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Na Expoingá, Copel orienta crianças e adolescentes sobre uso consciente da energia

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A educação para o uso seguro e sem desperdícios da energia elétrica é a atividade desenvolvida com estudantes de Maringá e toda a região que visitam o estande da Copel na Expoingá 2023. A feira acontece no Parque Internacional de Exposições até este domingo (14). 

As visitas escolares movimentam o parque ao longo do dia e são uma oportunidade para alunos e professores ampliarem conhecimentos em uma aula de campo que abrange variados assuntos. No espaço proposto pela concessionária de energia, escolas e famílias acompanham uma apresentação interativa conduzida pelos personagens Jacuí e Maricota, da peça teatral “Histórias Eletrizantes”.

Dicas para evitar o choque elétrico e para economizar no consumo fazem parte da conversa com as turmas, que se divertem com músicas e números de mágica apresentados pela dupla. “A gente fala sobre a prevenção e eficiência energética. Sem dúvida, o assunto que chama mais a atenção é o uso do celular quando está na tomada”, comenta Carlos Augusto de Oliveira, que na brincadeira com o público interpreta o personagem Jacuí.

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Uma das turmas que passou pelo estande durante a semana foi a do curso Jovem Agricultor Aprendiz do Colégio Estadual do Campo, de Godoy Moreira, município do Vale do Ivaí. A pedagoga Vera Lúcia Pereira de Lima comentou que a experiência da visita foi muito importante para o grupo: “Tem bastante atrações boas, assim como essa da Copel. Eles se interessaram porque todos usam a energia, está no dia a dia. E aprendem bem mais aqui, visitando e ouvindo as explicações, é uma aula atrativa”, avalia.

O estante da Copel recebeu também a turma de 7º ano do Colégio Estadual Doutor Manoel Firmino de Almeida, de Santo Inácio, cidade distante 90 quilômetros de Maringá. Foi a primeira visita dos alunos com a escola à feira.

Para o aluno Mateus Silva Zanini, que é craque na arte de soltar pipas, a principal informação foi a que diz respeito a essa brincadeira popular. “Aprendi que não pode soltar pipa perto dos fios elétricos, porque é perigoso tomar um choque”, observa.

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O colega Matheus Tomás Broietti dos Santos destaca as orientações para o uso eficiente da energia. “Gostei da parte sobre levar menos tempo no banho, para economizar energia e água”, completa.

Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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