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Governo libera R$ 4 milhões para obras de revitalização no centro de Ivaiporã

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O Governo do Paraná liberou nesta segunda-feira (29) R$ 4.020.814,35 para Ivaiporã, no Vale do Ivaí, para obras de revitalização no Centro da cidade que somam área de 38,3 mil metros quadrados. A prefeitura realizará serviços incluem implantação de ciclovia, execução de calçadas e rampas para acessibilidade, paisagismo, iluminação pública e instalação de bancos. Os recursos são repassados por meio do Programa de Transferência Voluntária da Secretaria das Cidades, modalidade em que o município não precisa devolver o montante.

O investimento será aplicado em obra de ciclovia na Avenida Souza Naves (entre a Rua Rio Grande do Norte e a Praça da Independência); canteiros centrais da Avenida Souza Naves (entre as ruas Orlando Buratto e Rua Orlando Buratto); Praça Mário Bonfim; Praça Manuel Marques Pereira; Praça do Terminal Rodoviário; canteiros da Avenida Paraná e da Avenida Aparício Bitencourt até Avenida Aparício Bitencourt (Círculo Completo).

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O secretário estadual das Cidades, Eduardo Pimentel, destacou a parceria com os municípios. “Existe uma parceria muito forte entre o Governo do Paraná e os municípios, independente do tamanho e de partido. Esta é uma administração municipalista, que promove melhorias onde as pessoas vivem, trabalham, estudam e criam raízes”, enfatizou.

De acordo com o prefeito de Ivaiporã, Luiz Carlos Gil, a revitalização é uma demanda antiga e que vai beneficiar toda população. “Com esses recursos nós vamos fazer toda a Avenida Brasil, o que falta, a Avenida Souza Naves, beneficiando diretamente toda população, todo comércio de nossa cidade. É um sonho da cidade que se concretiza”, destacou.

A autorização dos recursos contou com presença do presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano.

MAIS OBRAS – Ivaiporã executa outras ações com o apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria das Cidades, através por meio do Programa de Transferência Voluntária. Estão em andamento a pavimentações de diversas vias urbanas; a construção de uma unidade Meu Campinho (Jardim Casa Grande); a construção de um Parque de Exposições (Parque Industrial Municipal); a reforma do Terminal Rodoviário Intermunicipal; e a construção a de um Centro de Referência de Ação Social (CREAS), totalizando R$ 11,4 milhões de aporte a fundo perdido.

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Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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