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Maringá recebe a 1ª etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia

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O Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia está de volta ao Paraná. A primeira etapa da competição organizada pela Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) começou nesta quarta-feira (8) na cidade de Maringá, no Noroeste, marcando o retorno do torneio às quadras do Estado após sete anos. O tradicional evento está de cara nova e pronto para receber os melhores atletas da modalidade em todo o País.

Criado em 1991, o circuito teve grande importância na popularização e no desenvolvimento do esporte em diferentes regiões. Após quase uma década, o Governo do Paraná e a CBV acreditam que é o momento de retomar a parceria de tanto sucesso.

O presidente da Federação Paranaense de Vôlei (FPV), Jandrey Vicentin, afirma que Maringá é um dos principais polos de desenvolvimento do vôlei de praia no Brasil. “O Paraná também tem um excelente Circuito do sub-15 ao Master. O retorno do evento depois de sete anos é um prêmio ao trabalho que já deu medalhas olímpicas e tantos títulos mundiais ao Brasil”, lembra.

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A história vitoriosa do Paraná no circuito nacional está ligada principalmente ao nome do curitibano Emanuel Rego, maior campeão de todos os tempos com oito medalhas de ouro. No feminino, Ágatha Bednarczuk já conquistou a primeira colocação em três oportunidades. Ambos são medalhistas olímpicos.

Segundo o diretor de Infraestrutura e Projetos da Secretaria estadual do Esporte, Clésio Prado, o evento é relevante não apenas por ser o maior da modalidade, mas também por atrair jovens e gerar entretenimento. “O plano de governo cria dentro da pasta do Esporte um departamento para captar grandes eventos – esse é o primeiro deles. Além do fomento, o circuito dá aos atletas oportunidade de evolução e aproxima as famílias de ídolos como atletas olímpicos e campeões mundiais”, afirma.

O secretário Helio Wirbiski diz que o apoio ao esporte, cultura e segurança traz benefícios à economia das cidades. “Indiretamente, somando treinadores e famílias, o evento contará com mais de 600 pessoas. O esporte é indutor do turismo. O Paraná vai receber mais de 30 eventos ao longo do ano, fortalecendo a economia de todo o Estado”, complementa.

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O Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia terá a participação de atletas oriundos de programas de apoio e investimento da Secretaria do Esporte, como o Geração Olímpica e o Proesporte.

REGULAMENTO – São 40 duplas masculinas e 40 femininas. Elas se enfrentaram na quarta-feira. Dezesseis se classificaram e se juntaram a outras oito vindas do ranking de entrada. As 24 duplas disputam o Torneio Principal, que tem início nesta quinta-feira (9). Na sexta-feira (10) começa outro torneio, o Top 12, do qual participam as 12 duplas melhores ranqueadas nacionalmente. Esse formato conta com a participação das Ágatha e Rebecca, que são destaques na modalidade.

Serviço: 

1ª etapa do Circuito Brasileiro de Vôlei de Praia

Data: 8 a 12 de março

Local: Vila Olímpica de Maringá (Av. Duque de Caxias, 1368 – Zona 7)

A entrada é gratuita

Fonte: Governo do Paraná

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PARANÁ

Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

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Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

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Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

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LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

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