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Governo do Paraná indica novos diretores para Ipardes e Agepar

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O Governo do Paraná indicou um novo diretor-presidente para o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes) e um novo diretor para a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Paraná (Agepar). Os nomeados foram Jorge Augusto Callado Afonso para o Ipardes e Marcelo Luiz Curado para a Agepar.

Callado é biólogo e mestre em Gestão Urbana. Ele comandou o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) e traz na bagagem atuações estratégicas no Parque Tecnológico Itaipu, no Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), no Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e no Conselho Regional de Biologia do Paraná.

A sua expectativa à frente do Ipardes é desenvolver uma gestão voltada para a elaboração de estudos cada vez mais técnicos que permitam mapear a realidade econômica e social do Estado do Paraná. De acordo com as diretrizes da Secretaria de Planejamento, o Ipardes ajudará a mensurar os impactos das políticas públicas em andamento e trabalhará para indicar novas necessidades.

“O objetivo é tornar o Ipardes uma peça cada dia mais fundamental no que tange ao fornecimento de estudos e informações para o desenvolvimento e políticas públicas. Além disso, neste ano em que a instituição completa 50 anos de história, é fundamental uma gestão com foco na sustentabilidade e inovação”, afirmou.

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Marcelo Luiz Curado, que comandava o Ipardes, virou diretor Administrativo Financeiro da Agepar. O economista tomou posse neste mês de março, após passar por sabatina na Assembleia Legislativa do Paraná, etapa protocolar do processo de nomeação dos diretores da Agência. Além de ocupar o cargo, Curado também fará parte do Conselho Diretor da Agepar, órgão colegiado de caráter deliberativo.

Ele é mestre em Desenvolvimento Econômico pela UPFR e doutor em Política Econômica pela Unicamp. Também é professor titular da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Também foi secretário executivo do Conselho de Controle das Empresas Estaduais na Casa Civil e pesquisador visitante do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nos programas Cátedras para o Desenvolvimento (2011/12) e Desafios da Nação (2017).

O novo diretor chega à Agepar com importantes missões. “Como diretor Administrativo Financeiro, o grande desafio que vejo não é na área orçamentária ou financeira, porque isso está muito bem equacionado com a Taxa de Regulação. A meu ver, a prioridade neste momento é uma questão estratégica, que é a qualificação dos seus servidores, pois a Agência trata de temas muito específicos, com um grau de complexidade muito grande”, destacou.

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Por outro lado, como conselheiro, a principal contribuição de Curado será no âmbito da regulação. “Acredito que posso auxiliar muito nas discussões regulatórias devido à minha formação como economista e também às experiências profissionais que já tive ao longo da minha carreira, como na época em que atuei na Casa Civil. Portanto, minha expectativa é poder contribuir para que as decisões tomadas pelo Conselho sejam mais técnicas, aumentando o grau de eficiência nas análises. No fim das contas, o objetivo final é que o cidadão receba o melhor serviço possível”, ressaltou.

Além de Curado, fazem parte do Conselho Diretor da Agepar Reinhold Stephanes (diretor-presidente), Maiquel Guilherme Zimann (diretor de Regulação Econômica), Antenor Demeterco Neto (diretor de Fiscalização e Qualidade dos Serviços) e Bráulio Cesco Fleury (diretor de Normas e Regulamentação).

Fonte: Governo do Paraná

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Casa Fácil Paraná: 99 famílias de Maringá recebem as chaves em novo residencial

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A Cohapar entregou nesta sexta-feira (03) os imóveis para mais 99 famílias do Residencial Parque do Japão, em Maringá. Dentre os beneficiários, 64 deles receberam subsídio do Programa Casa Fácil para custeio do valor de entrada dos apartamentos. A obra de mais de R$ 19,6 milhões de investimentos é resultado da união entre Governo do Estado, Caixa Econômica Federal e Tecnológica Construções Civis Ltda.

O aporte de R$ 960 mil em recursos estaduais foi concedido para o atendimento do público com renda de até quatro salários mínimos e enquadrado aos critérios estabelecidos pelo programa. Os compradores também conseguem acessar outras vantagens, como descontos variáveis através do Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, e têm a possibilidade de usar o FGTS para redução do montante devido.

O Residencial Parque do Japão fica no Jardim Industrial, próximo a escolas, creche, mercado e demais conveniências, além ter fácil acesso ao centro de Maringá. Os apartamentos são divididos em duas torres, com um elevador em cada, de pavimento térreo e mais sete andares.

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Com quatro modelos diferentes de plantas arquitetônicas, de metragens entre 44,35 m² a 53,37 m², eles possuem dois dormitórios, sala, banheiro, cozinha com área de serviço integrada, sacada com churrasqueira e uma vaga de garagem. O empreendimento também dispõe de unidades com uma suíte.

Os imóveis são entregues com piso laminado na sala e quartos, revestimento cerâmico nas áreas molhadas, louças e bancada de granito no banheiro e tanque de mármore sintético. O condomínio oferece sistema de segurança com guarita e diversos espaços comuns de lazer, que incluem duas áreas gourmet com churrasqueira, piscinas adulto e infantil, academia, miniquadra de esportes e playground.

Com os incentivos governamentais, os financiamentos junto à Caixa Econômica Federal apresentam taxas de juros menores e valores de prestações mais acessíveis. Os novos proprietários pagarão parcelas a partir de R$ 800 mensais e os contratos podem ser liquidados no prazo de até 30 anos.

SONHO POSSÍVEL – Há vários anos na busca para ter um imóvel, a comerciante Érica Eliane da Silva, 47, viu o sonho se tornar concreto graças ao incentivo do Governo do Estado. Ela e a filha Isabela viviam em imóvel alugado, pagando R$ 1.800 mensais. Com a ajuda do Casa Fácil, o apartamento próprio custará bem menos e vai aliviar consideravelmente o orçamento no fim do mês.

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“Fazia bastante tempo que almejava por isso. Graças a Deus e com a ajuda da Cohapar eu consegui realizar esse sonho. Se não fosse esse subsídio, seria mais difícil. Com o apartamento vou pagar muito menos, uma prestação de R$ 1.000, e será meu”, frisou.

O recurso estadual também foi crucial para viabilizar a mudança de vida da agente de viagens Jéssica Sanches Nascimento, 30 anos, e do marido, Jorge Neto. Hoje eles deixam a residência cedida pelos familiares para morarem no próprio cantinho.

“O subsídio foi bastante importante, pois abaixou o valor do imóvel para gente conseguir o financiamento de acordo com a nossa renda mensal”, ponderou. “Foi muito tempo querendo esse apartamento, sonhando com ele. Agora são muitos planos”.

Fonte: Governo PR

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