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Londrina recebe 2.305 atletas de 83 municípios na fase final dos Jogos da Juventude

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A abertura das finais dos Jogos da Juventude do Paraná acontece nesta sexta-feira (29), a partir das 19h, no Ginásio de Esportes Professor Darci Cortez, o popular Moringão, em Londrina. A cerimônia é o pontapé inicial do primeiro de dois finais de semana da última etapa do JOJUPS. A primeira parte segue até domingo (1) enquanto a segunda acontece entre 19 e 22 de outubro.

O aquecimento terá shows da Banda do 2° Colégio da Polícia Militar (CPM) de Londrina e da dupla sertaneja londrinense Mariana e Mateus. Na sequência, será realizado o desfile das delegações municipais e o acendimento da tocha da competição.

Cada final de semana deve ter a participação de cerca de 2 mil jovens na faixa etária dos 17 anos. Os Jogos da Juventude reuniram 22 mil pessoas desde o começo do ano, nas etapas iniciais.

São esperados 2.305 atletas de 83 municípios e 233 equipes no primeiro final de semana. Serão disputadas 15 modalidades atletismo, badminton, basquetebol, ciclismo, futsal, ginástica rítmica, handebol, handebol de praia, natação, rugby, tênis, tênis de mesa, voleibol, vôlei de praia e xadrez.

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“Temos as melhores expectativas, não só com relação à estrutura que estará sendo oferecida para o evento, mas também com os resultados que serão alcançados. Essa é a maior competição esportiva de seleções municipais na faixa etária de 17 anos, então temos certeza que as melhores equipes e os melhores atletas do Paraná estarão representados”, afirma o diretor de Esportes da Secretaria do Esporte, Cristiano Barros.

A competição é uma realização do Governo do Estado, por meio da Secretaria do Esporte, em parceria com as federações desportivas e a Prefeitura de Londrina. Os JOJUPs fazem parte dos 11 jogos oficiais do Estado, realizados anualmente e que atendem atletas de todas as idades.

Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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