NOVA AURORA

PARANÁ

Inscrições para o Vestibular Unioeste 2025 encerram no próximo dia 11

Publicado em

Falta apenas uma semana para encerrar o prazo de inscrições do Vestibular Unioeste 2025. O candidato precisa acessar o site oficial www.unioeste.br/vestibular, realizar o processo de inscrição e emitir a taxa de pagamento, que é de R$ 199, (podendo ser pago por boleto, pix ou em até 2x no cartão). É importante estar atento às datas porque os boletos só podem ser gerados até o penúltimo dia de inscrição. A prova acontece em 15 de dezembro.

As vagas do Vestibular 2025 serão compostas da seguinte forma: 50% para ampla concorrência e 50% para Vaga EP (escola pública), dos quais 10% são para a vaga PP (pretos/pardos). Ainda existem 5% de vagas adicionais e exclusivas para a pessoa com deficiência (vaga PCD).

As duas etapas do Vestibular da Unioeste serão realizadas no mesmo dia, sendo a primeira etapa no período da manhã e a segunda no período da tarde, ambas de forma unificada, simultânea e obrigatórias, nas cidades de Cascavel, Curitiba, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Guarapuava, Marechal Cândido Rondon, Maringá e Toledo, no Estado do Paraná, além da cidade de Campo Grande, no estado do Mato Grosso do Sul.

O ensalamento será disponibilizado no site a partir das 17 horas do dia 18 de novembro, sendo responsabilidade exclusiva do candidato comparecer na cidade, estabelecimento, sala, carteira, data e horário determinados.

ISENÇÃO – Para quem vai fazer a solicitação de isenção da taxa de inscrição, o período é o mesmo das inscrições, ou seja, até 11 de novembro. O candidato precisa no ato da inscrição clicar em solicitar isenção da taxa de inscrição e preencher o número do NIS (Número de Identificação Social). A isenção será concedida para candidatos que estejam regularmente inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), que é o registro oficial do governo federal.

Leia Também:  Portos do Paraná instala novas composteiras em escolas da Ilha do Mel

A própria Unioeste também oferece isenção da taxa de inscrição em diversos cursos de graduação, isso quer dizer que automaticamente no momento que o candidato optar por um dos cursos listados abaixo, dos cinco campi da universidade (Cascavel, Foz do Iguaçu, Francisco Beltrão, Marechal Cândido Rondon e Toledo), não será necessário pagar nada para prestar o vestibular.

Confira quais são:

Cascavel – Ciências Biológicas (Bacharelado e Licenciatura), Ciências Econômicas, Engenharia Agrícola, História, Letras (Português/Espanhol e Português/Italiano), Matemática e Pedagogia/Matutino;

Foz do Iguaçu – Ciências Contábeis, Enfermagem, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Hotelaria, Letras (Português/Espanhol e Português/Inglês), Matemática e Turismo;

Francisco Beltrão – Ciências Econômicas, Geografia (Bacharelado e Licenciatura), Pedagogia (Matutino e Noturno) e Serviço Social;

Marechal Cândido Rondon – Educação Física, Geografia, História, Letras (Português/Espanhol e Português/Inglês) e Zootecnia;

Toledo – Aquicultura/Engenharia de Pesca, Ciências Econômicas, Ciências Sociais, Engenharia Química, Filosofia (Matutino e Noturno), Química (Bacharelado e Licenciatura), Secretariado Executivo Trilíngue e Serviço Social.

Leia Também:  "GAG": novo espetáculo da companhia de dança G2 fará estreia nacional no início de julho

VESTIBULAR SERIADO – O Vestibular Seriado é a oportunidade do candidato se organizar a longo prazo para ingressar na Unioeste. A modalidade é realizada em três fases, por três anos consecutivos, sendo o conteúdo da prova de cada fase referente ao currículo do Ensino Médio. Após a conclusão das três fases o candidato escolhe o curso e cidade para matrícula.

Para este Vestibular aplicam-se apenas a primeira e segunda fase da modalidade seriado, denominadas Seriado 1 e 2, respectivamente, sendo considerado apto a participar do Seriado 1 apenas o candidato que esteja regularmente matriculado no primeiro ano do Ensino Médio e do Seriado 2 apenas o candidato que esteja regularmente matriculado no segundo ano do Ensino Médio, desde que tenha participado regularmente do Seriado 1, aplicado no Concurso Vestibular 2024, da Unioeste.

Quem optar pela opção do Vestibular Seriado também vai fazer o pagamento da taxa de inscrição reduzida, com valor de R$ 70,00. Todos os detalhes e o conteúdo específico para quem escolher essa modalidade estão disponíveis no edital no site do vestibular.

TREINEIRO – Candidatos que optarem por realizar a prova na modalidade treineiro (por não estarem em período apto para ingressarem no Ensino Superior) também vão pagar taxa de inscrição de R$ 70,00, além disso, mesmo sem estar concorrendo a uma vaga, será dada uma projeção de como eles sairiam na prova, caso a pontuação obtida fosse utilizada para classificação.

Fonte: Governo PR

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

PARANÁ

Estado licenciou 102 projetos de hidrelétricas desde 2021; Paraná tem 2ª maior potência do Brasil

Published

on

By

Com a entrada em funcionamento da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Lúcia Cherobim, na quinta-feira (03), no Rio Iguaçu, região entre Porto Amazonas e Lapa, nas proximidades de Curitiba, o Paraná avança como um dos principais polos do País na produção deste tipo de energia limpa. De acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Estado abriga atualmente 126 complexos deste tipo em operação, com potência outorgada total de 15.668 Megawatts (MW), atrás apenas para o Pará, com 22.393 MW.

Cerca de 80% dessas usinas foram viabilizadas a partir de 2021, com o lançamento do projeto Paraná Energia Sustentável, ação determinada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior que estabeleceu uma nova dinâmica para a emissão de licenciamento ambiental, reduzindo o tempo de espera pela permissão.

Desde então, o Instituto Água e Terra (IAT), órgão licenciador, emitiu 102 licenças ambientais, entre Prévias, de Instalação, de Operação e modalidades de licenciamento simplificadas, para o estabelecimento hidroelétricas. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

Esses empreendimentos estão em diferentes fases de implantação, sendo que os 42 já entraram em funcionamento e produzem, juntos, 312 MW de energia para o sistema elétrico brasileiro, o suficiente para abastecer cerca de 124 mil residências. Além disso, durante o período foram emitidas 18 renovações para hidrelétricas já existentes. São complexos importantes, responsáveis por grande parte da energia elétrica gerada no Estado.

“A PCH Lúcia Cherobim é um ótimo modelo da política sustentável em vigor no Paraná. Não interfere no fluxo do rio e não faz mal ao Salto do Caiacanga, que é uma beleza da Lapa e de Porto Amazonas. Ela canaliza a água, sem alterar a vazão e sem grande reservação, para gerar energia elétrica. É um exemplo de inteligência ambiental, de avanço energético e de sustentabilidade”, afirmou o secretário de Estado do Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca.

“Criamos todos os caminhos para que o empreendedor pudesse ter segurança para receber a licença num prazo mais rápido, desde que cumprisse os requisitos técnicos-ambientais necessários, com segurança ambiental e jurídica”, acrescentou o diretor-presidente do IAT, Everton Souza.

Leia Também:  Portos do Paraná instala novas composteiras em escolas da Ilha do Mel

Diretor de Licenciamento e Outorga do Instituto, José Volnei Bisognin ressaltou que essa energia produzida não beneficia apenas o Paraná, mas que também é fornecida e disponibilizada para outras regiões do País por meio do Sistema Interligado Nacional (SIN).

“Por causa da geografia do Estado e da grande quantidade de bacias e sub-bacias hidrográficas, o Paraná possui um grande potencial hidrelétrico. O processo de licenciamento para a construção de hidrelétricas é bastante complexo, por envolver florestas, água, fauna e a população. Buscamos, no IAT, mitigar ao máximo qualquer tipo de complicação ou prejuízo ao meio ambiente”, disse.

HIDRELÉTRICAS – Em relação à classificação das novas usinas, 51 licenças são para Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), que possuem uma potência entre 0,5 e 5 MW; 28 licenças são para Pequenas Centrais Geradoras Hidrelétricas (PCHs), com potência entre 5 e 30 MW; e três licenças são de Usinas Hidrelétricas (UHE), com potências acima de 30 MW.

Fecham a lista de licenças 11 para Microcentrais Hidrelétricas (MCHs), com produção de até 0,075 MW e 9 licenças para Minigeradoras Hidrelétricas (MGHs), com potência entre 0,075 e 0,5 MW, ambos tipos de complexos de menor porte que produzem energia para venda no mercado privado.

Pinhão, no Centro-Sul do Estado, foi o município paranaense que mais recebeu licenças no período, com nove emissões. Em seguida, com oito documentos, figura Guarapuava, na região Central, além de quatro municípios com seis emissões cada: Clevelândia e Mangueirinha, no Sudoeste; Pitanga e Turvo, ambos na área central do Paraná.

Já em relação aos corpos hídricos, o destaque vai para o Rio Chopim, com 11 licenças, seguido pelos Rios Cavernoso e Marrecas, com cinco cada um, e o Jordão, com quatro documentos. “A construção dessas usinas traz um impacto extremamente positivo para a cobertura vegetal da região, já que uma das obrigações do procedimento licenciatório é a reposição em média de quatro vezes da área de vegetação nativa suprimida durante a construção. Além disso, há a geração de empregos para mão de obra local, aumento na arrecadação de impostos dos municípios afetados e benefícios para a ictiofauna, estabilizando o habitat dos rios”, destacou José Bisognin.

Leia Também:  Paranaguá recebe feira de serviços Paraná em Ação e programa Justiça no Bairro

LEILÕES – A geração de energia hidrelétrica em todo o País é delimitada por regras do governo federal, seguindo critérios específicos para atender às necessidades da população. Por meio de leilões de compra de energia elétrica realizados de forma periódica, a União estabelece demandas energéticas que devem ser cumpridas em cada trecho de rio em um determinado período, que depois são atendidas pelas empresas concessionárias vencedoras dos certames por meio da construção de novos empreendimentos ou pela ampliação de estruturas existentes.

“Nesse sistema, os governos estaduais são responsáveis por acompanhar a execução desses empreendimentos por meio do processo de licenciamento, garantindo que tudo seja feito de forma legal. E nesse quesito o Estado do Paraná se destaca, cumprindo sempre as metas estabelecidas de geração e transmissão de energia por parte do governo federal”, afirmou o chefe da Divisão de Licenciamento Estratégico do órgão ambiental, Jean Carlos Helferich.

PRÓXIMO – O próximo leilão já tem data marcada: o Energia Nova A-5 ocorre no dia 22 de agosto de 2025 e prevê a construção de novas PCHs, CGHs e UHEs até o dia 1º de janeiro de 2030, para o fornecimento de energia para os próximos 20 anos.

Nesta edição, o número de empreendimentos cadastrados foi o maior da história dessa modalidade de leilão, com 241 projetos, atendendo a uma potência total de 2.999 MW. No Paraná, estão cadastrados 27 projetos de PCHs, com potência outorgada total de 268 MW, e 3 CGHs, com potência outorgada total de 4 MW. Para a participação, as empresas têm até o dia 3 de junho para apresentar as licenças ambientais requisitadas.

Fonte: Governo PR

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

PARANÁ

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA