copel.

Ele acrescenta que com a entrada em operação das novas subestações o município e toda a região saem ganhando. “De uma forma didática, podemos comparar a entrada de novas subestações e linhas como a ampliação de estradas: você desafoga o trânsito, dá mais segurança aos motoristas e melhora a vida das pessoas. No caso da energia elétrica, garantimos que ela seja fornecida de forma confiável, estável e eficiente para todos”.

Fonte: Governo PR

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Estado incentiva inscrições para 2ª Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia

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Estão abertas as inscrições para a 2ª edição da Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia (Obict), competição de conhecimentos específicos na área voltada para alunos desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio ou Ensino Médio Técnico das redes públicas e privadas de todo o País.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de forma online pelo site www.obict.com.br/ ou pelo aplicativo Olímpico, disponível para os sistemas iOS e Android, até o dia 14 de abril, às 22h. As inscrições podem ser feitas pelos professores responsáveis das instituições de ensino, quanto de forma avulsa pelos alunos interessados.

Na primeira edição da Obict, o Paraná já demonstrou ser uma potência na competição. Além de ser o Estado com mais inscritos em todo o País (3.118 de 36.500 alunos), três estudantes do município de Borrazópolis, no Vale do Ivaí, conquistaram medalhas de ouro.

Para o secretário estadual da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, o Paraná tem todos os recursos para se destacar novamente na segunda edição da Olimpíada. “Vamos fazer um trabalho muito forte em conjunto com outras secretarias, principalmente a de Educação, para que nossos alunos participem ativamente da competição e que neste ano possam ter ainda mais alunos sendo premiados”.

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Os medalhistas de ouro, Gabriel Telles, João Paulo Machado Filho e Kauê dos Santos, cursam o 1º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual José de Anchieta, mas foram premiados na categoria Ensino Fundamental, pelo desempenho nas provas aplicadas em 2024, quando então estavam matriculados na Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, também em Borrazópolis.

“Os estudantes paranaenses têm se destacado em competições como a Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia, e isso é fruto de um trabalho contínuo direcionado à inovação e à inclusão de componentes curriculares como programação e robótica nas escolas paranaenses. Você que é estudante da rede estadual, inscreva-se na olimpíada, e você, professor, incentive seus estudantes a participarem. Vamos, juntos, mostrar a qualidade da educação paranaense para todo o Brasil”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.

COMO FUNCIONA – A Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia será dividida em quatro fases, sendo as duas primeiras de forma online e as duas últimas, presenciais. A primeira fase é a online e acontece entre os dias 2 e 14 de abril, com uma prova que utiliza recursos multimídia e com possibilidade de consulta. A segunda está prevista para entre os dias 21 e 27 de abril, também no formato online, mas sem possibilidade de consulta.

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A terceira etapa, marcada para 30 de maio, será presencial e aplicada em diversos polos ao redor do Brasil. A quarta e última fase também acontece de forma presencial, com data e local a serem divulgados pela organização da competição.

São quatro categorias: Júnior, para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental; Sênior, para alunos do Ensino Médio e Técnico; a categoria livre, aberta para adultos e familiares acompanharem e incentivarem os jovens, e por fim a categoria para estudantes de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, novidade da segunda edição da Obict.

A inclusão da nova categoria visa estimular desde cedo o interesse de crianças pelos estudos em ciência, tecnologia e inovação, além do espírito competitivo. Todos os alunos inscritos recebem certificados de participação, e os melhores colocados recebem uma medalha exclusiva ao final da competição.

Fonte: Governo PR

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