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Ligação rodoviária entre Jaguariaíva e Piraí do Sul recebe melhorias no pavimento

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O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Infraestrutura e Logística, está promovendo melhorias no pavimento da PR-151, rodovia de ligação entre Jaguariaíva e Piraí do Sul, nos Campos Gerais, em uma extensão de 20 quilômetros. Os serviços são do programa Integra Paraná, do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), que contempla todas as rodovias estaduais do antigo Anel de Integração.

No trecho são feitos remendos para melhorar a capa asfáltica em locais com danos como buracos e afundamentos; a reperfilagem, que consiste na aplicação e compactação de uma nova camada de Concreto Betuminoso Usinado a Quente (CBUQ) sobre o pavimento; a implantação de drenos para redirecionar águas subterrâneas e assim proteger a base da pista; a sinalização horizontal (linhas) e instalação de dispositivos de segurança (tachas refletivas).

Os serviços ocorrem entre o km 230 e o km 250 da PR-151, beneficiando os cerca de 60 mil moradores dos dois municípios, e também o transporte de longa distância entre os Campos Gerais e o Norte, e entre São Paulo e o Paraná.

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O Integra Paraná prevê também os serviços de microrrevestimento e melhorias na sinalização horizontal, além da conservação da faixa de domínio das rodovias, que inclui roçada da vegetação próxima à pista, recomposição e limpeza de sinalização vertical (placas), limpeza e recomposição de dispositivos de drenagem, entre outros.

A PR-151 está incluída no lote 2 do programa, que atende ao todo 306,48 quilômetros de pistas, com um investimento de R$ 29.968.363,94. Os serviços do contrato tiveram início em dezembro de 2021, logo após o término dos antigos pedágios, e tem prazo até o final deste ano, garantindo o atendimento a esta rodovia até o início das novas concessões rodoviárias.

Este trecho especificamente está incluído entre os primeiros lotes a serem leiloados na Bolsa de Valores, cujos editais devem ser publicados pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) nos próximos dias.

PROGRAMA – Ao todo, o Integra Paraná atende 964,52 quilômetros de rodovias estaduais que deixaram de ser concedidas ao final de 2021, com um investimento de R$ 93,49 milhões. São cinco lotes do programa em andamento, um para cada Superintendência Regional do DER/PR.

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Essas rodovias também são atendidas com serviços de operação de tráfego rodoviário, que incluem os serviços de guincho mecânico leve e pesado, inspeção de tráfego, caminhão-pipa para apoiar o trabalho do Corpo dos Bombeiros e caminhão boiadeiro para lidar com animais soltos na pista, entre outros. Neste caso os serviços são estendidos também às rodovias federais do antigo Anel de Integração, podendo ser acionados gratuitamente a qualquer momento pelo telefone 0800-400-0404.

As condições de tráfego podem ser acompanhadas pelo perfil do Centro de Operações Integradas (COI) do DER/PR no Twitter.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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