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Governo investe R$ 51,5 milhões em obra de penitenciária em Ribeirão do Pinhal

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A construção da nova penitenciária estadual em Ribeirão do Pinhal, no Norte Pioneiro, teve mais uma etapa iniciada quarta-feira (12), com a concretagem das fundações. A unidade vai contar com automação e tecnologia, que possibilitará melhor monitoramento e maior segurança, dentro e fora do presídio. O investimento total da obra será de R$ 51,5 milhões.

A Penitenciária Estadual Ribeirão do Pinhal (PERP) terá área construída de 12.971,02 m2 em um terreno de 48.400,00 m2 e com capacidade para receber 800 detentos. Além das áreas de segurança, estão projetadas a construção de dois barracões para elaboração de canteiros de trabalho, inclusive de panificação e lavanderia.

A Secretaria da Segurança Pública (Sesp) participou da escolha do terreno, que foi doado pela prefeitura, localizada na PR-439, próxima ao trevo que liga Ribeirão do Pinhal à Abatiá e Santo Antônio da Platina. A opção levou em consideração o plano diretor municipal, a logística da segurança pública e a facilidade de atendimento ao cidadão. A execução e administração da obra é de responsabilidade da Diretoria de Edificações da Secretaria Estadual das Cidades (Secid).

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De acordo com a secretária das Cidades, Camila Mileke Scucato, a obra atende uma determinação do governador Carlos Massa Ratinho Junior. “Essa é mais uma importante parceria entre a Diretoria de Edificações da Secid com a Sesp. É um trabalho que visa oferecer uma estrutura adequada da penitenciária, bem como proporcionar mais conforto para os profissionais que ali vão atuar e segurança para o cidadão”, disse.

De acordo com a Sesp, a construção do presídio em Ribeirão do Pinhal vai facilitar também a transferência de presos de unidades carcerárias localizadas em outras comarcas da região, como Londrina, Cambará, Jacarezinho e Santo Antônio da Platina, entre outras.

“A construção da nova penitenciária representa mais um investimento significativo do governador Ratinho Junior para a segurança pública. A unidade é uma demanda antiga que vai facilitar a custódia de pessoas privadas de liberdade de toda a região do Norte Pioneiro”, afirmou o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.

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O diretor de Edificações da Secid, Dan Felipe Rocha Drummond Ayub, explica que a obra tem todo acompanhamento da equipe de edificações. “Todas as etapas da obra são acompanhadas de perto pela equipe de edificações, visando sempre a qualidade e cumprimento dos contratos e são fiscalizadas até a entrega final às secretarias”.

MAIS SEGURANÇA – A construção da penitenciária de Ribeirão do Pinhal faz parte de um investimento de mais de R$ 120 milhões na segurança pública do Paraná. Os recursos serão usados para projetos e obras, além da aquisição de armas e equipamentos.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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