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Mais investimentos: BNDES aprova financiamento de R$ 194 milhões para Sanepar

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A Sanepar obteve aprovação de pedido de financiamento junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no montante de R$ 194,1 milhões. Os recursos serão utilizados na implantação, ampliação e melhorias de estações de tratamento de lodo, nos sistemas de tratamento de água, na ampliação, recuperação e melhorias operacionais do Sistema de Abastecimento Integrado de Curitiba (SAIC) e no controle e redução de perdas de água.

O financiamento vai contribuir para que a Companhia implemente seu plano de investimentos de R$ 11,2 bilhões, previsto para o ciclo 2024/2028, com foco na universalização dos serviços de saneamento básico nos 346 municípios em que atua.

As cidades de São José dos Pinhais, Lapa e Colombo, além das ações de melhorias operacionais previstas dentro do Sistema Integrado de Curitiba, também serão beneficiadas com obras nas estações de tratamento de água.

O financiamento está alinhado à política de prospecção e captação de recursos, com diversificação de fontes, como desta linha de crédito, que vem do Programa de Financiamento a Empreendimentos (Finem), e financia projetos de expansão, modernização, recuperação ou implantação de empresas.

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O diretor-presidente da Sanepar, Wilson Bley Lipski, diz que a autorização concedida atesta a credibilidade e a solidez financeira da Sanepar. “A aprovação do financiamento está baseada na análise de crédito efetuada pelo órgão financiador na empresa e na viabilidade socioeconômica dos projetos apresentados pela Companhia para benefício da população”, afirma Bley.

PREMIAÇÕES E DESTAQUE – O desempenho financeiro da Sanepar tem sido destaque nacional. Em agosto, pela 11ª vez, a empresa teve confirmada sua premiação com o Troféu Transparência, concedido pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) em função das demonstrações financeiras do ano passado, na categoria de receita líquida entre R$ 5 bilhões e R$ 20 bilhões. A entrega do troféu será em 24 de outubro.

No mês passado, a Companhia foi novamente destaque no Prêmio Valor 1000, promovido pelo Jornal Valor Econômico, também pelo desempenho financeiro obtido no ano anterior e por suas ações voltadas às práticas ambientais, sociais e de governança (ASG). A Sanepar teve o melhor desempenho na Região Sul do Brasil entre as maiores do setor “Água, Saneamento e Serviços Ambientais”, ficando na quarta posição do setor no país.

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Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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