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Governo entrega 15 novos veículos para fortalecer atendimento em saúde em Jacarezinho 

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Alinhado à estratégia de fortalecer o atendimento em saúde em todas as regiões do Paraná, próximo da casa do cidadão, o Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesa), entregou nesta quinta-feira (13) 15 veículos ao município de Jacarezinho, no Norte Pioneiro. São três ambulâncias de suporte básico, três vans, oito carros para Atenção Primária e um micro-ônibus. O investimento soma R$ 2,5 milhões, com R$ 1,7 milhões em recursos da Sesa e o restante em contrapartida municipal.

A entrega se deu na 28ª edição Fetexas, evento tradicional de Jacarezinho. O vice-governador Darci Piana participou da solenidade e reforçou o compromisso do Estado com a regionalização da saúde. “Temos realizado um trabalho descentralizado da saúde no Paraná, com um olhar sensível a todos os cantos do Estado. Este é mais um recurso que fortalece o caráter municipalista do Governo, auxiliando o atendimento médico no município, garantindo uma assistência de qualidade e promovendo o bem-estar da população”, afirmou Piana.

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O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, destacou a importância dos investimentos. “Esses veículos representam um avanço significativo no fortalecimento do sistema de saúde de Jacarezinho e do Norte Pioneiro. Não são apenas carros, mas a possibilidade de salvar vidas. Seguimos as orientações do governador Ratinho Junior e estamos comprometidos em proporcionar um atendimento de qualidade e garantir o acesso aos serviços essenciais para todos os cidadãos”, ressaltou.

As três novas ambulâncias irão reforçar o atendimento de urgência e emergência para uma resposta mais ágil durante o deslocamento para hospitais e unidades de saúde do Estado. Já os demais veículos serão destinados ao transporte de pacientes.

O prefeito de Jacarezinho, Marcelo Palhares, destacou o investimento e enfatizou a relevância dos veículos para a cidade. “Essas ambulâncias e micro-ônibus fortalecerão nosso sistema de saúde, com atendimento mais rápido e eficiente aos cidadãos. Estamos empenhados em oferecer serviços de qualidade e esse investimento é de grande ajuda nesse sentido”, destacou o prefeito.

PRESENÇAS – Também participaram do evento o deputado federal Pedro Lupion, o deputado estadual Luiz Cláudio Romanelli, o secretário da Infraestrutura e Logística, Sandro Alex, além de prefeitos e lideranças da região.

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Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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