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Incorporadora de grandes prédios de Balneário Camboriú anuncia expansão no Paraná

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu na última semana, no Palácio Iguaçu, a CEO da Embraed Empreendimentos, Tatiana Cequinel, e o diretor comercial, Rodrigo Cequinel. No encontro, os executivos anunciaram a expansão de seu portfólio de construções personalizadas para o Paraná. A dupla apresentou o projeto da incorporadora para um empreendimento em Curitiba e a expectativa do quanto agregará na valorização do mercado imobiliário da cidade.

“A economia no Paraná está aquecida, com a indústria da construção civil crescendo o triplo da média nacional nos últimos anos, e agora temos o anúncio de uma gigante do setor que vem consolidar de vez sua atuação no Paraná”, afirma Ratinho Junior. “É a demonstração da confiança que o setor produtivo, em especial da construção, tem no nosso Estado”.

Em 10 anos, o valor gerado pelas incorporações no Estado aumentou 40,7%, enquanto que o crescimento nacional no período foi de 13,5%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Com o aumento no período, o Paraná deixou a 7ª posição nacional em 2013, quando o valor das incorporações no Estado foi de R$ 14,9 bilhões, e saltou para a 4ª colocação nacional em 2022, com R$ 25,2 bilhões.

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O novo residencial da Embraed em Curitiba terá 37 apartamentos, de 365 a 723 metros quadrados, marcando a estreia da incorporadora na capital paranaense no bairro Mossunguê. A empresa já atua em Maringá, no Noroeste, com o Solaia Solaia Exclusive Residence, e é conhecida por projetos de grande porte em Balneário Camboriú (SC).

De acordo com a incorporadora, a escolha do investimento em Curitiba é motivada pela localização e pelo perfil de cliente da marca. O Paraná é o principal público de origem que procura pelos empreendimentos da Embraed, com cerca de 30% da base de compradores.

Para Tatiane, a consolidação das atividades no Paraná é reflexo do bom ambiente da construção civil no Estado. “É muito importante ver que o Paraná incentiva a valorização do setor imobiliário e desenvolve parcerias que proporcionam experiência e inovação para o consumidor final. Ficamos muito gratos com a oportunidade desse encontro que concretizou mais um passo no projeto de expansão da marca”, disse.

O Governo do Estado tem promovido uma revolução no setor da construção civil, com programas como o Casa Fácil Paraná. Entre 2019 e 2024, foram mais de R$ 1 bilhão investidos, desde subsídio para entrada em financiamentos imobiliários até regularização fundiária.

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EMPRESA – Desde 1984, o Grupo Embraed é especialista na construção de empreendimentos de luxo. Com sede em Balneário Camboriú, a construtora se destaca no mercado pelo seu modelo de negócios único e diferenciado e por oferecer uma experiência completa de bem-estar em obras localizadas em regiões com altos índices de valorização e qualidade de vida.

A empresa concentra cerca de mil colaboradores para desenvolver e executar as mais diversas etapas do processo construtivo, desde a concepção do projeto arquitetônico até a gestão do condomínio do edifício concluído. Atualmente, são mais de 750 mil metros quadrados construídos e um portfólio de 48 empreendimentos entregues e 50 torres erguidas.

Fonte: Governo PR

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PARANÁ

Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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