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Navio carrega 107 mil toneladas de farelo de soja e quebra recorde no Porto de Paranaguá

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O navio Maran Astronomer volta ao Porto de Paranaguá para quebrar recordes. Ele atracou na madrugada desta segunda-feira (06), já como recordista, pois em novembro de 2022 carregou 103.340 toneladas de farelo de soja. A própria marca será vencida nesta semana, quando embarcará 107.717 toneladas do produto, com destino à Holanda e à Polônia.

Até hoje, além do próprio Maran Astronomer, somente outros dois navios embarcaram mais de 100 mil toneladas de granel em Paranaguá, segundo o diretor de Operações da Portos do Paraná, Luiz Teixeira da Silva Júnior. Um deles foi o E.R. Bayonne, que levou 103.403 toneladas em julho de 2020, e o Pacific Myra, que carregou 105 mil toneladas (abril de 2021).

Luiz Teixeira Silva afirma que os recentes ganhos operacionais têm permitido ao Porto de Paranaguá receber grandes navios, com melhor aproveitamento da capacidade de carga nos diversos segmentos.

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“Os três berços do Corredor Leste de Exportação (212, 213 e 214), por exemplo, foram de 12,50 metros para 12,80 metros de calado, que é a profundidade máxima que as embarcações podem ficar submersas na água. Trinta centímetros parecem pouco, mas representam um ganho real para a operação”, completa.

ENTRE OS MAIORES O Maran Astronomer atracou no berço 214 do Corredor de Exportação. A previsão é que a operação dure quatro dias, dependendo das condições meteorológicas. A embarcação está entre os maiores graneleiros já recebidos no porto paranaense: mede 292 metros de comprimento (loa), tem 45 metros de largura (boca) e nove porões.

Para completar a carga, o farelo vem de cinco terminais diferentes, interligados no Corredor de Exportação do Porto de Paranaguá: Cargill, Coamo I, Coamo II, Cotriguaçu e Silos Públicos.

Fonte: Governo do Paraná

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Estado incentiva inscrições para 2ª Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia

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Estão abertas as inscrições para a 2ª edição da Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia (Obict), competição de conhecimentos específicos na área voltada para alunos desde o primeiro ano do Ensino Fundamental até o Ensino Médio ou Ensino Médio Técnico das redes públicas e privadas de todo o País.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de forma online pelo site www.obict.com.br/ ou pelo aplicativo Olímpico, disponível para os sistemas iOS e Android, até o dia 14 de abril, às 22h. As inscrições podem ser feitas pelos professores responsáveis das instituições de ensino, quanto de forma avulsa pelos alunos interessados.

Na primeira edição da Obict, o Paraná já demonstrou ser uma potência na competição. Além de ser o Estado com mais inscritos em todo o País (3.118 de 36.500 alunos), três estudantes do município de Borrazópolis, no Vale do Ivaí, conquistaram medalhas de ouro.

Para o secretário estadual da Inovação e Inteligência Artificial, Alex Canziani, o Paraná tem todos os recursos para se destacar novamente na segunda edição da Olimpíada. “Vamos fazer um trabalho muito forte em conjunto com outras secretarias, principalmente a de Educação, para que nossos alunos participem ativamente da competição e que neste ano possam ter ainda mais alunos sendo premiados”.

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Os medalhistas de ouro, Gabriel Telles, João Paulo Machado Filho e Kauê dos Santos, cursam o 1º ano do Ensino Médio no Colégio Estadual José de Anchieta, mas foram premiados na categoria Ensino Fundamental, pelo desempenho nas provas aplicadas em 2024, quando então estavam matriculados na Escola Estadual Humberto de Alencar Castelo Branco, também em Borrazópolis.

“Os estudantes paranaenses têm se destacado em competições como a Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia, e isso é fruto de um trabalho contínuo direcionado à inovação e à inclusão de componentes curriculares como programação e robótica nas escolas paranaenses. Você que é estudante da rede estadual, inscreva-se na olimpíada, e você, professor, incentive seus estudantes a participarem. Vamos, juntos, mostrar a qualidade da educação paranaense para todo o Brasil”, afirmou o secretário de Estado da Educação, Roni Miranda.

COMO FUNCIONA – A Olimpíada Brasileira de Inovação, Ciência e Tecnologia será dividida em quatro fases, sendo as duas primeiras de forma online e as duas últimas, presenciais. A primeira fase é a online e acontece entre os dias 2 e 14 de abril, com uma prova que utiliza recursos multimídia e com possibilidade de consulta. A segunda está prevista para entre os dias 21 e 27 de abril, também no formato online, mas sem possibilidade de consulta.

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A terceira etapa, marcada para 30 de maio, será presencial e aplicada em diversos polos ao redor do Brasil. A quarta e última fase também acontece de forma presencial, com data e local a serem divulgados pela organização da competição.

São quatro categorias: Júnior, para alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental; Sênior, para alunos do Ensino Médio e Técnico; a categoria livre, aberta para adultos e familiares acompanharem e incentivarem os jovens, e por fim a categoria para estudantes de 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental, novidade da segunda edição da Obict.

A inclusão da nova categoria visa estimular desde cedo o interesse de crianças pelos estudos em ciência, tecnologia e inovação, além do espírito competitivo. Todos os alunos inscritos recebem certificados de participação, e os melhores colocados recebem uma medalha exclusiva ao final da competição.

Fonte: Governo PR

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