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Ipardes abre credenciamento para contratação de empresas de apoio à pesquisa

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O Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) lançou um edital para a contratação de empresas especializadas na prestação de serviços de apoio à pesquisa. Os interessados podem consultar as regras do credenciamento e documentos anexos, incluindo o formulário de inscrição, no site do Ipardes.

As empresas credenciadas poderão atuar no apoio para a realização de pesquisas do Ipardes, o que inclui técnicas convencionais, qualitativas, quantitativas e híbridas, com soluções para coleta de dados de maneira digital, interativa e instantânea. As contratações serão feitas por meio de rodízio entre as empresas cadastradas e habilitadas pela equipe técnica do órgão, de acordo com a necessidade do Instituto.

De acordo com o diretor-presidente do Ipardes, Jorge Callado, o objetivo da contratação é ampliar a capacidade de levantamento de dados que podem ser usados para a embasar os estudos do órgão, que estão entre as principais fontes para a elaboração dos variados programas e projetos pelo Governo do Estado.

“As instituições de pesquisa que se credenciarem atuarão em conjunto com o Ipardes principalmente no levantamento dos dados em campo, que serão analisados e interpretados pelos técnicos do Ipardes para diagnósticos sociais, econômicos e ambientais”, afirmou Callado. “É uma oportunidade para as empresas e uma forma de o Ipardes ampliar a sua atuação, contribuindo ainda mais com a tomada de decisões sobre a criação ou revisão de políticas públicas pela administração direta e os demais órgãos estaduais”.

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CREDENCIAMENTO – Após o preenchimento do formulário de inscrição e dos demais documentos exigidos, como os termos de responsabilidade, cessão de direitos autorais de pesquisa e confidencialidade, entre outros, os representantes das empresas deverão encaminhar a solicitação via e-mail para credenciamento.ipardes@ipardes.pr.gov.br. Por meio do mesmo endereço eletrônico, também é possível tirar dúvidas ou solicitar esclarecimentos sobre o edital.

IPARDES Criado em 1973, o Ipardes completou 50 anos em junho. Devido à sua natureza, o Instituto está vinculado diretamente à Secretaria de Estado do Planejamento, pasta responsável por trabalhar no planejamento de médio e longo prazo, como a elaboração do Plano Plurianual (PPA). Neste contexto, o Ipardes é responsável, entre outras funções, por ajudar a definir indicadores econômicos e sociais utilizados para avaliações da eficiência das políticas públicas e o estabelecimento de metas a serem alcançadas.

Atualmente, o foco do Ipardes está na inovação e na sustentabilidade, o que inclui a atuação junto a outros órgãos do poder Executivo do Paraná para o apoio técnico na formulação de políticas de desenvolvimento sustentável.

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Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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