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Maior evento de infraestrutura de transportes do País acontece em Foz do Iguaçu

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), em parceria com a Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Estradas de Rodagem (ABDER) e a Associação Brasileira de Pavimentação (ABPv), realiza em Foz do Iguaçu esta semana o 25º Encontro Nacional de Conservação Rodoviária (Enacor) e 48ª Reunião Anual de Pavimentação (RAPv), considerado o maior evento de infraestrutura de transportes do Brasil.

A abertura do Enacor/RAPv acontece às 19h30 desta terça-feira (19), mas outras atividades já acontecem ao longo do dia, incluindo grupos de trabalho e assembleia geral da Associação Brasileira dos Departamentos Estaduais de Estradas de Rodagem (ABDER), seis minicursos e o I Fórum Nacional sobre Gestão de Faixa de Domínio e Desapropriações.

Na quarta-feira (20), às 9h15, o diretor-presidente do DER/PR, Fernando Furiatti, realiza a primeira palestra do Enacor/RAPv, com o tema “Obras de Infraestrutura no Estado do Paraná nos últimos anos”. Ao todo serão 26 palestras, três mesas-redondas, apresentados 129 trabalhos técnicos-científicos e estudos de caso, realizados grupos de trabalho e reuniões, e lançados livros. As atividades vão até sexta-feira (22), com encerramento às 12h30. A programação pode ser verificada no portal do evento.

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São aguardadas cerca de 1,5 mil pessoas, entre profissionais da área, pesquisadores e estudantes de engenharia.

Participam do encontro grandes empresas, órgãos públicos, organizações e associações, como a Itaipu Binacional, Petrobras, Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), governo federal, Marvitec, Mútua, Sinasc Sinalização Viária, Strata Engenharia, CBB Asfaltos, Greca Asfaltos, Infratest, Stratura Asfaltos, DM Refletivos, Softplan, Traçado, Avery Dennison, Betunel, Bandeirantes Sinais, Sinalisa Segurança Viária, Indutil Tintas, 3M do Brasil, ACO Brasil, Base Forte, Betar, E-Vias, Geobrugg, Grupo GTO, Huawei, Lisy, Maccaferri, Owntec, Pavesys, Shempo, TPF Engenharia, Grupo SOS DOCS, Technomast, Ramm Química, Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR), Aminocap Química, Huesker, Waybor, Renovaurb, MTS, entre outras.

As inscrições estão encerradas, mas interessados podem verificar a disponibilidade de vagas remanescentes diretamente no local onde o evento acontece, no Hotel Rafain. A participação é gratuita.

EXPOSITORES – Simultaneamente ao o 25º Enacor e 48ª RAPv, é realizada a 4ª ExpoEnacor, com estantes de expositores que participam do evento apresentando suas atividades e produtos, uma oportunidade para interação entre profissionais, empresas e entidades da área.

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Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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