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Guamiranga recebe R$ 3,6 milhões do Estado para pavimentação de vias urbanas

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O Governo do Estado entregou, nesta terça-feira (28), o Edital para Homologação de obra de pavimentação de vias urbanas de Gamiranga, no Centro-Sul do Paraná, no valor de R$ 3,6 milhões. O documento, entregue pelo secretário das Cidades, Eduardo Pimentel, ao prefeito Marcelo Leite, autoriza a prefeitura a contratar a empresa vencedora da licitação e que ficará responsável pela execução do projeto.

“A Secretaria das Cidades está alinhada com a promoção do desenvolvimento urbano e da melhoria da vida das pessoas. É o compromisso do governo Ratinho Junior com Guamiranga e com todos os municípios do Estado”, afirmou Pimentel. Os recursos, liberados via operação de crédito dentro do Programa Paraná Urbano – Sistema de Financiamento de Ações Municipais, vão permitir a pavimentação asfáltica de 14.195,60 metros quadrados em vias urbanas do município.

A obra inclui a execução de serviços preliminares e terraplenagem; implantação de base, sub-base, do revestimento, meio fio e sarjeta; sinalização de trânsito e rede de drenagem de águas pluviais.

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“É mais uma obra completa. Não apenas de pavimentação, mas com todos os itens que atendem as tendências ambientais e as normas que buscam a sustentabilidade”, acrescentou Camila Scucato, superintendente executiva do Paranacidade, instituição vinculada à Secretaria das Cidades e responsável pela análise técnica do projeto e fiscalização da execução.

Projetos de pavimentação, para atenderem os requisitos ambientais, têm que garantir a adequada captação e destinação das águas pluviais, de acordo com os padrões do Paranacidade. “São cuidados voltados à preservação dos mananciais e que, ao mesmo tempo, evitam problemas urbanos como enchentes. Fazem parte da promoção da sustentabilidade, como preconizam os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU)”, acrescentou Camila.

A assinatura da Ordem de Serviço aconteceu na Secretaria das Cidades, em Curitiba, durante reunião do secretário e do prefeito com o deputado estadual Alexandre Curi.

Fonte: Governo do Paraná

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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