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Governador recebe ministra da Saúde para debater fortalecimento da área no Paraná

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O governador mostrou à ministra que o Estado está reforçando o atendimento à população, com a ampliação de unidades como os Hospitais Regionais da Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba, de Toledo, no Oeste, e de Cornélio Procópio, na região Norte, entre outros.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu nesta segunda-feira (17), no Palácio Iguaçu, a ministra da Saúde, Nísia Trindade, para discutir novas parcerias para a descentralização do atendimento no Paraná e também para o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS) no Estado. O governador mostrou à ministra que o Estado está reforçando o atendimento à população, com unidades como os Hospitais Regionais da Lapa, na Região Metropolitana de Curitiba, de Toledo, no Oeste, e de Cornélio Procópio, na região Norte, entre outros.

“É muito importante ter esse alinhamento e poder conversar com a ministra sobre a realidade do Estado, mostrar aquilo que estamos fazendo para fortalecer a saúde, incluindo a construção de novos hospitais para atender a população paranaense”, afirmou Ratinho Junior. “Ao mesmo tempo, queremos construir novas parcerias com o Ministério da Saúde para que possamos avançar e colocar essas novas unidades para funcionar”.

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Entre os temas discutidos, também foi abordada a mobilização para ampliar a cobertura vacinal da população. O Dia D da Vacinação foi realizado no último sábado (15) nos 399 municípios paranaenses para a atualização da carteirinha, abrangendo as campanhas vigentes no Paraná (Covid e Influenza), além de outras 19 vacinas de rotina.

“Foi uma reunião importante para conhecer aspectos específicos do Paraná na Atenção Primária, na alta e média complexidade e o financiamento do SUS. Tenho a convicção de que estamos por um caminho de união junto com o Estado para fortalecer a área da saúde”, ressaltou a ministra.

“Também discutimos o papel do Estado, através de suas instituições de ciência e tecnologia, para avançar em tecnologias que possam impactar o acesso da população a vacinas e medicamentos, o que já é uma tradição aqui no Estado através do Tecpar, que tem uma parceria importante com a Fiocruz”, disse Nísia.

O secretário estadual da Saúde, Beto Preto, destacou ainda que o Paraná pleiteia a necessidade de correção dos valores pagos pelo SUS aos estados e municípios e também mais investimentos na Atenção Primária, além da retomada das cirurgias eletivas no Estado.

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“Lançamos o Opera Paraná, para reduzir a fila de procedimentos eletivos, num investimento de mais de R$ 150 milhões do Tesouro do Estado. Buscamos esse apoio para dar continuidade e atender um número maior de pacientes”, explicou. “Por isso é importante manter esse diálogo e alinhamento constantes, para que tenhamos cada vez mais recursos para atender bem a população paranaense”.

PRESENÇAS – Também acompanharam a reunião o secretário estadual da Indústria, Comércio e Serviços, Ricardo Barros; o presidente do Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Paraná (Cosems-PR) e secretário municipal de Saúde de Mangueirinha, Ivoliciano Leonarchik; a secretária municipal de Saúde de Curitiba, Beatriz Battistella; os deputados federais Aliel Machado e Zeca Dirceu; e a deputada estadual Márcia Huçulak.

Fonte: Governo PR

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Sanepar resgata animais e faz replantio de vegetação na Barragem Miringuava

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A Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) realiza desde janeiro o resgate da flora e fauna na Barragem Miringuava, em São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. Mais de 300 animais foram resgatados, realocados ou afugentados. São cerca de 30 profissionais atuando no resgate, entre veterinários, biólogos, engenheiros florestais e técnicos.

Com capacidade para 38,2 bilhões de litros, o reservatório teve a desocupação da área verde autorizada em setembro de 2024 pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e licença emitida pelo IAT (Instituto Água e Terra). Estudos prévios à obra identificaram as principais espécies de vegetação e animais da região para preservar a fauna e a flora. 

Até agora, cerca de 30 hectares da área a ser inundada já tiveram a vegetação suprimida. Além disso, também está em andamento a execução dos novos acessos no entorno do futuro reservatório.

PROTEÇÃO E COMPENSAÇÃO AMBIENTAL – No entorno da futura represa são realizadas ações de recuperação e enriquecimento ambiental. As áreas antes usadas para pastagens e agricultura são restauradas com mudas de árvores nativas da região. No interior do reservatório são resgatados outros animais e plantas e realocados para áreas mais vegetadas. 

Com o trabalho, além de recuperar a área, a Sanepar possibilita uma compensação ambiental superior ao que será suprimido pela barragem. Com a medida, a Companhia compensará em torno de 700 hectares. Isso corresponde a uma área 62,6% maior à que será utilizada para a reserva de água. Ao todo, o reservatório ocupará 430,6 hectares.

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O engenheiro florestal da Sanepar Aurélio Lourenço Rodrigues explica que a região é rica em vegetação e abriga desde espécies comuns, como variações de orquídeas, até raras, como os xaxins. Essas espécies são fixadas em outras árvores ou no próprio solo, o que garante a manutenção da biodiversidade destes grupos.

Rodrigues destaca que a prioridade é a preservação das espécies em risco de extinção. “O trabalho precisa ser minucioso. Embora o abastecimento de água seja de grande interesse público, ele causa impacto. Nosso papel é minimizá-lo, garantindo proteção e sobrevida às espécies mais raras após a implantação do reservatório.”

CUIDADO DE ANIMAIS SILVESTRES –  Além dos animais realocados para as áreas de soltura, foram 75 animais afugentados, quando é feito o acompanhamento daqueles que se deslocam naturalmente, e 62 atendimentos veterinários no Centro de Triagem de Animais Silvestres (CETAS) e na base de atendimento móvel. Outros 12 animais foram destinados ao Museu de História Natural para fins científicos. Os principais animais resgatados são anfíbios e répteis, como cobras e sapos.

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A bióloga e gestora socioambiental da Sanepar, Ana Cristina Rego Barros, explica que a equipe avalia a condição dos animais resgatados. “Se ele está em condição física e a comportamental íntegra, retorna para as áreas de soltura. Quando se observa algum ferimento, ele é atendido pela equipe de veterinários, avaliado, tratado e depois realocado.” 

Ana Cristina explica que as cobras peçonhentas, sobretudo as jararacas, abundantes na região, são encaminhadas ao Centro de Produção de Imunobiológicos (CPPI), instituição ligada à secretaria estadual da Saúde, para a produção de soro antiofídico. Isso porque a sua soltura na região pode oferecer risco aos moradores.

Antes do corte das árvores, as equipes também fazem a coleta de colmeias de abelhas nativas sem ferrão e as realocam para o Núcleo de Conservação de Abelhas Nativas. Atualmente, são monitoradas nove colmeias.

“Todo o trabalho é feito em conjunto e simultaneamente com o trabalho de supressão da flora. A área que será suprimida em um determinado momento, passa por vistoria prévia pelas equipes de resgate, que atuam buscando as plantas de interesse para a realocação, como as ameaçadas de extinção e vestígios da fauna para afugentamento e resgate”, destaca a especialista.

Relembre o início das obras da última etapa da Barragem do Miringuava AQUI.

Fonte: Governo PR

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