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Governo do Estado cria o 13º Grupamento do Corpo de Bombeiros em Pato Branco

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior vai transformar o Subgrupamento de Bombeiros Independente de Pato Branco no 13º Grupamento do Corpo de Bombeiros do Estado. A elevação de nível amplia a estrutura existente na cidade e dá melhores condições aos profissionais da área de segurança pública que atuam no local de atenderem as demandas de 14 municípios da região Sudoeste.

A medida acontece um dia após o aniversário de 70 anos de Pato Branco e, segundo Ratinho Junior, era necessária para acompanhar o desenvolvimento da região. Para o governador, o avanço foi possível graças ao reforço no efetivo, com a contratação de novos bombeiros nos últimos quatro anos. É também um reflexo da maior autonomia que o órgão terá a partir da emancipação da Polícia Militar, cuja Proposta de Emenda à Constituição (PEC) sobre o tema enviada pelo Poder Executivo acaba de ser aprovada pela Assembleia Legislativa.

“Pato Branco é uma cidade que ajuda no desenvolvimento do Sudoeste e do Paraná. A contratação de 400 novos bombeiros e a emancipação da Polícia Militar vão dar a oportunidade de transformar o Corpo de Bombeiros em um grande polo na cidade de Pato Branco, levando mais segurança e tranquilidade para a população”, afirmou o governador.

Na avaliação do comandante do Corpo de Bombeiros, coronel Manoel Vasco de Figueiredo Junior, a mudança se traduz em mais alcance, viaturas e equipamentos, estrutura de gestão, autonomia e representatividade pública e política e, por consequência, mais celeridade no socorro à população. “A instalação desse grupamento era necessária para ampliar os serviços na região de Pato Branco, oferecendo mais capacidade no combate a incêndios, busca e salvamento e nos atendimento pré-hospitalares prestados pelo Siate”, disse.

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CONQUISTA HISTÓRICA – Presente no ato, o prefeito de Pato Branco, Robson Cantu, agradeceu o empenho do Governo do Estado em atender o pleito da administração municipal. “O Grupamento do Corpo de Bombeiros era uma briga antiga de Pato Branco e precisamos agradecer o Comando do Corpo de Bombeiros, pois a partir de agora teremos mais agilidade, veículos, efetividade e é isso que nós queremos para o futuro da cidade e do Sudoeste”, afirmou.

De acordo com o deputado estadual Guto Silva, que representa a região, a medida aprovada pelo Governo do Estado é uma conquista histórica e o pagamento de uma dívida com a cidade. “Com o 13º Grupamento, os bombeiros terão mais equipamentos, um efetivo maior e estrutura de primeira para acompanhar o crescimento da cidade de Pato Branco”, afirmou.

HISTÓRIA – O início do Corpo de Bombeiros de Pato Branco remete à Lei Municipal 317/78, que autorizava o Chefe do Executivo Municipal a firmar convênio com o Estado do Paraná para criação, instalação e manutenção do Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do Paraná. No dia 29 de março de 1980 foi inaugurada a então Sub-Seção de Combate aos Incêndios do 2º Grupamento de Incêndios.

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Em 1994 foi criado o 3º Subgrupamento de Bombeiros do 4º Grupamento de Bombeiro, tendo como área de atuação toda a região Sudoeste. Em fevereiro de 2011, a então subunidade do 4º Grupamento foi elevada à condição de unidade independente, através do Decreto Estadual 8.480/2010, que criou o 2º Subgrupamento de Bombeiros Independente, com sede em Pato Branco, responsável pelos municípios de Pato Branco, Bom Sucesso do Sul, Chopinzinho, Clevelândia, Coronel Domingos Soares, Coronel Vivida, Honório Serpa, Itapejara d’Oeste, Mangueirinha, Mariópolis, Palmas, São João, Saudade do Iguaçu, Sulina e Vitorino.

Dessa forma o 2º Subgrupamento de Bombeiros Independente desvinculou-se do 4º Grupamento, de Cascavel, passando a ter autonomia administrativa e subordinação direta ao Comando do Corpo de Bombeiros em Curitiba. Agora, com o crescimento do Sudoeste, Pato Branco ganhou o mais novo Grupamento do Estado.

PRESENÇAS – Também participaram da assinatura, no Palácio Iguaçu, o secretário de Estado da Segurança Pública, Wagner Mesquita; o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona; o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Hudson Leôncio Teixeira; os deputados estaduais Ademar Traiano (presidente da Assembleia Legislativa), Gilson de Souza e Luiz Fernando Guerra; o deputado estadual eleito Luís Corti; e vereadores e representantes de associações comerciais de Pato Branco.

Fonte: Governo do Paraná

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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